quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
ÀS VOLTAS CO'A ROTUNDA
Foto: "...aí os máximos já podem ir aos 50Km/hora..."Lembram-se da tal placa dos 30Km/h que nos põe muito à frente dos decretos Socráticos? Bem, se não se lembram leiam o penúltimo post “DO CASTELO”.
Pois bem: acontece que a seguir a essa placa, para aí uns cem metros, (no sentido Ervedal-Avis) aparece outra a indicar aproximação de rotunda e aí “os máximos” já podem ir aos 50Km/hora, contrariando assim a outra que proíbe mais de 30km.
Este aumento repentino de velocidade se calhar é para nos safarmos da rotunda o mais rapidamente possível não vá alguém dar-nos um toque…
Há dias presenciei que um condutor que se dirigia da Antiga E.N. 243 para ir para os Estaleiros da Câmara, "precisou" de controlar a rotunda. Apesar da minha carta ser “da tropa”, parece-me que tal não seria necessário pois o entroncamento para aqueles serviços é antes da chegada à rotunda e não existe ali nenhum sinal de proibição de virar à esquerda. Isto é o que eu penso!
Mas se calhar mais vale jogar pelo seguro….
Pois bem: acontece que a seguir a essa placa, para aí uns cem metros, (no sentido Ervedal-Avis) aparece outra a indicar aproximação de rotunda e aí “os máximos” já podem ir aos 50Km/hora, contrariando assim a outra que proíbe mais de 30km.
Este aumento repentino de velocidade se calhar é para nos safarmos da rotunda o mais rapidamente possível não vá alguém dar-nos um toque…
Há dias presenciei que um condutor que se dirigia da Antiga E.N. 243 para ir para os Estaleiros da Câmara, "precisou" de controlar a rotunda. Apesar da minha carta ser “da tropa”, parece-me que tal não seria necessário pois o entroncamento para aqueles serviços é antes da chegada à rotunda e não existe ali nenhum sinal de proibição de virar à esquerda. Isto é o que eu penso!
Mas se calhar mais vale jogar pelo seguro….
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
PROVÉRBIOS ILUSTRADOS
PROVÉRBIO: Em Janeiro sobe ao outeiro: se vires verdejar, põe-te a chorar; se vires terrejar, põe-te a cantar.
domingo, 13 de janeiro de 2008
DE NOVO AVIS MUITO À FRENTE NO TEMPO!!!!
Foto: "...e já Avis ostenta... a tal medida"Mais uma vez Avis se encontra muito à frente no tempo.
Relembremos apenas dois exemplos: a Ínclita Geração da Dinastia de Avis e os tempos da Reforma Agrária. Concluiremos facilmente que não é a primeira vez (e por certo não será a ultima) que tal acontece.
Pois é verdade: ainda agora andam os cérebros (mal) iluminados do Governo a começar a pensar em reduzir as velocidades dentro das localidades para os 30 km horários e já Avis ostenta, como a foto documenta, a tal medida que ainda há-de sair não se sabe sequer quando. Quer dizer… se for despachada à velocidade com que fecham os serviços de saúde (muito acima da velocidade máxima de um TGV), não tarda nada estará aí…
Que em Avis a indicação já cá está ninguém duvide, agora que haja quem a cumpra, isso é que é pior de demonstrar. Verdade seja dita que a 30km à hora andavam os coches do D. João I, Mestre de Avis, quando este por cá dava umas passeatas… (conta-se!).
Mas faça você mesmo uma experiência: dê uma volta pela vila a 30km à hora e verá se não é assim como lhe digo.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
EM MARVÃO A VINGANÇA SERVIU-SE QUENTE...(A ARDER!)
Foto "DO CASTELO" - "...momento em que os Bombeiros de Marvão tentavam debelar o incêndio"
No passado dia 5, em Marvão, na localidade da Portagem, um cavalheiro separado da mulher há vários anos, procurou-a ao entardecer, espancou-a tendo a mesma sido internada no hospital. E, não satisfeito, deitou fogo a uns casões que eram propriedade da agredida.
“DO CASTELO” estava por perto e captou a foto que documenta o preciso momento em que os Bombeiros de Marvão tentavam debelar o incêndio.
“DO CASTELO” estava por perto e captou a foto que documenta o preciso momento em que os Bombeiros de Marvão tentavam debelar o incêndio.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
DE PERNAS PARA O AR!
A Praça Serpa Pinto está de pernas para o ar.
Começaram ali as obras de alterações integradas na requalificação da zona histórica de Avis. Apesar dos incómodos temporários que as obras sempre trazem, não tenho dúvidas de que a praça ficará muito mais funcional.
