Foto da semana: ruinas do antigo Café Leal finalmente com os dias contados...
Na
semana em que
Verifiquei como estão bonitas, depois de
pintadas, as pontes que na freguesia de Avis fazem a ligação entre as margens
do Maranhão, contrastando com as da freguesia de Benavila que não foram
pintadas;
na
semana em que
finalmente
alguém se preocupou em acabar com o mamarracho chamado de “Café Leal”, que,
plantado em plena zona histórica de Avis dá um péssimo aspecto à nossa vila que
todos desejamos mais bonita;
(foto
da semana)
Na
semana em que
O
referido Café ainda vai demorar algum atempo a mudar de cara mas pelo menos já
oferece garantias de segurança aos transeuntes que por ali passsem;
na
semana em que
também
finalmente apareceu por aí a vaguear a “ÀGUIA” Nº 42 da Amigos do Concelho de
Aviz – Associação Cultural
(ver http://www.facebook.com/aca.aviz)
na
semana em que
igualmente,
deu à estampa mais uma edição do Jornal aponte;
na
semana em que
se
anuncia mais um concurso de sueca agora promovido pela novel Associação Desportiva e Recreativa
"Amigos do Atletismo" de Avis;
na semana em que
se propagandeia por aí mais um acampamento pela Paz
a realizar em Avis;
na sema em que
se anunciam aulas de natação para adultos nas
piscinas municipais;
na semana em que
se iniciou uma mostra de produtos locais, no Posto
de Turismo de Avis, que decorrerá até dia 27 de Outubro;
na sema em que
estou a actualizar este blogue e estou mais a dormir
do que acordado,
eis
que chega mais uma
Cesta de Poesia.
JOSÉ
DA SILVA MÁXIMO, o poeta popular de Santo António das Areias, está convencido
que “nasceu de pé”. É no mínimo curioso. Vejamos então porque é que ele pensa
isso:
No
nascer e no morrer
Dizem
que somos iguais,
Ouvi
dizer a meus pais
Que
são quem pode saber;
Eu
não sei compreender
Ouso
duvidar até,
E
apesar da boa-fé,
Porque
a nascer não me vi,
Eu
não sei como nasci,
Julgo
que nasci de pé!
Todo
o que rico nasceu
Opulento
se criou;
Dias
maus nunca passou
Miséria
não conheceu;
Cheio
de abastança cresceu,
Sem
escolhos pela frente,
Não
soube o que um pobre sente,
Tão
farto, nunca se apura,
Eu
não sei o que é fartura
Ao
invés da outra gente.
Há
vidas que são vividas
Em
permanente agonia,
Mil
canseiras dia a dia
Tudo
esperanças iludidas;
São
por Deus desprotegidas
Crentes
que não vão à Sé,
Vão
ao sabor da maré
E
julgo que todas são
Vividas
na ilusão
Porque
a minha vida é.
Minha
vida é um Calvário
Cuja
Cruz vou arrastando;
Pouco
a puco a vou levando
Já
que é esse o meu fadário;
Vivo
do imaginário
Falhado
insistentemente,
Assim
permanentemente
A
Fé e a Esperança iludida
Faz
que seja a minha vida
Das
outras vidas dif‘rente












