Foto 2 - "Arquitectura de Terra em Avis", o livrosexta-feira, 9 de novembro de 2007
INÊS FONSECA LANÇA LIVRO
Foto 2 - "Arquitectura de Terra em Avis", o livroquinta-feira, 8 de novembro de 2007
UMA CARTA ABERTA AO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Ílhavo, 22 de Outubro de 2007
Senhor Presidente da República Portuguesa
Excelência:
Disse V. Excia, no discurso do passado dia 5 de Outubro, que os professores precisavam de ser dignificados e eu ouso acrescentar: “Talvez V. Excia não saiba bem quanto!”
1. Sou professor há mais de trinta e seis anos e no ano passado tive o primeiro contacto com a maior mentira e o maior engano (não lhe chamo fraude porque talvez lhe falte a “má-fé”) do ensino em Portugal que dá pelo nome de Cursos de Educação e Formação (CEF).
A mentira começa logo no facto de dois anos nestes cursos darem equivalência ao 9º ano, isto é, aldrabando a Matemática, dois é igual a três!
Um aluno pode faltar dez, vinte, trinta vezes a uma ou a várias disciplinas (mesmo estando na escola) mas, com aulas de remediação, de recuperação ou de compensação (chamem-lhe o que quiserem mas serão sempre sucedâneos de aulas e nunca aulas verdadeiras como as outras) fica sem faltas. Pode ter cinco, dez ou quinze faltas disciplinares, pode inclusive ter sido suspenso que no fim do ano fica sem faltas, fica puro e imaculado como se nascesse nesse momento.
Qual é a mensagem que o aluno retira deste procedimento? Que pode fazer tudo o que lhe apetecer que no final da ano desce sobre ele uma luz divina que o purifica ao contrário do que na vida acontece. Como se vê claramente não pode haver melhor incentivo à irresponsabilidade do que este.
2. Actualmente sinto vergonha de ser professor porque muitos alunos podem este ano encontrar-me na rua e dizerem: ”Lá vai o palerma que se fartou de me dizer para me portar bem, que me dizia que podia reprovar por faltas e, afinal, não me aconteceu nada disso. Grande estúpido!”
3. É muito fácil falar de alunos problemáticos a partir dos gabinetes mas a distância que vai deles até às salas de aula é abissal. E é-o porque quando os responsáveis aparecem numa escola levam atrás de si (ou à sua frente, tanto faz) um magote de televisões e de jornais que se atropelam uns aos outros. Deviam era aparecer nas escolas sem avisar, sem jornalistas, trazer o seu carro particular e não terem lugar para estacionar como acontece na minha escola.
Quando aparecem fazem-no com crianças escolhidas e pagas por uma empresa de casting para ficarem bonitos (as crianças e os governantes) na televisão.
Os nossos alunos não são recrutados dessa maneira, não são louros, não têm caracóis no cabelo nem vestem roupa de marca.
Os nossos alunos entram na sala de aula aos berros e aos encontrões, trazem vestidas camisolas interiores cavadas, cheiram a suor e a outras coisas e têm os dentes em mísero estado.
Os nossos alunos estão em estado bruto, estão tal e qual a Natureza os fez, cresceram como silvas que nunca viram uma tesoura de poda. Apesar de terem 15/16 anos parece que nunca conviveram com gente civilizada.
Não fazem distinção entre o recreio e o interior da sala de aula onde entram de boné na cabeça, headphones nos ouvidos continuando as conversas que traziam do recreio.
Os nossos alunos entram na sala, sentam-se na cadeira, abrem as pernas, deixam-se escorregar pela cadeira abaixo e não trazem nem esferográfica nem uma folha de papel onde possam escrever seja o que for.
Quando lhes digo para se sentarem direitos, para se desencostarem da parede, para não se virarem para trás olham-me de soslaio como que a dizer “Olha-me este!” e passados alguns segundos estão com as mesmas atitudes.
4. Eu não quero alunos perfeitos. Eu quero apenas alunos normais!!!
Alunos que ao serem repreendidos não contradigam o que eu disse e que ao serem novamente chamados à razão não voltem a responder querendo ter a última palavra desafiando a minha autoridade, não me respeitando nem como pessoa mais velha nem como professor. Se nunca tive de aturar faltas de educação aos meus filhos por que é que hei-de aturar faltas de educação aos filhos dos outros? O Estado paga-me para ensinar os alunos, para os educar e ajudar a crescer; não me paga para os aturar! Quem vai conseguir dar aulas a alunos destes até aos 65 anos de idade?
Actualmente só vai para professor quem não está no seu juízo perfeito mas se o estiver, em cinco anos (ou cinco meses bastarão?...) os alunos se encarregarão de lhe arruinar completamente a sanidade mental.
Eu quero alunos que não falem todos ao mesmo tempo sobre coisas que não têm nada a ver com as aulas e quando peço a um que se cale ele não me responda: “Por que é que me mandou calar a mim? Não vê os outros também a falar?”
Eu quero alunos que não façam comentários despropositados de modo a que os outros se riam e respondam ao que eles disseram ateando o rastilho da balbúrdia em que ninguém se entende.
Eu quero alunos que não me obriguem a repetir em todas as aulas “Entram, sentam-se e calam-se!”
Eu quero alunos que não usem artes de ventríloquo para assobiar, cantar, grunhir, mugir, roncar e emitir outros sons. É claro que se eu não quisesse dar mais aula bastaria perguntar quem tinha sido e não sairia mais dali pois ninguém assumiria a responsabilidade.
Eu quero alunos que não desconheçam a existência de expressões como “obrigado”, “por favor” e “desculpe” e que as usem sempre que o seu emprego se justifique.
