quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O JANTAR DE NATAL DA ACA - O BALHO

Já vimos as mesas, já vimos parte da distribuição de prendas vamos agora a outra parte não menos importante nos jantares de Natal da Amigos do Concelho de Aviz – Associação Cultural: “O BALHO”!

Uns com mais jeiteira outros com menos, lá vão todos arrastando os pés como sabem ou como podem.

Então, foi mais ou menos assim:


Foto 1 - ...O começo e... estava o "balho armado"...

Foto 2 - Um Chapeuzinho à matador...


Foto 3 - Nisa versus Flor da Rosa...


Foto 4 - É muito estilo...ou p'rá frente é que é Lisboa...


Foto 5 - Haja alegria!


Foto 6- Uma valsa a prémio


Foto 7 - O tudo por tudo para ganhar a valsa a prémio...


Foto 8 - Outros estilos, outras danças...ou a eliminação precoce...

Foto 9 - O par finalista da valsa a prémio


Foto 10 - O par vencedor da valsa a prémio e o prémio...uma simpática "farenhêra"...

Foto 11 - Uma moda a cinco pés...


Foto 12 - Era já mesmo para arrebentar...

Foto 13 - Nunca visto: um animador que sucumbiu à fúria dos dançarinos (eh!eh!eh!...)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O JANTAR DE NATAL DA ACA - AS PRENDAS

A troca de prendas faz parte do Jantar de Natal da Amigos do Concelho de Aviz – Associação Cultural. Pese embora ser uma cerimónia um pouco morosa, tem o encanto da verdadeira festa natalícia.

Deixamos à vossa apreciação alguns registos que obtivemos com as primeiras reacções, as primeiras expressões, os primeiros sentimentos, após a abertura da(s) prenda(s) recebida(s).

Ora então, tomem lá um quarteirão de fotografias e mais uma …de borla…


Foto 1 - Afortunada e ...super-alegre...

 
Foto 2 - Feliz...

Foto 3 - Satisfeito...
Foto 4 - Contente...

Foto 5 - Encantada...


Foto 6 - Assim, ...sim...

 
Foto 7- Expectante...e desconfiado...


Foto 8 - Intrigado...


Foto 9 - Entusiasmado...

 
Foto 10 - Maravilhada...

 
Foto 11- Com cara de quem não gostou...

 
Foto 12 - Envergonhada...

Foto Nº 13 - Sortudo...
Foto 14 - A festa da família...

Foto Nº 15 -" Ena pá!.."

Foto Nº 16 -  "Cheia e...à nossa!!!"

Foto Nº 17 - "O ROUBO" -  Oferta do Ministro das Finanças...

Foto Nº 18 - Aniversariante...prenda a dobrar...
 


Foto Nº 19 - "Eu nem quero ver..."

Foto Nº 20 - "Ei-la!"

Foto Nº 21 - "Eu também nem quero ver!..."

Foto Nº 22 - "Ó avô, vamos bem aviados..."

Foto Nº 23 - Esta é minha..."

Foto Nº 24 - "Até fiquei de lado..."

Nº 25 - Ó Sr. Marcelino, nem queira ver..."

Foto Nº 26 - "São aos pares!..."

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O JANTAR DE NATAL DA ACA - AS MESAS

O Jantar de Natal da Amigos do Concelho de Aviz – Associação Cultural, é por norma o último evento organizado por aquela associação. Este ano ocorreu no passado dia 10, sábado, no hangar da Câmara Municipal, situado no Clube Náutico, tendo o jantar sido servido pelo experiente João Milheiras e a sua equipa de luxo.

Além do são convívio que estes jantares sempre congregam, nota-se que a alegria marca presença naqueles momentos e que até, por algumas horas, todos os presente se esquecem da crise.

O Presidente da ACA, no discurso de votos de boas festas, não deixou de se referir às dificuldades económicas que todos atravessamos e a que, evidentemente, a ACA não é excepção. Apelou aos presentes para que num gesto de boa vontade comprassem algumas rifas da bela peça de escultura que será sorteada e que lá se encontrava em exposição. Ao que consta, ainda sobraram rifas e quem quiser habilitar-se basta entrar em contacto com qualquer elemento da Direcção.