Estou ansioso por ver o efeito final.
(Um à parte e entre parênteses: estou muito feliz! O cheirete que envolve Avis já chegou ao meu bairro. Finalmente! Até já me sentia discriminado!
Começaram ali as obras de alterações integradas na requalificação da zona histórica de Avis. Apesar dos incómodos temporários que as obras sempre trazem, não tenho dúvidas de que a praça ficará muito mais funcional.
Estou ansioso por ver o efeito final.
(Um à parte e entre parênteses: estou muito feliz! O cheirete que envolve Avis já chegou ao meu bairro. Finalmente! Até já me sentia discriminado!
Quanto mais depressa eu dissesse que estava livre dele mais depressa esta porcaria cá chegava. Toma! Que é para não te armares em esperto.
Até quando vamos suportar isto??????)
Até quando vamos suportar isto??????)
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
AVISENSES DE NARIZ "RETORCIDO"...
Andam muitos avisenses a ficar de nariz “retorcido” com os maus cheiros que ultimamente têm assolado grande parte da vila.
- É da Dardico, dizem uns.
-É dos brócolos, especificam outros.
-Isto é um caso de saúde pública, dizem outros mais alarmistas, esquecendo-se que, se fosse assim, a autoridade sanitária concelhia já teria tido uma palavra na matéria (se é que não teve já…)
Da Dardico, dos brócolos ou lá do que seja, a verdade é que os ares de Avis têm andado empestados, depois de uma certa acalmia que se verificou durante algum tempo. Os maus cheiros, além de poluírem o ar entranham-se pelas canalizações dos esgotos indo “atacar” dentro das próprias habitações. Dizem-me que até as roupas que estão guardadas nos armários ficam empestadas com este pivete. Dizem-me, porque felizmente eu tenho-me safado a essa invasão fedorenta. Talvez por morar longe da Zona Industrial, ou da Rua Combatentes do Ultramar, ou do Bairro das Casas Pré-Fabricadas ou de outros locais muito afectados e muito infectados.
Há dias fui pagar uma conta a uma Seguradora local e qual não é o meu espanto quando deparo que ali se defumava a casa com velas de incenso para tornar um pouco mais respirável o ar daquele espaço.
Numa altura em que se pretende o ar cada vez mais puro dentro e fora de muros (veja-se a novel lei do tabaco) nós por cá vamos inalando ares malcheirosos até ao ar livre…
- É da Dardico, dizem uns.
-É dos brócolos, especificam outros.
-Isto é um caso de saúde pública, dizem outros mais alarmistas, esquecendo-se que, se fosse assim, a autoridade sanitária concelhia já teria tido uma palavra na matéria (se é que não teve já…)
Da Dardico, dos brócolos ou lá do que seja, a verdade é que os ares de Avis têm andado empestados, depois de uma certa acalmia que se verificou durante algum tempo. Os maus cheiros, além de poluírem o ar entranham-se pelas canalizações dos esgotos indo “atacar” dentro das próprias habitações. Dizem-me que até as roupas que estão guardadas nos armários ficam empestadas com este pivete. Dizem-me, porque felizmente eu tenho-me safado a essa invasão fedorenta. Talvez por morar longe da Zona Industrial, ou da Rua Combatentes do Ultramar, ou do Bairro das Casas Pré-Fabricadas ou de outros locais muito afectados e muito infectados.
Há dias fui pagar uma conta a uma Seguradora local e qual não é o meu espanto quando deparo que ali se defumava a casa com velas de incenso para tornar um pouco mais respirável o ar daquele espaço.
Numa altura em que se pretende o ar cada vez mais puro dentro e fora de muros (veja-se a novel lei do tabaco) nós por cá vamos inalando ares malcheirosos até ao ar livre…
domingo, 6 de janeiro de 2008
MANDA A TRADIÇÃO....
Manda a tradição que no Dia de Reis se coma uma romã com açúcar e vinho do Porto, para termos sorte o ano inteiro. Depois guarda-se a coroa da casca da romã e mete-se lá dentro uma moedinha para que o dinheiro não se acabe em todo o ano.
Para que você, (que se esqueceu desta tradição ou que a desconhecia), possa também ter muita sorte e dinheiro todo o ano, convido-o a comer desta romã que aqui lhe deixo!
Está deliciosa!!!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
...BEATAS À PORTA....