Eu quero alunos que ao serem chamados a participar na aula não me olhem com enfado dizendo interiormente “Mas o que é que este quer agora?” e demorem uma eternidade a disponibilizar-se para a tarefa como se me estivessem a fazer um grande favor. Que fique bem claro que os alunos não me fazem favor nenhum em estarem na aula e a portarem-se bem.
Eu quero alunos que não estejam constantemente a receber e a enviar mensagens por telemóvel e a recusarem-se a entregar-mo quando lho peço para terminar esse contacto com o exterior pois esse aluno “não está na sala”, está com a cabeça em outros mundos.
Eu sou um trabalhador como outro qualquer e como tal exijo condições de trabalho! Ora, como é que eu posso construir uma frase coerente, como é que eu posso escolher as palavras certas para ser claro e convincente se vejo um aluno a balouçar-se na cadeira, outro virado para trás a rir-se, outro a mexer no telemóvel e outro com a cabeça pousada na mesa a querer dormir?
Quando as aulas são apoiadas por fichas de trabalho gostaria que os alunos, ao sair da sala, não as amarrotassem e deitassem no cesto do lixo mesmo à minha frente ou não as deixassem “esquecidas” em cima da mesa.
Nos últimos cinco minutos de uma aula disse aos alunos que se aproximassem da secretária pois iria fazer uma experiência ilustrando o que tinha sido explicado e eles puseram os bonés na cabeça, as mochilas às costas e encaminharam-se todos em grande conversa para a porta da sala à espera que tocasse. Disse-lhes: “Meus meninos, a aula ainda não acabou! Cheguem-se aqui para verem a experiência!” mas nenhum deles se moveu um milímetro!!!
Como é possível, com alunos destes, criar a empatia necessária para uma aula bem sucedida?
É por estas e por outras que eu NÃO ADMITO A NINGUÉM, RIGOROSAMENTE A NINGUÉM, que ouse pensar, insinuar ou dizer que se os meus alunos não aprendem a culpa é minha!!!
5. No ano passado tive uma turma do 10º ano dum curso profissional em que um aluno, para resolver um problema no quadro, tinha de multiplicar 0,5 por 2 e este virou-se para os colegas a perguntar quem tinha uma máquina de calcular!!! No mesmo dia e na mesma turma outro aluno também pediu uma máquina de calcular para dividir 25,6 por 1.
Estes alunos podem não saber efectuar estas operações sem máquina e talvez tenham esse direito. O que não se pode é dizer que são alunos de uma turma do 10º ano!!!
Com este tipo de qualificação dada aos alunos não me admira que, daqui a dois ou três anos, estejamos à frente de todos os países europeus e do resto do mundo. Talvez estejamos só que os alunos continuarão a ser brutos, burros, ignorantes e desqualificados mas com um diploma!!!
6. São estes os alunos que, ao regressarem à escola, tanto orgulho dão ao Governo. Só que ninguém diz que os Cursos de Educação e Formação são enormes ecopontos (não sejamos hipócritas nem tenhamos medo das palavras) onde desaguam os alunos das mais diversas proveniências e com histórias de vida escolar e familiar de arrepiar desde várias repetências e inúmeras faltas disciplinares até famílias irresponsáveis.
Para os que têm traumas, doenças, carências, limitações e dificuldades várias há médicos, psicólogos, assistentes sociais e outros técnicos, em quantidade suficiente, para os ajudar e complementar o trabalho dos professores?
Há alunos que têm o sublime descaramento de dizer que não andam na escola para estudar mas para “tirar o 9º ano”.
Outros há que, simplesmente, não sabem o que andam a fazer na escola…
E, por último, existem os que se passeiam na escola só para boicotar as aulas e para infernizar a vida aos professores. Quem é que consegue ensinar seja o que for a alunos destes? E por que é que eu tenho de os aturar numa sala de aula durante períodos de noventa e de quarenta e cinco minutos por semana durante um ano lectivo? A troco de quê? Da gratidão da sociedade e do reconhecimento e do apreço do Ministério não é, de certeza absoluta!
7. Eu desafio seja quem for do Ministério da Educação (ou de outra área da sociedade) a enfrentar ( o verbo é mesmo esse, “enfrentar”, já que de uma luta se trata…), durante uma semana apenas, uma turma destas sozinho, sem jornalistas nem guarda-costas, e cumprir um horário de professor tentando ensinar um assunto qualquer de uma unidade didáctica do programa escolar.
Eu quero saber se ao fim dessa semana esse ilustre voluntário ainda estará com vontade de continuar. E não me digam que isto é demagogia porque demagogia é falar das coisas sem as conhecer e a realidade escolar está numa sala de aula com alunos de carne, osso e odores e não num gabinete onde esses alunos são números num mapa de estatística e eu sei perfeitamente que o que o Governo quer são números para esse mapa, quer os alunos saibam estar sentados numa cadeira ou não (saber ler e explicar o que leram seria pedir demasiado pois esse conhecimento justificaria equivalência, não ao 9º ano, mas a um bacharelato…).
É preciso que o Ministério diga aos alunos que a aprendizagem exige esforço, que aprender custa, que aprender “dói”! É preciso dizer aos alunos que não basta andar na escola de telemóvel na mão para memorizar conhecimentos, aprender técnicas e adoptar posturas e comportamentos socialmente correctos.
Se V.Excia achar que eu sou pessimista e que estou a perder a sensibilidade por estar em contacto diário com este tipo de jovens pergunte a opinião de outros professores, indague junto das escolas, mande alguém saber. Mas tenha cuidado porque estes cursos são uma mentira…
Permita-me discordar de V. Excia mas dizer que os professores têm de ser dignificados é pouco, muito pouco mesmo…
Atenciosamente
Domingos Freire Cardoso
Professor de Ciências Físico-Químicas
Rua José António Vidal, nº 25 C
3830 - 203 ÍLHAVO
Tel. 234 185 375 / 93 847 11 04
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
MEMÓRIAS ( CADA VEZ MAIS SAUDOSAS) DE UM BENFIQUISTA
Foto 1 - Frente do bilhete
Foto 2 - Verso do bilheteterça-feira, 6 de novembro de 2007
GHEGOU A ALTURA DE DIZER BASTA!!!!