“DO CASTELO” faz votos para que, apesar da crise, a ACA possa manter estes jantares de Natal pois que eles são o aglutinar de muitas amizades e os mais de cem convivas presentes são exemplo da importância de os mesmos se continuarem a realizar.

Para memória futura deixamos à vossa apreciação alguns pormenores das mesas da festa.





























sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

CESTAS DE POESIA (CXCIX)

Foto: O tapume, o estaleiro e o asfalto...


Na semana em que as obras da futura rotunda estiveram paradas; na semana em que continuei convencido que os tapumes limítrofes à obra da futura biblioteca se tivessem sido colocados um nadinha para trás, evitavam que se tivesse que andar a pé dentro do asfalto (destinado aos carros) e que tal não iria prejudicar o estaleiro da referida obra (foto acima); na semana em que amanhã, sábado, se irá realizar o jantar de Natal da ACA (consta que se quiser ainda se poderá inscrever para se juntar aos mais cem que irão estar presentes); na semana em que amanhã é lançado o primeiro livro da poetisa Bernardino Pinto, conhecida por Doutora Dina, a partir das 15,30h na sede da Amigos do Concelho de Aviz eis que chega mais uma das nossas cestas de poesia.
Com o fado elevado recentemente a património Mundial, vêm mesmo a calhar estas Décimas do nosso querido poeta JOSÉ DA SILVA MÁXIMO, de Santo António das Areias.
Vejamos:


Título: Fala o fado ao coração

O fado nasceu de um beijo
Em dia de inspiração;
É saudade e é desejo
Fala fundo ao coração!

Alegre e sentimental,
O fado, nobre e altivo
Ele é por qualquer motivo
A canção nacional…
O fado é de Portugal
Por esse prisma eu o vejo,
Perfilhá-lo sempre almejo
E por ser tão mavioso,
Eu digo um tanto cioso:
O fado nasceu dum beijo.

O fadista adora o fado
Cantado fora de portas,
Alta noite, a horas mortas
Em voz dolente e magoado!
Já foi por Nobres cantado
Sempre que houve ocasião,
Um fadista refilão
Com o fado delirava
Quando a guitarra pegava
Em dia de inspiração.

Cantou-o a Amália com garra,
Também o cantou a Severa…
Ouvi-las sempre quem dera
Ao som doce da guitarra!
Naquelas noites de farra
Que p’ra tal havia ensejo,
Momentos que hoje revejo
Em que um fadinho corrido
Não pode ser esquecido
É saudade e é desejo.

A canção que se apregoa
Aos quatro cantos do mundo,
É de Portugal oriundo
A boémia o fado entoa!
Desde Alfama à Madragoa
Há fado de mão em mão,
Anda o fado em turbilhão
Cantado por quem o sente,
O fado é canção dolente
Fala fundo ao coração!










sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

CESTAS DE POESIA (CXCVIII)


Na semana em que começaram em Avis as obras para a construção da futura Biblioteca Municipal orçamentada em mais de 1,2 milhões de euros, segundo afirmações do Sr. Presidente da Câmara ( http://noticias.sapo.pt/infolocal/artigo/1204179); na semana em penso que se se tivesse recuado um bocadinho no espaço do estaleiro das referidas obras evitar-se-ia que as pessoas tenham que andar a pé na via reservada aos automobilistas; na semana em que o amigo do alheio continua ser meu amigo, tendo me furtado na passada quarta-feira, a antena da minha viatura que esteve estacionada entre as 21 e as 22,30h na Praça Serpa Pinto, aqui em Avis; na semana em que as obras da envolvente à próxima rotunda em Avis, apresentava o aspecto da foto acima; na semana em que o Benfica continua a mostrar a sua acentuada quebra de forma, perdendo com o Marítimo e jogando mal que se farta; na semana em que se vai realizar, já amanhã, sábado, no salão da Junta de Freguesia de Avis a "Avis melífera 2011", eis que chega mais uma Cesta de Poesia.
Para quem julga que as Décimas de JOSÉ DA SILVA MÁXIMO, são parte de um espólio muito antigo, trago-vos hoje umas Décimas premiadas com o 5º lugar no Concurso de Poesia Popular de Borba, cuja distribuição de prémios ocorreu no passado mês de Novembro aquando da Feira da Vinha e do Vinho e por consequência feitas há muito pouco tempo.
Como sempre nestes casos o mote é fornecido pela organização.
Vejam se gostam:

