Às dez da manhã de sábado notava-se um certo nervosismo em alguns dos directores da ACA. Os primeiros convidados já tinham chegado, é certo, mas este evento tem uma envergadura e um “peso” tal que por vezes é difícil disfarçar os nervos daqueles que têm a responsabilidade e a vontade de que tudo corra bem. Não vamos aqui apontar ninguém, mas que havia por ali muito nervo á mistura, havia.
Com os habituais 30 minutos de atraso que os portugueses tanto gostam, iniciou-se a abertura solene dos Escritos & Escritores, Avis 2011 – 3ª Edição. Na mesa, o Presidente da ACA ladeado pela sempre gentil Anabela Canela, Presidente da Junta de Freguesia de Avis e por Nuno Silva, Vereador da Cultura no Município de Avis, deu início á sessão. Do discurso do presidente nada a realçar que não tenham sido palavras de circunstância, próprias destas andanças. Ah! Uma coisa sobressaiu: “este evento é muito oneroso para a ACA e não sabemos se o mesmo se manterá neste moldes e com esta regularidade”, por estas ou outras palavras, claro. O Senhor Vereador mostrou a sua satisfação por estar ali presente e deu os parabéns à ACA. Anabela Canela desejou boa estadia a todos e formulou votos para que aqueles que aqui se deslocaram hoje, possam cá voltar um dia. Depois das palmas habituais formou-se a primeira mesa, que haveria de ser a única da parte da manhã. Moderada pelo Presidente da ACA, estiveram como amantes da escrita convidados, Raul Cordeiro, jovem poeta de Benavila. Estiveram ainda Maria João Forte uma Beiroa que veio de Lisboa, Catarina Gaspar, de Galveias mas residente em Arruda dos Vinhos, e Joaquim Rato, um Mourense residente em Beja, vencedores do 1º Prémio na modalidade de conto nos Jogos Florais de Avis, respectivamente nos anos de 2011, 2008 e 2010.
A ACA, com o apoio da Alémtudo e do Município local editou um pequeno livro com os contos premiados. Foi por aí, lendo pequenos trechos dos diversos textos, que o moderador de serviço fez a apresentação da mesa. Excepção feita ao Raul Cordeiro, já que, nunca tendo concorrido aos Jogos Florais, a sua obra não fazia parte do livro. Como alternativa foi lida uma poesia do blogue daquele Benavilense.
Houve conversação entre os autores e a assistência que enchia a Sede da ACA. Sentiu-se que, apesar da brochura de contos se intitular de “Escrita em baixo relevo” foi alto o nível cultural alcançado já que o diálogo travado entre os autores e a assistência deixou perceber um perfeito entrosamento.
Por volta do meio-dia e meia hora, Ana Grilo, explicou a razão de ser da sua exposição fotográfica patente naquele espaço e ouviu palavras elogiosas e de apreço, de muitos dos presentes que assistiram a esta parte do Escritos e Escritores.
Se foi esse o seu caso, reveja agora algumas fotos desses momentos, se não foi, veja como foi para poder contar.
Foto 1 - A mesa que presidiu á sessão de abertura
Foto 2 - O Presidente da ACA ladeado à sua esquerda por Maria João Forte e Raul Cordeiro, e á direita por Catarina Gaspar e Joaquim Rato
Foto 3 - Raul Cordeiro para escrever precisa da mancha do écran...
Foto 4 - Catarina Gaspar gosta da caneta...
Foto 5 - Joaquim Rato escreve em computador...
Foto 6 - Maria João Forte emocionou-se por estar nos Escritos...
Foto 7 - A assistência seguiu atenta o desenrolar deste primeiro painel de convidados
Foto 8 - A sempre bonita Anabela lê um poema de Raul Cordeiro
Foto 9 - Uma boa gargalhada vale mais que mil fotos...
Foto 10 - Ana Grilo explica o porquê da sua exposição fotográfica


















































