domingo, 26 de novembro de 2006

INTEMPÉRIE FAZ MOSSA EM AVIS

Normalmente pensamos que Avis, por se situar numa zona alta, está incólume aos efeitos das intempéries. Mas estas não se manifestam só em cheias. Ontem falei com a D. Alexandrina Matias, moradora na Rua das Videiras, aqui em Avis, que me voltou a dizer que continua a chover copiosamente dentro da sua casa. Disse-me: olhe, ontem (sexta-feira) chovia quase tanto dentro da minha casa como lá fora. Eu já não sei o que hei-de fazer. Já nem me chegam os alguidares para aparar a água onde eles se podem pôr. Parece que para segunda feira já dão mais chuva outra vez. Estou muito aflita!
A casa da D. Alexandrina foi recentemente alvo de obras com a colocação inclusive de um telhado novo. Acontece que o(s) pedreiro(s) que lá trabalharam, parece que a única coisa bem feita que fizeram foi receber o dinheiro de quem lhes pagou porque, pelos factos relatados, em termos de serviço prestado, se portaram como muito maus pedreiros.
DO CASTELO” deixa aqui o repto para quem de direito averigúe o que se passa para que possa e deva ajudar a D. Alexandrina. É urgente, de mais a mais quando as iluminações que estão a ser colocadas nas nossas ruas, nos vêm relembrar que o espírito natalício está à porta.
Tal não pode, nem deve, ser só “fogo de vista”…

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

ATENÇÃO: PERIGO DE MORTE!

Recebi de pessoa amiga a mensagem que passo a transcrever:
Assunto: MUITO PERIGOSO.ATENÇÃO !!!!!!!!! VALE A PENA PREVENIR !!!! TENHA CUIDADO, ISTO É MUITO PERIGOSO.

No passado dia 16 de Setembro deu entrada no Serviço de Urgência do Hospital de S. José um jovem de 23 anos de nome António Ferreira Moita.
Motivo: Choque eléctrico grave por ter atendido o seu Telemóvel enquanto o mesmo estava a carregar! Acabaria por morrer!
Por favor, não atenda um telemóvel quando estiver a carregar a bateria do mesmo.
Há alguns dias, a pessoa atrás identificada estava a carregar a bateria do seu telemóvel em casa, quando o mesmo tocou e ele atendeu a chamada, com o aparelho ligado à corrente.
Após alguns segundos ocorreu uma descarga eléctrica através do telemóvel e o jovem foi fortemente projectado para o chão. Os seus pais apressaram-se a ajudá-lo e encontraram-no inconsciente, com batimentos cardíacos enfraquecidos e queimaduras nos dedos. Foi levado de urgência para o Hospital de S. José mas foi pronunciado morto à chegada.
O telemóvel é uma invenção moderna e muito prestável. No entanto devemos ter cuidado, pois pode-se tornar num objecto mortífero.
Nunca use o telemóvel enquanto estiver ligado à corrente.

Envie esta mensagem às pessoas de quem gosta.

terça-feira, 21 de novembro de 2006

IMAGENS QUE ME DÃO PRAZER!


Título : A CAMINHO DO PRAZER...

Comentário: se calhar vou-me repetir. Mas a idade por vezes não nos deixa fixar bem o que já se disse ou não e daí a repetição enfadonha. Afinal o último Outono já foi há um ano... Mas é assim: Adoro o Outono. Sacrilégio: mais que a Primavera! Talvez por me encontrar no Outono da vida. O Outono temporal é o começar de um renascer que irá eclodir na Primavera,( o que não acontece com a "vida" propriamente dita, pois aí a seguir ao Outono vem só e irremediavelmente o Inverno) é certo, mas que é carregado de uma beleza ímpar.
Esta foto é dedicada ao meu amigo JOAQUIM DELGADO, que me descobriu e amiudadamente me tem contactado via mail. A foto certamente que lhe será familiar pois foi tirada não muito longe da sua terra natal, algures entre a Portagem e São Salvador da Aramenha (Marvão).
Para mim é um espectáculo! E para si?

domingo, 19 de novembro de 2006

SER BENFIQUISTA...