Com esse teu ar castiço
Que te dá a cal branca
Borba tu tens tal feitiço
Que nos eduz e encanta
(José António Miranda)

Borba, sou tão teu amigo
Que não te posso olvidar!
Se és sempre o meu pensar,
Adorar-te é meu “castigo”;
Do teu olhar sou mendigo,
Um admirador submisso,
Linda Borba és meu enguiço,
Tão formosa e atraente
Que cativas toda a gente
Com esse teu ar castiço

Vejo-te seguir em frente
Em ritmo não comparado;
Dia a dia superado
Pelo q’rer da tua gente;
Um trabalho inteligente
Que avançando não espanca
De forma tão firme e franca
Orgulhas todo o concelho,
Tens a limpidez do espelho
Que te dá a cal branca.

Desnudada de vaidades
No bem do povo pensando,
Passo firme vais andando
Suprindo necessidades;
Olham as outras cidades
O teu honroso serviço,
Como sendo um aranhiço,
Nas tuas “teias” me enleio
E digo sem ter receio:
Borba, tu tens tal feitiço.

Já me dei a conhecer
Já te disse o que é que penso,
Dir-te-ei que me conveço
A ser teu até morrer!
Não me canso de dizer
Que a tua beleza é tanta,
Ante as outras se agiganta
Tão asseada e tão pura,
É a tua formosura
Que nos seduz e encanta.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

AVIS NÃO PÁRA!

Foto 1 - O início das obras da futura Biblioteca Municipal, já arrancou...

Foto 2 - Começaram na Rua da Cantina, deram a volta pela Rua C do Plano de Urbanização e já vem ao cimo da Rua António José de Almeida...

Foto 3 - Foto panorâmica ( com efeitos especiais) das obras que já decorrem nas imediações da futura rotunda junto à loja do Salvaterra...

domingo, 27 de novembro de 2011

SALSICHAS

Ora leiam o que um dos muitos convidados da última edição do "ESCRITOS E ESCRiTORES - AVIS 2011 - 3º EDIÇÃO", da Amigos do Concelho de Aviz - Associação Cultural, escreveu no correio da Manhã.
Espreitem aqui em baixo:

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

CESTAS DE POESIA (CXCVII)

Na semana em que a SICASAL recomeçou a laborar depois do incêndio que destrui uma fracção das suas instalações afectando a parte onde trabalhavam cerca de 150 trabalhadores; na semana em que se soube que foi graças ao labor desses trabalhadores que a fábrica conseguiu manter os 150 posto de trabalho; na semana em que começa hoje e se prolonga pelo dia de amanhã o peditório para o BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME, aqui em Avis, proponho que quem quiser ajudar aquele BANCO que o faça oferecendo produtos da fábrica SICASAL, como forma de ajudar aqueles trabalhadores; na semana em que começaram (finalmente) as obras que levarão à construção da tão badalada rotunda nas imediações do Supermercado Salvaterra; na semana em que se registou mais uma greve geral em Portugal e em que pudemos testemunhar uma vez mais o “monte” de mentirosos que nos dirigem, com os Sindicatos a empolarem por excesso os números de adesão à greve e o Governo a empolar por defeito esses mesmos números; na semana em que alguém comprovou mais uma vez como é inseguro viver em Avis por causa dos roubos que se vão verificando, chega essa coisa boa que são as nossas Cestas de Poesia.
Trazemos hoje à luz do dia, umas Décimas de JOSÉ DA SILVA MÁXIMO, que, como sois dizer-se, ainda estão quentes. Foram feitas o mês passado e transformaram-se na seguinte brincadeira:

O OUTRO MUNDO (MISTÉRIO)

Preciso ir ao outro mundo
P’ra ver como aquilo é lá;
Para saber bem no fundo
Se é melhor lá do que é cá!