"HOJE DIA 6, ÀS 12H20M VAMOS PROTESTAR CONTRA INTERNET. CARACOL NOS CTT AVIS. PASSA SMS. A TV VAI ESTAR PRESENTE"
É ALTURA DE DIZER BASTA A QUEM CONNOSCO TEM ANDADO A "GOZAR" ULTIMAMENTE.
APARECE!!!
domingo, 4 de novembro de 2007
MEMÓRIAS (SAUDOSAS) DE UM BENFIQUISTA
Foto : 1
Foto - 2
Foto - 3 (verso bilhete foto 2)
Foto - 3 - UMA EQUIPA DE SONHO!
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
FLORES EM MEMÓRIA
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
E VÃO 24!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007
TUDO TEM UMA RAZÃO DE SER!
Tudo tem uma razão de ser.
Certamente que há mais de três semanas que a sinalética da foto 1 se encontra à saída de Avis, no sentido para Ponte de Sôr, ali junto ao local onde se chegou a denominar de “Horta do Jeremias”. Passando de carro, bem tentava eu vislumbrar o porquê das placas e o porquê de ali estarem há tanto tempo (algumas já foram até “atropeladas”). Nada consegui no entanto descobrir até que hoje, resolvi averiguar, a pé, o que se passa. E o que se passa está à vista da Foto 2: a água escavou a barreira pondo em causa a sustentabilidade da estrada junto da berma mais chegada ao lado direito. Explicado que está o motivo das referidas placas lá se encontrarem, já não o estará o facto de se demorar tanto tempo a solucionar o problema. Esperemos que um carro mais pesado não cause por lá maiores e mais lamentáveis estragos do que aqueles provocados pelas enxurradas.
Para quando a reparação desta situação anómala? É que o tempo das chuvas aproxima-se a passos largos! (digo eu…)
domingo, 28 de outubro de 2007
OLHA A NOIVA SE VAI LINDA!
Olha a noiva se vai linda!
Compadre já te casaste
Já o laço te apanhou
Deus queira que sempre digas
Se bem estava
Se bem estava melhor estou
Olha a noiva se vai linda
No dia do seu noivado
Também eu queria ser (bis)
Também eu queria
Também queria ser casado.
Ser casado, e ter juízo,
Acho que é bonito estado!
Também eu queria ser (bis)
Também eu queria
Também queria ser casado!
À luz daquela candeia
Foi feito o meu casamento
Óh candeia não t’apagues
Hás-de ser
Hás-de ser um juramento
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
APESAR DE TUDO, GOSTAVA DE SABER!
terça-feira, 23 de outubro de 2007
MEMÓRIAS (SAUDOSAS) DE UM BENFIQUISTA
sábado, 20 de outubro de 2007
HOMENAGEM AOS NOSSOS BOMBEIROS
Há dias necessitei sair de casa cedo e quando às 6 e 10 da manhã estava a “fazer-me à estrada” vejo chegar um ambulância dos Bombeiros de Avis, vinda dos lados do Ervedal. Pensei com os meus botões donde é que viria àquelas horas, o que é que aquele condutor terá dormido, como é que as coisas se teriam passado… E fiquei a pensar um bocado na vida difícil de ser bombeiro. Estes pensamentos vieram-me de novo à memória quando, há bocado em conversa de café, soube que ontem por volta das 19,30 uma ambulância dos Bombeiros de Avis saiu em direcção a Portalegre, com uma urgência. De seguida e acompanhada por uma técnica de saúde daquele Hospital Distrital foi necessário ir a Lisboa a um Hospital Central. A lógica simples, diz-nos que mais fácil seria seguir de Portalegre uma ambulância de lá pois que a Enfermeira que acompanhou o doente teria que regressar a Portalegre evitando-se assim mais de 50 km da ambulância de Avis para regressar a Portalegre levar a referida técnica, antes de rumar de novo a Avis. Mas não foi assim que aconteceu. A ambulância de Avis é que foi para Lisboa. Resumindo: com essas voltas todas, a ambulância que tinha saído às 19,30 de ontem chegou a Avis, hoje às 07,30 da manhã.
Realmente é preciso ter um grande espírito de sacrifício para exercer a profissão de Bombeiro, quanto mais o voluntariado de Bombeiro. Por isso, pelo exemplo de amor ao próximo, deixo aqui registado o meu apreço a todos aqueles que não olhando a sacrifícios, empregam grande parte do seu tempo em benefício dos seus semelhantes. Os Bombeiros de todo o Mundo e os de Avis em particular merecem-me todo o meu respeito.
Permitam-me que reproduza para si que é bombeiro ou que de algum modo está relacionado com a sua actividade e em geito de louvor umas quadras escritas a páginas 179 do Livro de poemas “O REBUSCO” da autoria do poeta popular José da Silva Máximo:
"O BOMBEIRO
O bombeiro destemido
Seja voluntário ou não,
Merece ser distinguido
Com muita consideração.
Sempre pronto a actuar,
Seja de noite ou de dia,
Ouve a sirene tocar
Lá vai ele em correria.
Corre ao Quartel a saber
O que há acontecido
Se há bens que estão a arder
Se há vidas que correm p’rigo.
Com o machado à cintura
Ou com a máscara de gás,
Arriscada e muito dura
É a vida que ele faz.
