segunda-feira, 28 de setembro de 2009
O RESTAURANTE DO CLUBE NÁUTICO "JÁ TEM DONO"
domingo, 27 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
CESTAS DE POESIA (LXXXVII)
O nosso amigo Joaquim Pessinhas
É um bom hortelão
Vai plantar as couvinhas
Para as comer no Verão
Quando a horta vai cavar
É com grande opinião
Diz que é terra para melão
Mas depois vai-se enfadar
Porque tem que arrancar
As ervas daninhas
Eu digo-lhe uma das minhas
Porque é muito bom rapaz
Ele sabe o que faz
O nosso amigo Joaquim Pessinhas
Quando semeia a batata
Põe sempre muito esterco
É um trabalho “perfêto”
Por isso depois enche a saca
Quer comprar uma maca
Quando tiver ocasião
E também um enxadão
Para depois as arrancar
Não me enfado de o gabar
Porque é um bom hortelão
Quando planta o tomate
Arrima-lhe sempre muito adubo
Ele é que sabe tudo
Porque é filho da arte
Marca em toda a parte
Com algumas palavrinhas
Lá na Quinta das Eirinhas
Já foi campeão
E se as tem na mão
Vai plantar as couvinhas
Quando é de manhãzinha
Que vai logo a regar
Diz que é para acabar
No mesmo dia à tardinha
Parece que adivinha
Tem uma grande orientação
Quando esgotar o Poceirão
Tem o trabalho terminado
Porque está quase tudo criado
Para as comer de Verão
AUTOR: JOÃO MARTINS VILELA/BENAVILA
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
IV ENCONTRO DE POETAS POPULARES NO CONCELHO DE AVIS - "BENAVILA É UM POEMA"
Neste encontro e sob o título de “BENAVILA É UM POEMA”, ao que “DO CASTELO” conseguiu apurar, irão estar presentes mais de trinta e cinco poetas populares vindos de todo o Alentejo, desde Porto Covo e Ervidel, até Évora, Portalegre ou Sousel entre outras localidades.
“Bena” irá estar representado por três poetas, a saber: JOÃO MARTINS VILELA, JOSÉ COUTINHO CALHAU E JOÃO CARVALHO.
Este Encontro é aberto ao público em geral, tem entradas livres e terá lugar a partir das 14 horas de Sábado, 26, no Pavilhão Multiusos de Benavila.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
FORAM OS TERCEIROS!!!
É verdade, os PSDs foram os terceiros a chegarem à minha caixa de correio. Chegaram ainda antes do Equinócio de Setembro. Chegaram na passada sexta-feira mas com tanta coisa para debitar por mor da feira, o anúncio da sua chegada ficou adiada.
São uns valentes estes PSDs! Chegaram sozinhos a minha casa. Como se devem lembrar, o PS chegou-me com Miranda Calha acompanhado do “sobrinho” José Sócrates, a CDU chegou acompanhada do "tio" Jerónimo de Sousa e o PSD veio só.
Perguntei ao Cristóvão Crespo a razão deste abandono por parte das cúpulas, ao que ele me respondeu:
- Sabes uma coisa, companheiro?, a nossa “avó” Manela deu-nos um pouco de liberdade e nós aproveitámo-la, antes que ela se lembre de suspender as liberdades da democracia…
Não era isto que eu queria ouvir e desliguei a minha prótese auditiva como aliás faço sempre que as conversas não me agradam. Ainda o vi mexer os lábios em explicações gesticuladas que já não ouvi pelas razões atrás expostas.
Fico a aguardar mais dois dias, e quem sabe se a avó Manuela Ferreira Leite aparecer pela minha caixa de correio e eu ainda não tiver encontrado o meu sentido de voto, me possa levar a votar nela…
P.S.: a atestar pela bandeira que encima uma porta, parece que esta rapaziada do PSD/Avis tem desta vez a Sede de campanha ali nas proximidades da confluência da Rua António José de Almeida com a Rua 1º de Maio.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
AINDA A NOSSA FEIRA FRANCA
Foto 1 - ASSADORES
Foto 2 - CAROLICE
Foto 3 - CRIATIVIDADE
Foto 4 - PROFISSIONALISMO
Foto 5 - ESPECTÁCULOsegunda-feira, 21 de setembro de 2009
FEIRA FRANCA - O FIM
domingo, 20 de setembro de 2009
ASSIM... EU VI... A FORÇA DO TONY! ASSIM... EU VI... A FORÇA DO TONY!!