SER BENFIQUISTA NÃO MATA...MAS MÓI!!!!


Vimos Braga p'lo canudo
Encaixando só mais três...
Aposto tudo por tudo
Que perdemos outra vez!


...E MÓI MUITO!

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

ÚLTIMA HORA


Passo a transcrever uma notícia publicada hoje "in" SOL

Hoje

Educação
Directora da escola de Avis apresenta queixa por «manifestação ilegal»
A presidente do Conselho Executivo da Escola EB 2,3 Mestre de Avis, Portalegre, vai apresentar uma queixa ao Ministério Público devido à manifestação de alunos de quinta-feira e ao consequente encerramento da escola


Margarida Neves, presidente do Conselho Executivo da Escola, diz ter identificado alunos e que vai apresentar queixa ao Ministério Público devido à «manifestação ilegal» de quinta-feira.
Mais de 20 alunos desta escola continuavam sexta-feira de manhã a manifestar-se contra as aulas de substituição, um dia depois de protestos semelhantes em várias zonas do país.
Alunos do ensino secundário protestaram quinta-feira em vários pontos do país contra as aulas de substituição, numa iniciativa convocada por telemóvel e Internet que culminou com a realização de uma greve e encerramento de algumas escolas.
«Não somos do secundário mas as aulas de substituição também nos afectam» referiu à Lusa um dos estudantes da escola Mestre de Avis.
Esta escola, com cerca de 200 alunos, não possui o ensino secundário, mas os alunos das três turmas de 8º e 9º anos quiseram vincar a sua posição contra a forma como são dadas as aulas de substituição.
«Por vezes jogamos às cartas ou simplesmente não fazemos nada. As aulas tornam-se uma seca», contam os alunos.
No protesto de quinta-feira, encerraram a cadeado o portão da escola, o que levou a que a GNR tenha sido chamada a intervir para repor a normalidade nas aulas, o que viria a acontecer a partir do primeiro tempo de aulas.
Os alunos, apesar de fragilizados pela falta de uma associação de estudantes que os represente, mostram-se determinados a continuar com os protestos até que uma solução diferente seja encontrada.
Para Margarida Neves durante este ano lectivo não é possível fazer alterações às aulas de substituição.
«Concordo com o princípio das aulas de substituição e reconheço que o ideal seria que o professor substituto fosse da mesma disciplina, mas em escolas pequenas como a nossa isso não é possível, só temos um professor de Geografia e se ele faltar vai ter de ser substituído por um de outra disciplina», concluiu a presidente do conselho executivo.
Lusa

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

GENTE (BOA) DA NOSSA TERRA!


“DO CASTELO” presta hoje, uma mais que justa homenagem aos calceteiros da nossa terra. Das suas mãos saem autênticas obras de arte. Parabéns!
O guarda-sol que os protege dos 40 graus do Verão é o mesmo que os protege da chuva dos rigorosos e impiedosos Invernos. Não deve ser nada fácil trabalhar oito horas dobrado sobre os joelhos. Aposto que agora, por vezes nem já os sentem. E daqui a vinte anos?
Até prova em contrário, acho que os calceteiros pertencem à classe de empregados camarários que merecem o ordenado que auferem.
Poderá pecar é por escasso…
(obrigado amigo!!!!!)

terça-feira, 14 de novembro de 2006

È DA MAIS ELEMENTAR JUSTIÇA!

É com enorme satisfação que venho informar que aqueles que quiserem fazer entrega de vestuário e calçado já podem utilizar os receptáculos próprios para esse efeito colocados na nossa vila. Ontem demonstrei o meu desagrado pelo facto de os mesmos estarem a abarrotar. Hoje é da mais elementar justiça que registe o facto de esta situação estar ultrapassada. Hoje, às 15:25 utilizei um que estava em condições de ser usado. E ninguém tenha a veleidade de pensar que foi por eu aqui o ter escrito. Aconteceu!
Também quero informar todos aqueles que usualmente se regem pelo bater das horas do relógio da Torre da Igreja Matriz de que aquele relógio também já se encontra certo. Do seu atraso habitual também por aqui fiz eco em determinada altura.
Está tudo na paz dos anjos.
Será por já haver no ar um certo cheirinho a Natal?

