Foto: "Hoje em dia, um caçador que apanhe a caça que a foto nos mostra ...por certo que poderá cantar vitória."Começou ontem a caça propriamente dita. Não sei porque razão mas a verdade é que até parece que a palavra CAÇA tem um novo sinónimo: VOTO. Efectivamente a caça ao voto já vai adiantada, está na fase final, enquanto a caça propriamente dita apenas começou ontem. Esta é sempre um manancial de histórias, de situações vividas mais ou menos verídicas. Pela sua variedade e complexidade as histórias de caça nem sempre são entendidas por quem as não viveu, como verdadeiras, daí se ter criado essa mania absurda de que em cada caçador existe um mentiroso nato.
Eu que apesar de ter espingarda me considero muito mais membro de uma qualquer organização defensora dos animais, também tenho as minhas histórias de caça que por motivos óbvios (mentiroso, eu?) não vou aqui trazer a público. Mas relembro com saudade os anos em que, por volta das cinco e meia da madrugada já estava no Vale da Telha, ali no Ervedal, para ir caçar. Mas era tão cedo que, eu e os meus companheiros, jogávamos às cartas, bebíamos café da “escolateira” e às vezes fazíamos a “poda” a ^dois ou três pombos mansos do Luís Dordio, que Deus haja, e cujo pombal estava mesmo ali à mão. A verdade é que nunca mais se fazia de dia.
Havia muita caça nesses idos anos de mil e novecentos e setenta e qualquer coisa. Hoje em dia, um caçador que apanhe a caça que a foto nos mostra e que foi morta por um amigo meu em terras de Beja, por certo que poderá cantar vitória. E quem a não vir dirá que está a mentir.
Lembro-me que uma vez, nesse anos de oiro de caça, num só dia, matei sete lebres….( se calhar já me descuidei na minha veia de caçador e mentiroso…é melhor ficarmos por aqui.)
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Eu que apesar de ter espingarda me considero muito mais membro de uma qualquer organização defensora dos animais, também tenho as minhas histórias de caça que por motivos óbvios (mentiroso, eu?) não vou aqui trazer a público. Mas relembro com saudade os anos em que, por volta das cinco e meia da madrugada já estava no Vale da Telha, ali no Ervedal, para ir caçar. Mas era tão cedo que, eu e os meus companheiros, jogávamos às cartas, bebíamos café da “escolateira” e às vezes fazíamos a “poda” a ^dois ou três pombos mansos do Luís Dordio, que Deus haja, e cujo pombal estava mesmo ali à mão. A verdade é que nunca mais se fazia de dia.
Havia muita caça nesses idos anos de mil e novecentos e setenta e qualquer coisa. Hoje em dia, um caçador que apanhe a caça que a foto nos mostra e que foi morta por um amigo meu em terras de Beja, por certo que poderá cantar vitória. E quem a não vir dirá que está a mentir.
Lembro-me que uma vez, nesse anos de oiro de caça, num só dia, matei sete lebres….( se calhar já me descuidei na minha veia de caçador e mentiroso…é melhor ficarmos por aqui.)
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