Foto da semana
Numa semana em que se realizou mais uma Feira dos Produtos na Sede do Agrupamento Vertical de Escolas de Avis (foto da semana); numa semana em que hoje, saí de minha casa e compreendi que a razão das pessoas não aparecem ou aparecem pouco aos eventos se deve à quantidade de eventos que por aí se anunciam em cartazes profusa e estrategicamente colocados, a saber:
1 – PROCISSÕES EM AVIS 2012 – 31 de Março – às 21h. Procissão das velas
01 de Abril – às 16h. Procissão dos Passos;
2 – AULA DE HIDROGINÁSTICA SENIOR – dia 31 de Março, com partida junto à Caixa Geral de Depósitos, em Avis, pelas 8,45h, com destino a Ponte de Sôr;
3 – DIA NACIONAL DO MTD – MOVIMENTO DOS TRABALHADORES DESEMPREGADOS;
;
4 – ASSEMBLEIA-GERAL DA ASSOCIAÇÃO DE DIABÉTICOS, a ocorrer no dia 31 de Março, a partir das 14,30h no salão da Junta de Freguesia;
5 – LIMPAR PORTUGAL – A acontecer amanhã, dia 24 no concelho de Avis;
6 – CAFÉ COM LETRAS, DA AMIGOS DO CONCELHO DE AVIZ – ASSOCIAÇÃO CULTURAL, a ocorrer no dia 29 de Março, a partir das 18h, na Sede da ACA, com Nuno Sequeira e Joana Alves que vão falar sobre “A sustentabilidade do Olival – das práticas tradicionais às práticas (intensivas) modernas”;
7 – AVIS JOVEM 2012 – DOMINGO RADICAL – no dia 25 de Março, a partira as 10h. no Complexo do Clube Náutico, com Parede de Escalada, Slide, Passeio moto 4 e Torneio de Paint Ball;
8 – X JOGOS FLORAIS DE AVIS – iniciativa da Amigos do Concelho de Aviz – Associação Cultural, cujo regulamento está disponível em www.aca.com.sapo.pt ;
9 – CONFERÊNCIA – SISTEMA DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO (AVISJOVEM) – no dia 28 de Março, no auditório Municipal Ary dos santos, às 20,30h., com a presença do Dr. Armando Leandro;
10 – UM CONCELHO A CAMINHAR – ALCÓRREGO – caminhada, com partida ás 09h. do dia 25 de Março, na Junta de Freguesia de Alcórrego;
11 – AULAS DE EQUITAÇÃO – com inscrições no HERDADE DA CORTESIA HOTEL;
12 – MATANÇA DO PORCO À MODA ANTIGA – no dia 1 de Abril, a partir das 09 horas no Mercado Municipal;
13 – (já passado mas ainda com cartaz exposto) – RURALALENTEJO – Plenário de agricultores, a 17 de Março no Salão da Junta;
14 – (sem cartaz) – SESSÃO DE TEATRO a acontecer hoje no Auditório Municipal Ary dos Santos, em Avis,
Eis que chega mais uma Cesta de Poesia.
JOSÉ DA SILVA MÁXIMO, traz-nos hoje a descrição do sítio onde nasceu e como foi criado, lá no Concelho de Marvão. Então é assim:
Em Ponte Velha nasci
Numa modesta casinha;
Foi lá que os olhos abri,
Com o Sever á beirinha.
O lugar para nascer
Não é por nós escolhido
E nem faria sentido
Sermos nós a escolher!
Confesso: senti prazer
Quando no mundo me vi,
A existência garanti,
O lugar foi-me indif’rente
E anuncio a toda agente:
Em Ponte Velha nasci.
Meus pais eram pobrezinhos,
Eu fui o filho segundo,
Tive o pai melhor do mundo,
Da mãe, recebi carinhos;
Levaram-me por bons caminhos
Eram dotes que ela tinha
Que sempre mostrando vinha.
Não tive um berço dourado,
Mas fui sempre acarinhado
Numa modesta casinha.
A mãe que me deu o ser
Também me deu criação;
Deu-me o peito, deu-me o pão
Que me fizeram crescer!
Aos pais quero agradecer
O que deles recebi,
E nunca mais esqueci
Que numa casinha pobre,
Fui criado como um nobre
Foi lá que os olhos abri.
Depois que no mundo entrei
Recordo a todo o momento
O lugar do nascimento
Por ser lá que me criei;
Nunca mais olvidarei
Da minha casa, a caminha,
Que era p’ra mim à noitinha
Oásis da natureza,
Sem alardes nem riqueza
Com o Sever á beirinha!
24-04-2011
JOSÉ DA SILVA MÁXIMO, traz-nos hoje a descrição do sítio onde nasceu e como foi criado, lá no Concelho de Marvão. Então é assim:
Em Ponte Velha nasci
Numa modesta casinha;
Foi lá que os olhos abri,
Com o Sever á beirinha.
O lugar para nascer
Não é por nós escolhido
E nem faria sentido
Sermos nós a escolher!
Confesso: senti prazer
Quando no mundo me vi,
A existência garanti,
O lugar foi-me indif’rente
E anuncio a toda agente:
Em Ponte Velha nasci.
Meus pais eram pobrezinhos,
Eu fui o filho segundo,
Tive o pai melhor do mundo,
Da mãe, recebi carinhos;
Levaram-me por bons caminhos
Eram dotes que ela tinha
Que sempre mostrando vinha.
Não tive um berço dourado,
Mas fui sempre acarinhado
Numa modesta casinha.
A mãe que me deu o ser
Também me deu criação;
Deu-me o peito, deu-me o pão
Que me fizeram crescer!
Aos pais quero agradecer
O que deles recebi,
E nunca mais esqueci
Que numa casinha pobre,
Fui criado como um nobre
Foi lá que os olhos abri.
Depois que no mundo entrei
Recordo a todo o momento
O lugar do nascimento
Por ser lá que me criei;
Nunca mais olvidarei
Da minha casa, a caminha,
Que era p’ra mim à noitinha
Oásis da natureza,
Sem alardes nem riqueza
Com o Sever á beirinha!
24-04-2011

