Foto 2 - Vindas de Aveiro chegaram de madrugada, brigaram-se, mas foram as primeiras a chegar!
Foto 2 - São de Avis e foram as segundas a chegar!
Foto 3 - A fila para a casa de banho das senhoras era enorme...havia que aviar pois que mais tarde já não haveria tempo para aliviar a bexiga
Foto 5 - Mais forte que o Tony Carreira só mesmo o sono...
Foto 6- Felizes, dançando embalados pelo som da voz melodiosa do "Astro-Rei" da noite...
Foto 7 - "As vendas estão más. As pessoas querem mas não podem. Depois vieram esses gajos do estrangeiro para acabarem com o resto..."sábado, 19 de setembro de 2009
A FEIRA FRANCA VISTA POR MIM (EM 18 DE SETEMBRO)
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
CESTAS DE POESIA ( LXXXVI)
Apreciem:
Tu é que és o Rodrigo
O tal que cantava o fado
Eu gosto de falar contigo
Porque nunca te vejo atrapalhado
És um homem analfabeto
Mas muito inteligente
Tu conquistas toda a gente
Com esse teu caminho certo
Poucos te conhecem de perto
Isto fica para comigo
Nas horas várias do perigo
Tu é que vences as batalhas
Ganhas sempre muitas medalhas
Porque tu é que és o Rodrigo
Eras muito rapaz novo
Quando te meteste na poesia
Com essa tua simpatia
Acarinhas o nosso povo
Agora neste mundo novo
Fica o teu nome gravado
És por todos estimado
Com esse teu grande talento
Faz obras de afundamento
O tal que cantava o fado
Dos poetas tem saudade
Essa tua vida inteira
Eles deixam-te uma bandeira
À tua curiosidade
Nessa velha mocidade
O Jaime foi teu amigo
E agora por bem te digo
E também o Antão
Quando calha a ocasião
Eu gosto de falar contigo
Já vais a estar velhote
Está-se-te o tempo a passar
Estou-me agora a alembrar
Quando pegavas no mote
Davas sempre “bigote”
E nunca foste mal tratado
No teu livro fica arquivado
O nome de todos os cantores
E és para isso que fores
Porque nunca te vejo atrapalhado
AUTOR: JOÃO MARTINS VILELA/BENAVILA (Feito em 2001)
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
FORAM OS SEGUNDOS!!!
É verdade: chegaram os segundos.
Ontem “poisaram” na minha caixa de correio os panfletos da CDU. Avis está bem representado já que dos cinco elementos que representam o distrito na candidatura da CDU ao círculo eleitoral de Portalegre, três têm laços profundos com Avis, quer por naturalidade quer por razões de emprego: António José Faria de Paula Campos (mandatário), Joaquim Manuel Nunes Lopes e António José Lopes Carreiras.
Assim à primeira vista parece-me que há aqui um piscar de olho da CDU ao PS, um querer dar uma ajudinha… Vejamos, a CDU diz agora nestas eleições para a Assembleia da República, numa altura em que quem está no poder é o PS:
"Ruptura e mudança Sim, é possível uma vida melhor!"
Então não será que para as autárquicas em Avis o PS local possa pegar neste slogan e aplicá-lo aqui em Avis numa altura em que quem por cá está no poder é a CDU?