Enquanto não soubermos de cor quais os cafés e restaurantes onde se pode ou não fumar, andamos um pouco às aranhas. É entrar e tentar descobrir se existe ou não o “tal” papelinho que nos diz que fumar é proibido. Eu, que sou não fumador, achei hoje ocasionalmente, uma maneira bem simples e certa de saber que tipo de café ou restaurante se trata, isto é se se pode lá fumar o que me levará a não entrar, ou se é de não fumadores e me convida a entrar. É tão simples quanto isto: basta olhar para o chão da entrada do local onde pretendemos entrar – montes de beatas à porta (como a foto, obtida hoje em Avis, ilustra) é sinal inequívoco de que lá dentro não se pode fumar. Quem o quiser fazer, vem à porta e depois…atira as beatas para o chão.
Claro que quem for fumador faz o juízo inverso: “Um!... beatas à porta? Não entro que eu quero fumar onde me apetece”.
O pior vai ser quando o nosso Primeiro-Ministro aplicar uma coima aos espaços que não coloquem cinzeiros de pé alto às portas dos estabelecimentos….
Claro que quem for fumador faz o juízo inverso: “Um!... beatas à porta? Não entro que eu quero fumar onde me apetece”.
O pior vai ser quando o nosso Primeiro-Ministro aplicar uma coima aos espaços que não coloquem cinzeiros de pé alto às portas dos estabelecimentos….
( O diabo seja cego, surdo e mudo...)
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
...FOI PIOR A EMENDA QUE O SONETO...
Com a impiedosa chuva que tem assolado Avis nas últimas horas lembrei-me de novo da D. Alexandrina Matias e do que tem passado com as inundações na sua casa. Ainda não percebi a minha obsessão por este caso. Mas enfim…
Sabedor de que um “novo” pedreiro já por lá tinha passado decidi-me a ir-lhe perguntar se estava tudo bem. Pelo seu ar de preocupação vi logo que não estava tudo bem. Pediu-me para entrar e ver. Junto à chaminé e lá no quarto de dentro continua a chover e os alguidares continuam a impedir que a água se espalhe pela casa toda. Na parede da chaminé são visíveis os sítios por onde a água vai escorrendo.
- “Levou-me a reforma toda e fiquei na mesma”, desabafa triste e desolada.
De regresso encontrei um vizinha da D. Alexandrina que me diz : "agora também já chove na minha casa no quintal, coisa que não acontecia antes deste pedreiro ter ido arranjar (?) o telhado da vizinha Alexandrina; foi pior a emenda que o soneto”...
Parece que o pedreiro é do Ervedal, não sei o seu nome mas se alguém que ler este comentário souber de quem se trata diga-lhe que o serviço não ficou bem feito e que há que reparar a situação. Ele se calhar não teve culpa, mas a D. Alexandrina e a vizinha é que de certeza não têm culpa nenhuma.
Sabedor de que um “novo” pedreiro já por lá tinha passado decidi-me a ir-lhe perguntar se estava tudo bem. Pelo seu ar de preocupação vi logo que não estava tudo bem. Pediu-me para entrar e ver. Junto à chaminé e lá no quarto de dentro continua a chover e os alguidares continuam a impedir que a água se espalhe pela casa toda. Na parede da chaminé são visíveis os sítios por onde a água vai escorrendo.
- “Levou-me a reforma toda e fiquei na mesma”, desabafa triste e desolada.
De regresso encontrei um vizinha da D. Alexandrina que me diz : "agora também já chove na minha casa no quintal, coisa que não acontecia antes deste pedreiro ter ido arranjar (?) o telhado da vizinha Alexandrina; foi pior a emenda que o soneto”...
Parece que o pedreiro é do Ervedal, não sei o seu nome mas se alguém que ler este comentário souber de quem se trata diga-lhe que o serviço não ficou bem feito e que há que reparar a situação. Ele se calhar não teve culpa, mas a D. Alexandrina e a vizinha é que de certeza não têm culpa nenhuma.
Entretanto, o entulho das obras também por lá continua, se bem que agora já um pouco mais espalhado pela Rua das Videiras abaixo.
Prometo-vos que no dia que não chover dentro das casas destas senhoras eu deixá-lo-ei aqui registado.
Até lá…vamos esperando!
Prometo-vos que no dia que não chover dentro das casas destas senhoras eu deixá-lo-ei aqui registado.
Até lá…vamos esperando!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
"DO CASTELO" DESEJA-LHE UM FELIZ 2008
FOTO 1 - "A nostalgia de um rebanho de ovelhas..."
FOTO 2 -"...e um por do sol que...não terá sido o...mais bonito...em 2007..."Neste último dia dum ano que me foi “madrasto”, deixo-vos as duas últimas fotografias por mim captadas este ano, no concelho de Avis (tinha que ser no concelho de Avis!), freguesia de Ervedal.