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

RECEPTÁCULOS DE VESTUÁRIO E CALÇADO A ABARROTAR


A abarrotar, é esse o termo certo. Penso que ninguém porá em causa a utilidade e oportunidade da colocação dos contentores/receptáculos de vestuário e calçado destinado a recolhas de dádivas de todos quantos o queiram fazer. Hoje, por volta das oito da noite, fui fazer uma segunda entrega de material. E por ser um animal de hábitos dirigi-me, como fizera há dias, ao que se encontra nas imediações da Farmácia. Talvez o faça por uma questão de comodismo, pois ali o carro fica mesmo à mão. E aí vou eu. Chegado lá, tirei o material do porta- bagagem e ia a pensar que a minha boa acção de hoje ia ali ser consumada quando deparo que o referido contentor se encontra completamente cheio. Não dá para levar nem mais uma peúga… Então resolvo dirigir-me para o que se encontra em frente à casa do Benfica. Infelizmente o resultado foi idêntico. Está – igualmente – completamente cheio. Tive assim que regressar a casa com tudo aquilo que tinha para depositar (confesso que não sei há mais algum…) e sem ter feito hoje nenhuma boa acção.
Por um lado é bom que tal aconteça pois só vem demonstrar o quão importante é a sua manutenção na vila. Por outro lado enferma do mesmo mal a que já uma vez aqui me referi em relação aos outros contentores que não são atempadamente despejados.
Por isso o meu alerta e o meu pedido a quem de direito: só despejando os contentores da recepção de vestuário e sapatos os mesmos poderão continuar a desempenhar cabalmente a sua função.
E nós, enquanto colaboradores nessa meritória acção, só assim o poderemos ser na sua plenitude.
É claro que nos restará sempre a hipótese de levar os vestuários para a Junta de Freguesia de Avis. Mas, havendo contentores para tal...

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

IMAGENS DA NOSSA TERRA

Garanto que não se trata de nenhuma montagem, mas, cá para mim, apesar de curiosa, há qualquer coisa que não bate certo nesta imagem....

domingo, 5 de novembro de 2006

A FEBRE DE SEXTA-FEIRA À TARDE

Por norma não deixo para a última hora aquilo que tenho que fazer. É um hábito que contraria a boa maioria do estilo português, mas nem por isso deixo de ser menos português. É tudo uma questão de princípio.
Na passada sexta-feira à tarde, por volta das 17:45, achei que ainda tinha no meu bolso uns euros a mais e que os deveria ir investir em novo boletim do Euromilhões. Deu-me essa febre… só que dessa febre tinham sido acometidos não sei quantas dezenas (centenas?) de Avisenses. A Agência das Apostas estava completamente cheia. Mais, havia bichas (leia-se – filas) à porta. É óbvio que desisti pois uma das razões que me leva a não deixar tudo para o fim é a aversão que tenho às ditas bichas (continue-se a ler filas). Fazem-me nervos.
- Ainda bem, foi mais esse que poupaste, dirá o meu leitor, atento. Eu contraponho: e se o boletim que eu ia tentar registar era o “tal” que teima em não ser registado? A febre dos milhões do Euro é contagiante e quanto mais “à rasca” uma pessoa anda, mais tenta investir. Por alguma razão Portugal é o maior apostador de todos os países que integram a Sociedade do Euromilhões.

Como diz um amigo meu as ideias são como as “cervejas”, seguem-se umas às outras. Milhões para lá, milhões para cá e aparece-me esta ideia que para muitos será completamente disparatada, mas que para mim não o é tanto assim, e por isso mesmo, aqui a deixo no ar e a cores:
É muito mais difícil eu acertar na chave completa do Euromilhões do que os tentáculos da operação de desmascaramento de corrupção e branqueamento de capitais, determinada em Espanha pelo Juiz Baltazar Garzón, estender os seus tentáculos até ao concelho de Avis! É que o Mundo já é uma pequena aldeia global e tarde é o que nunca chega.
Ai o que eu fui dizer!!!...
Só posso mesmo estar ainda com a ressaca da febre de sexta-feira à tarde!