O Camarada Jerónimo parece-me mal de gravata. Confesso que não gosto de o ver assim: traz um acessório que não lhe fica bem, um símbolo do capitalismo desenfreado e opressor. Gosto mais de o ver de mangas arregaçadas, em ar de trabalho. Em conversa privada, na minha sala disse-lho e ele retorquiu-me:
- Sabes camarada? A gravata representa a opressão do capitalismo sobre o povo trabalhador, o modo como o capital asfixia os mais necessitados, os mais pobres, os que dia a dia lutam pela sobrevivência. Quando a tiro sinto um alívio tal, uma sensação de liberdade tão grande, que me permite redobrar as forças, arregaçar então as mangas para continuar a luta a favor dos mais pobres, dos trabalhadores do meu país, dos mais necessitados, dos excluidos da sociedade. ´Tás a compreender, camarada?
Entretanto na minha música de fundo acabara de cantar o “Avante Camarada!” que por uma questão de cortesia pusera a tocar e que é tão do agrado do meu visitante.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
ALELUIA!!!!!!!!!! O MARANHÃO RESSUSCITOU!!!!!
O MARANHÃO RESSUSCITOU AO TERCEIRO MÊS!!!!!!!!!!!!!!!!!!
É SÓ CLICAREM ACIMA PARA VEREM QUE NÃO OS ESTOU A ENGANAR!!!!!!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
A ANGÚSTIA DO "NINHO ABANDONADO"
A adolescência é uma fase difícil da vida. Para os próprios adolescentes, que se sentem confusos no seu novo papel e tendem a desafiar a autoridade paterna. E para os pais, muitas vezes incapazes de aceitar que os filhos se estão a tornar adultos. É quanto basta para se instalar na família o chamado conflito de gerações. Comunicação é a palavra-chave para vencer a crise.
As respostas tortas são o primeiro sinal de que os adolescentes estão a crescer, à procura do seu próprio caminho. Desafiar a autoridade paterna, quanto mais não seja contrariando verbalmente as decisões de pai e mãe, é a forma que os adolescentes encontram de se tentarem afirmar como indivíduos. É uma forma natural, apesar de perturbar o ambiente familiar e de deixar pai e mãe à beira de um ataque de nervos.
…nesses confrontos há uma frase repetida à exaustão pelos adolescentes: “Já não tenho idade para…”…e quando confrontados com as consequências, também têm uma resposta invariável: “ O problema é meu”…
Penso que isto retrata o padrão de um(a) adolescente. Haverá quem pense ou queira pensar que consigo nada disto se passa ou passou, mas se calhar é porque não querem ver bem as coisas…
Um dia - há sempre um dia destes para quem vive longe dos grandes centros civilizacionais - os(as) adolescentes têm que abandonar a casa paterna e rumar a novos destinos. À primeira vista poderia pensar-se que era uma solução de resolver o problema. No entanto não o é. Mas estou em crer que o vazio que se sente é bem maior para quem fica do que para quem parte. Para esses é o libertar de uma corrente correctora, é um afirmar de um mundo a sós, sem "cotas" a chatear. Mas quem fica, fica em permanente angústia: a comida enrola-se na boca, não vai para baixo. O estômago parece que tem um enorme buraco, ou será um novelo? Os dias custam a passar…nunca mais é sexta-feira! O quarto está vazio e cria-se uma estranha sensação que auto-denominei de “ninho abandonado”. Ficamos tristes, amargurados e o chorar poderá aliviar mas não resolve o problema. Chegamos a ter imensas saudades das tais respostas tortas…
Amiga R., o meu ninho já ficou vazio.
Ficou-o no passado dia 7 deste mês. Só eu sei como tenho passado!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
FORAM OS PRIMEIROS!