Vai acima de um telhado
Com a mangueira na mão;
Ele vai onde é chamado
Em qualquer ocasião.
Se o fogo tudo devora
Deixa o campo calcinado,
O bombeiro sofre e chora
Por não o ter dominado.
Numa luta desigual
O bombeiro inteligente
Arrisca a vida afinal
E salva a vida da gente!
Acode a inundações,
Ajuda nos acidentes;
Em muitas ocasiões
Ele transporta doentes.
Quantos já a vida deram
Da forma mais honrosa;
Honrando até que puderam
Profissão tão perigosa.
Vida por vida é seu lema,
O grito da sua voz;
Ajudá-los vale a pena
Que eles trabalham p’ra nós!
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
APLICAÇÃO DO "SIMPLEX" CÁ PELAS NOSSAS BANDAS...
O nosso governo determinou o Programa Simplex 2007, Programa de Simplificação, e nós por cá vamo-lo aplicando como bons cidadãos e como bons cumpridores das leis que somos. Vejamos três casos aleatoriamente escolhidos que bem demonstram a importância de simplificar:
Foto 1:
Em Avis, um comerciante farto dos calotes de que vem sendo vítima, resolveu fazer um aviso diplomático informando que não pode vender a crédito. Receoso de que o comunicado não fosse perceptível por todos quantos o lessem, colocou o aviso da esquerda e penso que aí está tudo dito e ninguém terá dúvidas.
Tudo Simplex como o nosso primeiro-ministro quer!
Foto2:
Espetar placas no chão, à espera que o vento as derrube não é sistema. Daí que os nossos “compadres” de Pavia tenham colocado estas placas de veda municipal encostadas a um cedro, ali junto à estrada nacional e nas imediações dos tanques da lavagem da roupa. È só ir podando o cedro para as placas não desaparecerem.
Tudo Simplex como o nosso primeiro-ministro quer!
Fotos 3 e 3A –
Algures em Avis, entre Frei Henrique e a Samarra, alguém achou por bem dar utilidade às velhas oliveiras que de azeitonas nada dão. Vai daí transformaram-nas em postes de alta tensão…dissimuladas, estilo gota-a-gota. Não poluem a paisagem, é mais económico e cumprem brilhantemente uma função para a qual se calhar ninguém antes tinha pensado que poderiam ser aproveitadas: transportadoras de energia eléctrica, desde a “nascente” (foto 3 A) até ao destino ( no monte lá ao fundo do caminho)
Tudo Simplex como o nosso primeiro-ministro quer!
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
"...EM PORTUGAL, UM EM CADA CINCO VIVE EM SITUAÇÃO DE POBREZA..."
ERRADICAÇÃO POBREZA: Milhares de portugueses assinalam Dia Internacional
Cerca de 45 mil portugueses deverão aderir, quarta-feira, à iniciativa mundial "Levanta-te" contra a pobreza para assinalar o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza. Trata-se de uma das metas traçadas pela ONU nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
( 22:12 / 16 de Outubro 07 )
A iniciativa, desenvolvida em Portugal pela Campanha Pobreza Zero, deverá registar-se um pouco por todo o país em escolas, empresas e associações entre as 21:00 de hoje e as 21:00 de quarta-feira. A poucas horas do início da acção, Portugal está próximo de atingir o objectivo proposto de conseguir este ano que 50 mil portugueses se levantem contra a pobreza. Uma em cada seis pessoas no mundo vive em condições de pobreza extrema, não tem acesso a medicamentos nem à educação básica, indicam dados internacionais. Em Portugal, um em cada cinco vive em situação de pobreza. Por outro lado, 12 por cento da população global - ou seja, o grupo dos 22 países mais ricos do mundo, em que se inclui Portugal - consome 80 por cento dos recursos naturais disponíveis. As inscrições para esta iniciativa começaram há cerca de três semanas e, segundo a organização, a perspectiva de adesão já ultrapassa os valores atingidos em 2006. Em 2006, 20 mil portugueses inscreveram-se na acção "Levanta-te" contra a pobreza, contribuindo assim para o número mundial de 23,5 milhões de pessoas que aderiram a iniciativa. Estes milhões de vozes recordaram aos líderes mundiais que a cada dia que passa 50 mil pessoas morrem de pobreza extrema, que o fosso entre ricos e pobres é cada vez maior e que os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, assumidos pelos governos nas Nações Unidas de reduzir para metade a pobreza extrema até 2015, estão em risco. "
domingo, 14 de outubro de 2007
FINALMENTE: PASSEIOS TURÍSTICOS DE BARCO NO MARANHÃO!
Foto 1 : A gerência do Restaurante "Água Doce" adquiriu um barco turístico...
FOTO 2 : presenteie a sua família com um passeio de barco!A Gerência do Restaurante “Água Doce” adquiriu um barco turístico para tal efeito. Com capacidade para catorze pessoas, penso que bem conversado ele far-se-á à água com um pouco menos de passeantes. A partida é do Clube Náutico e existe mais que um percurso alternativo, pelo que o preço também varia em função do mesmo.
Sempre fomos defensores de que muito do futuro de Avis e suas freguesias depende daquilo que se conseguir tirar deste oásis que se chama Barragem do Maranhão.
Aos “Gustavos” os meus parabéns e a si deixo-lhe duas imagens que talvez lhe abram o apetite para dar uma voltita num destes dias: presenteie a sua família com um passeio de barco!
Garanto que vale a pena!
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
CASAMENTOS DESTES...
Faz hoje precisamente 32 anos que sou casado. É obra! Ah! E atenção, sempre com a mesma mulher.
Numa época em que a vida corre a um ritmo vertiginoso, realmente permanecer tanto tempo "parado" junto da mesma mulher, já não é muito normal. E estou em crer que a partir de agora será mesmo “até que a morte nos separe”. Sim porque, velho e “pançudo”, sem ter uma carteira ou conta bancária recheada de euros quem é que me (nos) quer?