Diz o padre no Altar
Que a morte não finda a vida
Mas que ela vai transf’rida
P’ra viver noutro lugar!
Que lá só vai encontrar
Sossego e amor profundo,
Se essa notícia difundo
É necessário ter Fé,
Para saber como é
Preciso ir ao outro mundo.

Se o que ele diz for verdade,
Da morte não tenho medo;
De posse do seu segredo
Posso morrer à vontade!
Se for p’rá eternidade
Quero saber e é já;
Não importa como vá
Nem que tenha de morrer,
Para ficar a saber,
P’ra ver como aquilo é lá.

Se descobrir o mistério
Que me traz preocupado,
Após o ter desvendado
Já não temo o cemitério,
Com este assunto tão sério
Eu às vezes me confundo,
Mas se um de lá oriundo
Me quisesse esclarecer
Evitava de lá ir ver
Para saber bem no fundo.

Intriga-me esta questão
Tanta vez apregoada,
Que eu não acredito nada
No padre nem no sermão!
Mas desperta-me atenção
E por tudo quanto há,
Pouco trabalho me dá
Morrer, ir lá confirmar,
Para poder comparar
Se é melhor lá do que é cá.

13 de Setembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

CESTAS DE POESIA (CXCVI)

Na semana em que começou a funcionar em Avis a USA (Universidade Sénior de Avis); na semana em que na referida USA se verificaram taxas de absentismo de 100% por parte de alguns alunos que se fartam de dizer aos filhos/netos para não faltarem às aulas; na semana em que o Café com Letras da Amigos do Concelho de Aviz – Associação Cultural, dedicada ao voluntariado contou com a presença de mais de trinta voluntários, e entre eles do Presidente do Conselho de Administração da Fundação Maria da Piedade Varela Dias; na semana em que por essa Europa fora e por esse mundo vão caindo alguns ditadores; na semana em que em Avis nos congratulamos por estarmos na Europa e no mundo; na semana em que consta que o caos a nível de saúde continua uma bagunça do caraças; na semana em que o Centro de Saúde de Avis continuou a fechar pelo novo horário instituído pela ULSNA; na semana em que a população de Avis continua longe de poder resolver a crise com um golpe de sorte, dado que continua sem Agência de Apostas Mútuas dos Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, eis que chega mais uma cesta de Poesia.
Hoje o poeta JOSÉ DA SILVA MÁXIMO, traz-nos uma pincelada de passado, quando a vida era ainda mais dura do que hoje. Mas onde havia mais amor. Por certo que sim!

Titulo: Como era, como éEm tempos que já lá vão
À noite, depois da ceia,
A mãe fazia serão
À luz morta da candeia


Nesses tempos recuados,
A miséria campeava;
O progresso não chegava
Aos locais mais isolados;
Os nossos antepassados
Vivendo os tempos de então,
Mal ganhavam para o pão,
P’ra sustentar sua gente,
Vivendo tão pobremente
Em tempos que já lá vão.


Eu me lembro do passado
Quando era ainda criança
E retenho na lembrança
O quanto era bem tratado;
Da minha mãe o cuidado
Os carinhos de mão cheia,
Qual aranha em sua teia
Todo o dia mourejando,
Continuava trabalhando
À noite, depois da ceia.


Minha mãe com seu carinho,
A bendita criatura,
Punha um remendo em costura
Nas calças do seu filhinho;
Cosia as meias de linho
Ou de fio de algodão,
Fazia por sua mão
Tudo quanto precisava
E se o dia não chegava
A mãe fazia serão.


Ela era tão pobrezinha
Com seis filhos para criar,
Tão farta de trabalhar
Para arrumar a casinha;
Mas como era ajeitadinha
Cumpria sua tareia,
Ainda fazia meia
Quando o dia terminava,
Cosia e remendava
À luz morta da candeia.