Maria João Costa Rijo Micaelo morava no Ervedal. Tinha 33 anos e faleceu ontem. Deixa duas filhas menores: uma com 14 anos e outra com 4 anos.
O funeral vai ser hoje.
Se sempre nos questionamos perante a inevitabilidade da morte acontecer um dia, mais pertinente é perguntarmo-nos porque se morre aos 33 anos. Por certo não se terá chegado ao fim da vida mas tão só a menos de metade.
Maria João não vai ter a sua foto nas capas dos jornais nem tão pouco nas revistas cor-de-rosa. Não por ser menos importante que essas pessoas que por lá aparecem em semelhantes infortúnios, mas tão-somente porque era pobre, vivia no anonimato, como quase todos nós.
A família da Maria João tinha muitas dificuldades económicas. Agora essas dificuldades são redobradas. Nem há dinheiro para cobrir as despesas do funeral. Encontra-se aberta uma subscrição, feita porta a porta no Ervedal para angariar fundos que possam suprir essa necessidade.
Porque hoje (pensamos, nós) estamos bem e não precisamos de ajuda, ninguém nos garante que amanhã o estejamos e não precisemos nós de ser ajudados. Por isso há que ser solidário e o apelo que é lançado “DO CASTELO” é que todos quantos possam e queiram, façam chegar o seu contributo para esta causa à Junta de Freguesia de Ervedal, ou ao Sr. Paulo Jorge, na Cooperativa de Consumo. Eles se encarregarão de gerir esta aflitiva situação. Não importa quanto nos é possível dar. Mas é imperioso que cada um de nós contribua com o que puder. Se não fôr hoje, amanhã.
À Ana Micaelo, que é amiga da minha “filha”, vai um beijo de profundo sentimento e pesar do tamanho do mundo, sabendo embora que ninguém lhe pode restituir a ela e à irmã o melhor bem que acabam de perder: a sua mãe.
Vamos todos ser solidários!
O funeral vai ser hoje.
Se sempre nos questionamos perante a inevitabilidade da morte acontecer um dia, mais pertinente é perguntarmo-nos porque se morre aos 33 anos. Por certo não se terá chegado ao fim da vida mas tão só a menos de metade.
Maria João não vai ter a sua foto nas capas dos jornais nem tão pouco nas revistas cor-de-rosa. Não por ser menos importante que essas pessoas que por lá aparecem em semelhantes infortúnios, mas tão-somente porque era pobre, vivia no anonimato, como quase todos nós.
A família da Maria João tinha muitas dificuldades económicas. Agora essas dificuldades são redobradas. Nem há dinheiro para cobrir as despesas do funeral. Encontra-se aberta uma subscrição, feita porta a porta no Ervedal para angariar fundos que possam suprir essa necessidade.
Porque hoje (pensamos, nós) estamos bem e não precisamos de ajuda, ninguém nos garante que amanhã o estejamos e não precisemos nós de ser ajudados. Por isso há que ser solidário e o apelo que é lançado “DO CASTELO” é que todos quantos possam e queiram, façam chegar o seu contributo para esta causa à Junta de Freguesia de Ervedal, ou ao Sr. Paulo Jorge, na Cooperativa de Consumo. Eles se encarregarão de gerir esta aflitiva situação. Não importa quanto nos é possível dar. Mas é imperioso que cada um de nós contribua com o que puder. Se não fôr hoje, amanhã.
À Ana Micaelo, que é amiga da minha “filha”, vai um beijo de profundo sentimento e pesar do tamanho do mundo, sabendo embora que ninguém lhe pode restituir a ela e à irmã o melhor bem que acabam de perder: a sua mãe.
Vamos todos ser solidários!