Para que isto tenha acontecido foi preciso muita dose de paciência por parte de minha mulher, e por isso mesmo aqui lhe dedico, numa simples quadra, todo o meu agradecimento e ternura:
FELIZ DO HOMEM QUE TEM
UMA MULHER COMO A MINHA:
É FELIZ COMO NINGUÉM
DESDE MANHÃ À NOITINHA…
Para as mentes deturpadas que já estão a perguntar-se "e entre a noitinha e a manhã?”, peço desculpa mas não falo em público da minha vida íntima…
Toma!
terça-feira, 9 de outubro de 2007
NASCEU MAIS UM BLOGUE EM AVIS
Quem gostar dos TOKIO HOTEL faça favor de entrar em :
http://hausherrtokiohotel.blogspot.com/
e toca a comentar...
domingo, 7 de outubro de 2007
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
"O POEJO" - BOUTIQUE HOTEL - HOTELARIA COM CHARME

Você que não sabe como passar este fim-de-semana prolongado siga o meu conselho: vá fazer o circuito turístico dos três castelos: Portalegre, Castelo de Vide e Marvão. Ora bem: comece por Portalegre, desde logo por ser o mais perto e depois rume a Castelo de Vide; por fim Marvão. Deixe-se encantar por uma vista deslumbrante e como os dias agora já são mais pequenos, porque não pernoitar por essa zona e amanhã prosseguir o circuito em sentido inverso a caminho de Avis? Ah! O seu problema é não saber onde ficar. “DO CASTELO” dá-lhe uma ajuda preciosa: de Marvão desça, sem pressas, rumo a Santo António das Areias, desfrutando dessa serra que começa a receber os primeiros castanhos outonais. Isso, aquela terra que foi próspera produtora de calçado, e de amêndoas, e de azeitonas em conserva e… de tantas outras coisas. Mas voltemos ao presente. Em Santo António tem à sua espera uma “Hotelaria com Charme” (a frase não é minha, é promocional). Chama-se “O POEJO” e garanto-vos que corresponderá às suas exigências. Possuidora de um serviço impecável, ali pode além de utilizar-se do seu magnífico restaurante, desfrutar de um sossego aconchegador que os quartos desta Albergaria lhe oferecem. Leia repousadamente um livro na sua biblioteca e delicie-se com as antiguidades que são topo de gama na decoração de toda a Albergaria.
Não amigo! Essa de que não vai porque não pode comer carne, não pega: é que além de deliciosos pratos de peixe tem ainda à sua espera pratos específicos para vegetarianos. E esta hem?
Dê uma espreitadela em www.a-opoejo.com ou contacte por opoejo@mail.telepac.pt.
Uma coisa é certa: é servido com o requinte de cinco estrelas, num empreendimento classificado de quatro e paga como se fosse de três.
Então porque espera? Faça as malas e ponha-se a caminho.
Boa viagem!
AINDA O II ENCONTRO DE POETAS EM VALONGO
Parabéns ao amigo Major de Terena!
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
MEMÓRIAS DE UM BENFIQUISTA


Faz hoje precisamente dezassete anos que o BENFICA as “mamou” do A. S. Roma no velhinho Estádio da Luz.
No verso do bilhete pode ver-se a antiga sede do glorioso. Conta-se que ao tempo do presidente Vilarinho, a crise económica do Benfica era ainda maior do que agora. Andava um mendigo pelas Portas de Santo Antão e tocou à campainha da Sede do SLB. De dentro, o Vilarinho perguntou:
- Uma esmolinha..., respondeu o mendigo.
- Meta mesmo por debaixo da porta, respondeu-lhe o presidente.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
VALONGO TEVE POESIA E BIGODES DIGNOS DE "RESPÊTO!"
domingo, 30 de setembro de 2007
VALONGO TEVE(MUITO E BOA) POESIA!
Em boa hora surgiu esta parceria entre a Amigos do Concelho de Aviz-Associação Cultural, a Junta de Freguesia de Valongo e a Associação de Juventude o Cruzeiro e, como não podia deixar de ser, apoiado pelo Município local.
De destacar a presença do Sr. Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Avis e ainda a presença de três órgãos da comunicação social, a saber: “O Distrito de Portalegre” (Professor Ribeirinho Leal); “Diário do Sul” (Dr. Costa Coelho) e Rádio Portalegre (Sr. Américo Duarte).
Vários foram os poetas que confessaram ser a primeira vez que se deslocaram a Valongo e demonstraram publicamente a sua vontade de voltar. Só por isso valeu a pena, no nosso simples entender, pois que vieram de locais tão diversos como: Portalegre, Porto Covo, Terena, Campo Maior, Ervidel (Baixo Alentejo), Santo António das Areias, Casa Branca, Cuba (Baixo Alentejo), Évora, Sousel, Alandroal, Galveias, Urra, Alagoa, Lisboa, Arcos (Estremoz) e Cano, além de alguns (Avis tem dezenas de bons poetas e poetisas) do nosso concelho: Valongo, Ervedal, Avis, Aldeia Velha, e Alcórrego.
E para o ano haverá o III Encontro?
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
MEMÓRIAS DE UM BENFIQUISTA


Nem sempre o Benfica de “grande apenas teve os adeptos”, como aconteceu ontem contra o Estrela da Amadora e bem o referenciou o Senhor Camacho. Teve momentos áureos em que se firmou com o nome que hoje possui e do qual presentemente pouco mais resta que isso: o nome.