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Conversa EntreCORTADA

Na RTP Judite de Sousa entrevista Alberto João Jardim na Grande Entrevista. Alberto João protesta:
- A senhora não me deixa dizer o que é que eles me cortaram...

(que seria?...)

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

HALLOWEEN OU A MINHA NOITE ASSOMBRADA...

Não acredito em bruxas. Paciência!
Sentei-me em frente do meu televisor à espera que acabasse um jogo de futebol de segunda categoria e começasse um filme, e analisei este dia dedicado às bruxas:
- Logo de manhã, a TVI fez a cobertura em directo da greve do Metro. O locutor de serviço indagou um utente daqueles serviços que lhe respondeu:
- Devia-se cortar o pescoço a todos os gajos do metro. Isto é uma vergonha!
Imediatamente atrás deste, talvez na fila para o autocarro, um outro respondeu:
- Era cortar o pescoço era ao Primeiro-ministro, que ele é que é responsável por isto.
Os ânimos azedaram devido à discordância de quem deveria ser degolado, o locutor disfarçou a conversa e o operador de imagem centrou as imagens noutros personagens. Por fim o locutor voltou a falar com o segundo entrevistado que continuou a dizer que não era aos trabalhadores do Metro que deveriam cortar o pescoço. Instado a dizer onde trabalhava disse:
- Sou trabalhador do Metro
Ele há coisas que nos levam quase a creditar que há bruxas…
Ouvi ainda de manhã que o Jorge Coelho virara costas à Assembleia da República como se fugisse de uma Assembleia estilo coelheira de bruxos…e depois passei pelas brasas…e depois sonhei:
Bateram-me à porta e através de aranhas, esqueletos, morcegos e cobras lá consegui ultrapassar o meu corredor e chegar finalmente à porta. Abro e deparo com uma cena dantesca digna da melhor ficção “bruxense”. Centenas de cabeças de abóboras concentrava-se ali mesmo;
O nosso Primeiro, vestido de Pinóquio tentava teimosamente segurar o nariz que crescia em proporção directa com as medidas que tomava depois de ser Primeiro-ministro contrariando as promessas eleitorais para atingir o dito lugar, tendo na cabeça uma coroa de Rei dos mentirosos;
O ministro das Finanças, vestido de Drácula, chupava-nos todas as nossas economias até ao tutano ou até à medula, consoante os casos;
O ministro da Saúde, disfarçado de Vampiro, sugava-nos o sangue mas em Centros de Saúde bem longe das nossas casas de habitação;
Os sindicatos dos professores estavam já a falar sozinhos, enquanto a Ministra Maria Lurdes Rodrigues, qual bruxa em forma de diabo, afiava as unhas numa faca de dois gumes dizendo que até os comia vivos;
Os funcionários da Zona Agrária de Avis, deitavam as línguas das sogras de fora ao Ministro da Agricultura que, sendo a maior cabeça de abóbora biológica presente, lhes ia dizendo que “esta” também era para fechar;
Num caldeirão de água fervente o Louçã empurrava o Marques Mendes pela cabeça que, em bicos de pés e já com os olhinhos revirados, continuava a dizer que queria crescer 3%;
Nisto chega voando baixinho o esqueleto deformado de Salazar e aí todos, mas todos, da direita à esquerda, se urinaram meu Deus que ficou aqui um cheirete pior que o da fábrica dos brócolos – e fugiram montados em vassouras de piorno, debandando em todos os sentidos em escassos dois segundos, tendo como destino os diversos Ministérios na capital com medo de perderem os tachos;
Tendo ficado só com Salazar à minha frente, este perguntou-me: tu é que não me meteste na lista da RTP para ser considerado a maior figura da História de Portugal?
Apesar da votação já ter terminado, não sei que lhe respondi pois acordei nessa altura, precisamente quando acabava o jogo do Sporting com o Bayern e pensei cá para mim:
-...Era muito mais difícil saber quem roubou o carro ao Manuel Eduardo, pois que não era preciso ser bruxo para saber que o Sporting não ia ganhar….
Há sonhos do caraças! Não acham?