Dali (da caixa de correio) transitaram para a minha sala de estar e mantive com eles uma viva conversa. Se do Sr. Engenheiro não tinha saudades nenhumas porque ele todos os dias me entra pela casa dentro através da televisão e me dá “contas” do que vai e não vai fazendo, já do Dr. Calha as coisas eram diferentes. Confesso que tinha saudades dele. Este como que se eclipsa. Apareceu-me agora e tinha-o visto nas últimas eleições quando o Sr. Engenheiro proclamava o seu discurso de vitória na varanda dum hotel e, curiosamente, posicionado bem perto dele. Ah!, minto: veio-me agora à ideia que o vi aquando da reabertura do Mosteiro de Flor da Rosa, este Verão. Na Assembleia da República não me lembro de alguma vez o ter visto discursar. Referi-lhe isso e ele contrapôs-me:
-Sabes, rapaz? O meu papel não é mediático. O meu papel é mais na sombra em defesa das populações do nosso distrito que depositaram em mim a árdua missão de os representar. Só em defesa da Barragem do Pisão, nem tu sabes quantos meses, quantas noites eu tenho perdido…
Tocaram-me à campainha da porta, saí e esqueci-me de acabar a conversa com este “camarada”. Quando regressei já era tarde. Mas ele de certeza que ainda me vai aparecer de novo cá por casa este mês…nem que seja para me catrapiscar o olho! Nessa altura acabarei a conversa com ele e, quem sabe, se ainda não tiver definido o meu sentido de voto, quem sabe me convença...
domingo, 13 de setembro de 2009
AVIS EM ALTA (x+2)
Foto: "O GAIATO declamando uma das suas poesias"Na imagem, “O Gaiato” declamando uma das suas poesias.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
CESTAS DE POESIA (LXXXV)
Mote:
Eu não sei o que sou
E não sei o que venho a ser
Porque o fado é nosso avô
Não o consigo compreender
Quando era pequenino
Fui um dia de madrugada
O encontro de uma estrada
Onde estava o meu destino
Do que vi eu imagino
O fascismo massacrou
Ele nunca perdoou
A pobreza afinal
Mas digo-me onde está o mal
Eu não sei o que sou
Tinha seis anos de idade
Quando fui ajudar o gado
Mal podia com o cajado
E que não me ficou de saudade
Mas com a minha curiosidade
Passo a vida a sofrer
Eu nunca aprendi a ler
Porque não pude ir à escola
Para gente da minha bitola
Eu não sei o que vem a ser
Se a esquerda se unir
Somos capaz de vencer
Não haver mais sofrer
Nunca mais se repetir
E que já não venhamos a sentir
O tempo que já passou
O pobre sempre gostou
De viver na solidão
Acabar com a escravidão
Porque o fado é nosso avô
Ficou na história gravado
O vinte e cinco de Abril
Ele não sabe repetil
O que lhe foi conquistado
Deixou o povo desorientado
As contas querem fazer
Alguns não entenderem
E diz que nunca as farão
Eu sendo da mesma geração
Não consigo compreender
AUTOR: JOÃO MARTINS VILELA/BENAVILA ( Feito em 2001)
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
CESTAS DE POESIA ( LXXXIV )
Não me lembro de ao longo destas já longas "Cestas de Poesia", por aqui ter trazido algum poeta popular de Benavila. Pois os meses de Setembro e Outubro vão ser preenchidos com décimas do amigo JOÃO MARTINS VILELA, residente e nascido em Benavila a 23 de Outubro de 1930.
João Martins Vilela é um homem simples que sente orgulho nas “obras” que faz. Brilham-lhe os olhos de entusiasmo quando fala dos seus trabalhos poéticos. E diz-me:
- Olhe que nunca faço poesia para “descadeirar” em ninguém. Só para dizer bem, para engrandecer. Só uma vez é que tive que “descadeirar” num, porque ele me fez umas quadras ofensivas e eu tive que me defender.
Vamos ver que efectivamente assim o é, à medida que for sendo publicado aquilo que consegui recolher junto deste poeta amigo.
Passemos então ao primeiro trabalho de quarenta pontos que foi dedicado ao Sr. Manuel Dionísio:
Mote:
Ó Manuel Dionísio
És um bom caçador
Tens tudo quanto é preciso
Eu dou-te muito valor
Quando vais caçar
É com uma grande opinião
Levas sempre o teu cão
Para a caça te levantar
Começas a “pinsar”
E com muito juízo
Nesse grande paraíso
Já se levantou um “librão”
Mas não digas não
Ó Manuel Dionísio
Foste caçar aos patos
Um dia de madrugada
Mas nunca mataste nada
Que eram muito fracos
Eles pareciam “ajactos”
Que até mudavam de cor
E se possível for
Continuam a voar
Eras capaz de os matar
Porque és um bom caçador
Quando vais aos pombos
Levas sempre a negaça
Chegas lá, não encontras caça
Ficas a olhar para os combros
No fim de tantos tombos
Ainda tens o teu sorriso
Pensas logo num “deslizo”
Vais caminho da Calatrava
Porque lá é que te dava
Porque tens tudo o que é preciso
Quando foste para França
Já não vieste aos cogumelos
E eles que são tão belos
Mas tiveste que fazer a mudança
Quem trabalha sempre alcança
Ouve, és um bom professor
Tratas tudo com amor
A nível nacional
Eu não te levo a mal
Eu dou-te muito valor.