“DO CASTELO” rebuscou o sótão das suas memórias e durante cerca de um ano, espaçadamente, em datas próprias, ir-vos-á recordando alguns desses momentos a que assistiu, ainda sem sonhar que um dia poderia sentir tantas saudades desses tempos. Terão ilustrações dos bilhetes( frente e verso) de acesso aos referidos jogos.
Em 27 de Setembro de 1989 “arrumou” o Derry City para a Taça dos Clubes Campeões Europeus, com quatro golos a zero. Foram marcadores: MAGNUNSSON ( quando eu for grande gostaria de ter a força que este rapaz tinha a rematar), de VATA, RICARDO e ALDAIR.
Confesse lá: estes nomes já pouco ou nada lhe dizem, pois não?
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
PARABÉNS REDOBRADOS!
Agradou-me bastante a ideia, de iniciativa da Biblioteca Municipal de Avis, de levarem o livro aos cafés/restaurantes.
Denominado “UM CAFÉ COM…MIGUEL TORGA” a mesma consistiu em homenagear e simultaneamente comemorar de maneira muito original a passagem do centenário do nascimento daquele escritor.
Em conversa tida com a responsável pela referida Biblioteca, aquela informou-me de que “ a ideia foi a de colocar a leitura ao alcance daqueles que por motivos vários não vão à Biblioteca”.
Assim podemos encontrar Torga no Café Restaurante Mestre de Avis, na Moagem, no Café da Leonor, na Casa do Benfica, No Restaurante Martins, no Grelha de Ouro ou na Pastelaria Nunes. Importante seria que os livros fossem muito lidos. Mas mais importante ainda foi a iniciativa em si, foi colocar lá os livros. Tive conhecimento que alguns já foram folheados e mesmo lidos. Por isso já valeu a pena.
Não sei se a experiência é para continuar e se iremos tomando cafés, todos os meses, com outros autores. Sinceramente acho que assim deveria ser, embora tal não seja mais que uma mera opinião pessoal.
De destacar que a Associação de Pais quis colaborar com a Biblioteca e concebeu marcadores para livros, com poesias de Torga, que foram colocados nos diversos locais de leitura já mencionados.
“DO CASTELO” solidarizando-se com esta tão importante iniciativa de índole cultural, presta a sua homenagem a todos que nela colaboraram com a reprodução dos versos inscritos num dos tais marcadores de livros:
Miguel Torga (1907-1995)
Brinquedo
Foi um sonho que eu tive:
Era uma grande estrela de papel,
Um cordel
E um menino de bibe
O menino tinha lançado a estrela
Com ar de quem semeia uma ilusão
E a estrela subindo, azul e amarela,
Presa pelo cordel à sua mão.
Mas tão alto subiu
Que deixou de ser estrela de papel.
E o menino, ao vê-la assim, sorriu
E cortou-lhe o cordel.
PARABÉNS A TODOS AQUELES QUE VÃO, POR VEZES LUTANDO CONTRA VENTOS E MARÉS, FAZENDO ALGUMA COISA EM DEFESA DE UMA CULTURA QUE NÃO SENDO DE NINGUÉM É PERTENÇA DE TODOS NÓS!
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
ELAS ANDARAM N'AÍ!!!
“Do Castelo” obteve a foto acima. Garanto-vos que conseguir um registo destes, com uma máquina tipo “artesanal” dá um gozo enorme. Se não acredita experimente você mesmo.
Agora que a tempestade passou aproveitemos a tarde de sábado para irmos ao Auditório Municipal assistir à Conferência sobre “ As T.I.C. e a Economia do Conhecimento”
Garanto-lhe que é muito mais fácil e instrutivo do que conseguir tirar uma fotografia a um raio…
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
É JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO!
“Debater os problemas de um concelho do interior como o nosso e ao mesmo tempo tentar apresentar soluções para esses mesmos problemas foi a filosofia que orientou este ciclo de conferências” nas palavras do seu presidente, Sr. Francisco Alexandre.
No próximo sábado, dia 22 a partir das 15 horas, no Auditório Municipal Ary dos Santos, serão conferencistas convidados os professores da Universidade de Évora Drs. Carlos Alberto Silva e José Manuel Saragoça a que se juntará o saber e experiência do nosso conterrâneo Arnaldo Manuel Canelas, num debate condizido por Fernandino Lopes, da ACA.
Será uma oportunidade a não perder para todos podermos aprender mais alguma coisa sobre as novas tecnologias.
“Do castelo” regista o evento; agora cabe-lhe a si escolher se deve ou não aparecer.
Que lhe parece?
terça-feira, 18 de setembro de 2007
UMA NO CRAVO E MUITAS NA FERRADURA
NO CRAVO (mesmo em cheio!) – O pessoal da saúde vai começar a ter que “picar o ponto”. Já não era sem tempo de acabar com a “rebaldaria” de certos senhores (as) de bata branca para quem o horário de entrada é desconhecido (eu sei que por vezes o horário de saída também o é, quando calha…mas se entrassem a horas…)
O meu aplauso!
NA FERRADURA (e na parte que não tem ferro, no casco, onde dói mais): Apesar da euforia do Ministário da Educação, na abertura do novo ano lectivo, a verdade é que no Curso de Educação e Formação de INFORMÁTICA do Agrupamento Vertical de Escolas de Avis, pasme-se!... ainda NÃO HÁ PROFESSOR DE INFORMÁTICA!
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
PONTO FINAL NA FEIRA FRANCA DE 2007
A feira franca é uma referência. Uns anos melhores outros nem tanto mas é uma referência. Parece que para o ano irá aparecer no mesmo local mas com novo formato de modo a agradar melhor a quem a utiliza, de modo a não se dizer : “Por aí já não dá à conta ir que não há nada”, quando afinal há. Agradou-me sobremaneira o pavilhão da Câmara Municipal. Não sei quem foi o autor do projecto mas quem o conhecer enderece-lhe os parabéns de um admirador anónimo. Agradou-me igualmente o facto de saber (pobre ignorante que eu sou) que a Fundação Abreu Calado embala amêndoas de casca. Confesso que não sabia.
