Na
semana em que
Se publicita para dia 16, a partir
das 17,30h a inauguração de uma exposição de pintura, apresentando trabalhos
dos alunos da Universidade Sénior de Avis, a decorrer na Sede da Amigos do
Concelho de Aviz – Associação Cultural, e que se manterá patente ao público, até
dia 16 de Janeiro de 2013;
que continuam as inscrições para o
Jantar de Natal da Amigos do Concelho de Aviz, a ocorrer no próximo dia 15, a
partir das 19,30h no Restaurante Clube Náutico, em Avis;
Na
semana em que,
decorrem as inscrições para mais um
“Torneio de Sueca” a decorrer na Casa do Benfica, em Avis, e organizado por
esta Casa;
Na
semana em que
se anuncia para o próximo dia 12, no
Auditório Municipal Ary dos Santos, a representação do Projecto “Sem dó nem
Piedade”, a promover pelos alunos do curso de Animação Cultural da Escola
Profissional Abreu Callado, com duas sessões: uma às 15h e outra às 21h;
na
semana em que
amanhã, sábado, em Alcácer do Sal,
Avis vai estar em alta, já que se irá proceder à entrega dos prémios dos XXVI
Jogos Florais da AURPICAS, e já que o nosso amigo Avisense Fernando Máximo irá
receber o 1º Prémio na modalidade de Conto e o novel Avisense José da Silva
Máximo, o 3º Prémio na modalidade de quadra;
na semana em que
é bom lembrar que a Câmara Municipal de Avis, aprovou a
redução da taxa de IMI a aplicar aos valores patrimoniais tributários dos
prédios urbanos reavaliados, dos atuais 0,35% para 0,30%, mantendo em 0,6% o
imposto relativo aos prédios urbanos não avaliados, ao abrigo do referido
código, e em 0,8%, valor definido pelo Ministério das Finanças, para os prédios
rústicos.
por puro descuido do organizador destas notícias,
não haverá foto da semana;
Só quem ainda não sente o peso dos
anos, não entende a profundidade destas décimas, do nosso poeta JOSÉ DA SILVA
MÁXIMO. Os outros entendem-nas.
Você. Em que grupo está?
MISÉRIA
DE VIDA
Miséria
de vida a minha,
Triste
da vida que eu tenho:
Tanta
pujança que eu tinha
Hoje
me arrastando venho.
Há
uns aninhos atrás
Como
tudo era dif’rente!
Eu
sempre seguia em frente
Como
se fosse um rapaz!
Eu
de tudo era capaz
A
força do Céu me vinha,
Sem
remédio nem mézinha
Tudo
corria em beleza,
Hoje
digo com tristeza
Miséria
de vida a minha.
Eu
de genica era cheio,
Mui
ligeiro no andar,
Por
nada eu ia deixar
Um
certo trabalho em meio;
Um
dia este mal me veio
Estragar
o meu engenho,
Já
de pé mal me mantenho
Não
sei p’ra quem é que eu vivo,
Passo
os dia inactivo
Triste
da vida que eu tenho.
As
minhas pernas não têm
Força
para me aguentar;
Não
me permitem andar
Porque
logo as dores vêm;
Sem
saber donde provêm
Nem
meu sentido adivinha,
Mal
digo a sorte mesquinha
Qo
ver aquilo que sou,
Pergunto
porque é que abalou
Tanta
pujança que eu tinha.
Menos
mal que ainda estou
Capaz
para conduzir,
Pois
se sentado me vir
Sentir
as dores não vou;
Se
é que a força abalou
A
inspiração mantenho!
Escrevendo
me entretenho,
Vou
fazendo poesia
Se
antes saltava e corria
Hoje
me arrastando venho.
14
de Maio de 1998