AUTOR: JOÃO MARTINS VILELA/BENAVILA
terça-feira, 1 de setembro de 2009
SAUDANDO SETEMBRO
Tenho boas razões para não gostar pois que foi precisamente em 17 de Setembro de 1977 que faleceu minha mãe que, á data do óbito, tinha 54 anos. Daí não ter uma razão plausível que justifique esta minha obsessão por Setembro. Talvez a proximidade do Outono com os seus tons fortes de castanhos e amarelos emaranhados sejam a razão desta paixão.
Há vários anos que busco uma canção de Madalena Iglésias que fala precisamente de Setembro. Todos os anos por estas alturas – e só por estas alturas - tenho buscado incessantemente a canção e… nada. Andava por caminhos errados. Mas hoje eis que a descubro. E apresso-me a saudar Setembro na voz de Madalena Iglésias.
Os “cotas” como eu lembrar-se-ão por certo desta canção. Os outros terão oportunidade de a ouvir agora. Ora oiçam clicando abaixo:
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
CESTAS DE POESIA ( LXXXIII)
Ó primavera brilhante
Que a todos dás alegria,
Canta todo o passarinho
Ó que linda harmonia!
É gosto a gente ver
Os campos a verdejar
As flores branquejar
Tudo a resplandecer,
Ali começa a aparecer
A abelhinha contente
Com seu cheiro diferente
Do delicioso alecrim
Tudo isto é um jardim
Ó primavera brilhante!
O gado anda pastando
E no grandioso prado
O pastor anda animado
Satisfeito anda cantando,
A borboleta voando
Ali próximo ao meio-dia
Também canta a cotovia
A chamar pelos filhinhos
Ó que tempo tão bonito
Que a todos dás alegria!
Logo ao nascer do sol
As aves a chilrear
Começa tudo a cantar
Também canta o rouxinol,
Pintassilgo no girassol
Roubando o seu baguinho
Para levar ao filhinho
Que está ainda no casal
Canta tudo em geral
Canta todo o passarinho!
Flores de tanta raça
Tão bonitas e branquinhas
Papoilas encarnadinhas
Tudo aquilo é uma graça,
Melro pousado nas balsas
Ali canta e assobia
No mais formoso dia
Mira o homem que vai passando
Canta andorinha voando
Ó que linda alegria!
Autor: Desconhecido
Recolha efectuada junto do Sr. Manuel Narciso Sebastião/Avis
terça-feira, 25 de agosto de 2009
GENTE ( MUITO BOA) DA NOSSA TERRA
Foto: "JOÃO JOAQUIM CARRILHO fez 95 anos...todos os dias este ancião se entretem com o hobby a que se dedica...já lá vão uns trinta e cinco anos..."JOÃO JOAQUIM CARRILHO fez 95 anos no passado dia 11 deste mês.
Se estiver interessado em conhecer e apreciar o seu trabalho – e porque não, ficar com uma recordação - visite-o ali naquela casa do lado esquerdo que fica mesmo junto às últimas bombas da gasolina quando se sai de Avis no sentido de Ponte de Sôr.
Garanto-lhe que para além de ficar espantado com a obra deste artesão, ainda ficará a saber mais uma anedota ou quiçá ouvirá uma poesia ou história engraçada doutros tempos.
Sr. João Carrilho, para si, pela sua jovialidade, sabedoria e exemplo de vida, vai o meu abraço de amizade.