Gostei igualmente do modo como uma vez mais a D. Angélica soube desempenhar as suas funções com um “savoir faire” cada vez mais bem conseguido e que os anos de feira lhe vão dando. Parabéns também para ela e boas melhoras ao “escaldão”!
Gostei de ver gente nova na Feira, e lembro-me de repente, da Informaticavisense, dos Sabores de Avis, da Remax e da Associação de Pais (consta-se que esta Associação possui um “comercial” que em meia hora vendeu mais bonequinhos que duas colegas toda a tarde. Consta-se…)
Gostei do André Sardet .
- Este gajo agradou-lhe tudo, dirá o meu caro(a) leitor(a). Mas não é bem assim.
É claro que quando recebemos visitas na nossa casa temos que os receber da melhor maneira, dando-lhe o melhor lugar na mesa, cedendo-lhe a melhor cadeira da casa. Mas também não podemos dar menos atenção à nossa família, não podemos pôr os nossos filhos a comer no quintal só para que as visitas fiquem melhor instalados. Mas que grande confusão arranjei que até eu já quase me perdi. E vem isto a propósito de quê? É fácil de explicar: nos melhores lugares da mesa (entenda-se, da feira) lá estavam as famílias convidadas de Castelo Branco, Vialonga, Caldas da Rainha, Castelo de Vide, etc., etc. etc. e lá no quintal (entenda-se lá para o fundo da feira, quase no Ervedal, apesar da I Feira do Livro do Alentejo já ter sido há algum tempo) aqueles rapazinhos que se esforçam em defesa da cultura, tentado pôr as pessoas a ler livros que vendem a preços quase irreais. Coitados dos rapazes que, sendo filhos da terra, não deveriam ser postos no quintal. Mas mesmo assim, e apesar de tudo, pareciam satisfeitos pelo desempenho da sua missão, desinteressada e não remunerada. Parece-me serem gente que não desiste…
Ouvi alguns “feirantes” perguntar se este ano não levavam o diploma de participação para casa. Se calhar precisavam dele para se justificarem do sítio por onde tinham andado durante o fim-de-semana. Digo eu…
Alguns a indignarem-se pelo facto de outros colegas fecharem antes da meia-noite; outros a reclamar pelo facto de não os deixarem entrarem com os carros para dentro do recinto da feira quando outros, igualmente participantes em stands, o faziam. Enfim é o costume mas a gente já nem faz caso.
Confesso: de tudo, mas de tudo que vi na feira, do que mais gostei foi do golo do Rui Costa, contra a equipa da Naval.
Com toda a certeza, depois foi do pavilhão do nosso Município.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
AINDA HAVEMOS DE TER UMA SELECÇÃO DE FUTEBOL À SEMELHANÇA DO SEU TREINADOR!
No entanto Scolari também terá que treinar muito, porque se ele erra um murro num “gajo” tão grande quanto o jogador da Sérvia que ontem tentou “deitar abaixo”, como é que quer “matar-matar?”
Mas isto é coisa de pouca monta. O importante é que amanhã começa a nossa Feira Franca e não se esqueça o que ontem aqui deixei expresso: HÁ LIVROS NA FEIRA!”.
Ler é uma forma de nos democratizarmos!
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
HÁ LIVROS NA FEIRA - III EDIÇÃO
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
DESERTIFICAÇÃO!
O Diário “Correio da Manhã” de sábado dia 8/9/2007, além de nos informar de que " azeitonas com sabor a café estão a ser comercializadas desde o início deste mês em Campo Maior” informa-nos igualmente do seguinte na sua página de Ciência e Tecnologia e Sob o título de “PORTUGAL SEM ÁGUA DENTRO DE UMA DÉCADA”:
“ Portugal é um dos três países europeus mais desertificados (os piores são a Itália e a Turquia), com 36% do território afectado e mais de metade do país a correr o risco de se tornar em solo árido se nada for feito para inverter a situação….”
...O Mediterrâneo Norte, onde se incluem o Alentejo e o Algarve, é em grande parte uma região semiárida. As florestas cobrem cinco por cento da superfície”.
(fim de citação)
"DO CASTELO" antecipa-se algumas décadas, e mostra-lhe uma imagem do que poderá ser Avis, enquanto parte integrante de um Alentejo desértico…
sábado, 8 de setembro de 2007
TOPONÍMIA
Por mera casualidade veio-me parar à mão um “escrito” datado de 1933 e eis senão quando lá se me depara o nome de José Diogo Pais.
Pelo menos já sei quem foi e o que de importante o ligou a Avis.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
INDIOS? COW-BOYS? NÃO! SÃO OS DESCOBRIDORES DO SÉCULO XXI!!
Ao vê-los à distância confesso que tremi. Tive medo. Estacionados na estrada Avis-Ervedal, nas imediações do desvio para a Horta das Rosas, eram uma pincelada colorida no desmaiado, amarelento e atípico campo alentejano. Índios? Cow-boys? O lembrar-me do que aquele senhor ministro disse sobre o facto de do “lado de cá do Tejo” sermos um deserto, ainda mais me amedrontou. Estacionei e aproximei-me com um sorriso nos lábios em sinal de paz o que de imediato transmitiu um grau de tranquilidade de parte a parte. Afinal nem eram índios nem cow-boys e se calhar do lado de cá do Tejo só existe deserto na mente conturbada do tal senhor ministro. Com um português fluente, foi fácil estabelecer conversação com estes “descobridores do Século XXI”. São da Holanda. Atravessaram a Alemanha, a França e a Espanha. Entraram em Portugal pelo Minho e voltavam agora de novo para Espanha, via Elvas/Badajoz. Talvez que inspirados nos marinheiros-aventureiros-descobridores Holandeses ou Portugueses, nas carroças transportavam os víveres: galináceos ( foto 3) e uma cabra( foto 4).
Lamentei não ter vinte e poucos anos, espírito aventureiro e uma carroça como a deles. Despedi-me e vim-me embora. Depois, voltei para trás e dei-lhe uma nota de cinco euros para comprarem um gelado para a criança. Agradeceram e queriam que eu trouxesse uma ferradura. Não aceitei. E foi só disso que me arrependi.
Onde estarão eles a estas horas?
I FEIRA DO LIVRO DO ALENTEJO (A identidade alentejana/livros e autores do Alentejo) ENCERROU COM SALDO ALTAMENTE POSITIVO!
A I Feira do Livro do Alentejo, em Ervedal, já foi. E foi um sucesso. E pretende-se que se repita. E pretende-se que seja outro sucesso!
“DO CASTELO” quer apresentar os parabéns a todos quantos tornaram possível este evento, nomeadamente:
Ao pai da iniciativa: esse grande amigo que se chama Aníbal Fernandes (eu sei D. Rute, eu sei: atrás de um grande homem está sempre uma grande mulher…)
À mãe da iniciativa: a Fundação Arquivo Paes Teles
Ao padrinho da iniciativa: O Município de Avis
À madrinha da iniciativa: A Universidade de Évora
Às filhotas da iniciativa (incansáveis trabalhadoras): Elisabete Pereira e Marta Pereira
Aos primos da iniciativa: Casa Fernando Pessoa e Casa dos Livros
Aos vizinhos colaborantes da iniciativa: Amigos do Concelho de Aviz -Associação Cultural e Clube (Grupo?) de Fotografia de Avis
A todos os “anónimos” identificados por uma placa com indicação do nome e a palavra “Organização”.
Todos foram inexcedíveis! Todos merecem os meus parabéns
Talvez que se tenha apostado pouco no Norte Alentejano. Além do cartaz (Avis/Portalegre) e da presença de Rui Cardoso Martins pouco mais se ouviu falar em “Portalegrense”. Até o Hugo Teixeira da Rádio Portalegre não apareceu e nem foi dada nenhuma explicação justificando a sua ausência. Ficava bem. É certo que os diversos Municípios norte alentejanos estiveram representados com os livros dos seus melhores escritores, mas a presença física de autores norte alentejanos foi muito parca.
Um acontecimento cultural desta envergadura merecia até uma cobertura televisiva. (Mas, também aí, até o representante da Sul TV no debate sobre “A Comunicação Social no Alentejo” primou pela ausência.) Uma coisa boa, uma coisa positiva não “vende”. Depois fica lá no fim do mundo, no Alentejo profundo. Ah! Se fosse uma desgraça… Se tivesse caído a ponte do Ervedal quando um carro carregado de passageiros por lá passasse, cheirando a desgraça, então aí estariam cá todos os canais e quem sabe se não em directo e em horário nobre.
Talvez que tivesse sido interessante ter havido uma conversa com autores do concelho de Avis, que os há por cá com obra publicada. Lembro-me assim de repente do jovem Dinis Muacho de Aldeia Velha, da poetisa Ana Codeca de Valongo; do poeta José Afonso Milheiras, igualmente de Valongo; da consagrada Maria Albertina Dordio, de Ervedal e outros que me perdoem por não os mencionar mas não me ocorre mais nenhum de momento. Arranjar-se-ia por certo o número suficiente para uma conversa amiga, caseira, ainda que não tão mediática quanto as havidas.
Não digam a ninguém mas a autora de “Água Pródiga”, a Margarida Morgado, que lançou o seu livro na sexta-feira não é Alentejana. É Algarvia! Mas isso também demonstra o quanto bem nós sabemos receber quem nos visita.
Pois que venha a II Feira do Livro do Alentejo!
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
TRÊS EM UM!
1 – O meu amigo dos Desabafos já o tinha anunciado há vários dias. Eu relembro que começa amanhã e que se prolonga até Domingo a I Feira do Livro do Alentejo, no Ervedal. Veja o programa em http://www.paesteles.org.pt/feiralivro.htm e depois passe por lá. Vai valer a pena!
2 – Hoje tive que sair de casa bastante cedo. Cerca das seis e um quarto da manhã, alguns funcionários da Câmara Municipal de Avis aguardavam pacientemente, nos seus posto de trabalho, que se fizesse de dia para começarem a trabalhar, pois que nesta altura do ano às seis da manhã ainda não se vê nada.
3 - Nesta foto mostra-se um ninho de “Águias” ( ou uma devoção “Camachiana”?) em Ponte de Sôr…
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
SÓ DE CAPACETE!!!
Nunca digam que estão bem. Na passada quinta-feira estava eu muito bem sentado a gozar o agradável fresquinho que se fazia sentir num banco do jardim de Ponte de Sôr, quando oiço um “resmalhar” vindo lá bem do cimo de uma daquelas árvores altíssimas, estilo países nórdicos, que alindam o referido jardim. Com grande surpresa minha vi cair, ali a cerca de um metro do sítio onde me encontrava, a “simpática” pinha que a foto mostra. Seguramente que pesava para aí uns três quilos (se duvida amplie a foto e compare).
Curiosamente andava lá um jardineiro que me disse que da parte da manhã tinham caído três de uma outra árvore e que ele, sempre que se apercebia que as crianças brincavam na relva junto àquelas árvores, avisava os adultos seus responsáveis para o que lhes poderia acontecer.
Acaute-se. No jardim de Ponte de Sôr, só de capacete…