A nostalgia de um rebanho de ovelhas que a pouco e pouco se vai despedindo, não sei se de uma tarde solarenga, se de um ano taciturno e um pôr de sol que por certo não terá sido o por do sol mais bonito havido em 2007 no concelho de Avis, (mas que de certeza foi o último) são o meu cartão de despedida para este ano.
Para todos aqueles que têm a paciência de irem passando os olhos pelas páginas “DO CASTELO” desejo, do fundo do coração, um 2008 que seja o culminar de todos os vossos sonhos inacabados.
Sejam muito felizes!
A nostalgia de um rebanho de ovelhas que a pouco e pouco se vai despedindo, não sei se de uma tarde solarenga, se de um ano taciturno e um pôr de sol que por certo não terá sido o por do sol mais bonito havido em 2007 no concelho de Avis, (mas que de certeza foi o último) são o meu cartão de despedida para este ano.
Para todos aqueles que têm a paciência de irem passando os olhos pelas páginas “DO CASTELO” desejo, do fundo do coração, um 2008 que seja o culminar de todos os vossos sonhos inacabados.
Sejam muito felizes!
sábado, 29 de dezembro de 2007
POR CÁ:PERCURSOS PEDONAIS, CICLO-VIAS E ESTACIONAMENTOS...
No passado dia 26, apesar da “frialdade” fui dar uma volta nocturna pela nossa vila, com o intuito de captar algumas fotos. Por pura casualidade, acabei por estrear a novíssimo percurso pedonal (ainda inacabado) de Avis, bem como a ciclo-via, precisamente no troço da Estrada Nacional 244.
Assim à primeira vista, parece-me de difícil utilização em simultâneo por duas bicicletas lado a lado e ainda mais difícil o cruzamento de dois ciclistas em sentidos opostos, dada a diminuta largura da referida ciclo-via. Quanto ao “pedestre” parece-me igualmente demasiado estreito para dois ou três amigos passearem e falarem lado a lado.
Mas descobri uma utilização para estes espaços, ou melhor alguém já descobriu. Pasmem meus amigos e minhas amigas: nestes espaços que se pretendem para utilização de peões e bicicletas, estavam estacionados, com duas rodas no percurso pedestre e as outras duas na ciclo-via, nada mais nada menos do que três automóveis, três! Tive que utilizar a estrada para os contornar e seguir o meu percurso.
E pensar eu que o Zé Mancha estava tão preocupado com o seu parque de estacionamento….
Assim à primeira vista, parece-me de difícil utilização em simultâneo por duas bicicletas lado a lado e ainda mais difícil o cruzamento de dois ciclistas em sentidos opostos, dada a diminuta largura da referida ciclo-via. Quanto ao “pedestre” parece-me igualmente demasiado estreito para dois ou três amigos passearem e falarem lado a lado.
Mas descobri uma utilização para estes espaços, ou melhor alguém já descobriu. Pasmem meus amigos e minhas amigas: nestes espaços que se pretendem para utilização de peões e bicicletas, estavam estacionados, com duas rodas no percurso pedestre e as outras duas na ciclo-via, nada mais nada menos do que três automóveis, três! Tive que utilizar a estrada para os contornar e seguir o meu percurso.
E pensar eu que o Zé Mancha estava tão preocupado com o seu parque de estacionamento….
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
AH! GRANDE CARLOS DO CARMO....
Carlos do Carmo sempre foi o meu fadista de eleição. Ora oiçam lá este fadinho e digam se não é de estalo.
Clique aqui e oiça com os seus próprios ouvidos: * http://www.youtube.com/watch?v=Xmfw2qJhWnQ *
Então, o "puto" canta bem ou não canta????
Clique aqui e oiça com os seus próprios ouvidos: * http://www.youtube.com/watch?v=Xmfw2qJhWnQ *
Então, o "puto" canta bem ou não canta????
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
JÁ HÁ MAIS UMA TRADIÇÃO NATALÍCIA ( E NÃO SÓ...) EM AVIS!
Já há mais uma “tradição” no Natal de Avis. Eu passo a explicar-me: desconfiado do que me iria sair certo, na passada segunda-feira, dia 24, pelas dezoito horas fui fazer um "périplo" pelas Caixas Multibanco da nossa praça. Primeiro a do Totta Santander: além da lâmpada de iluminação do teclado continuar fundida, já não tinha dinheiro disponível. Depois fui ao Multibanco exterior da Caixa Geral de Depósitos e embora com luz, uma cruz a encarnado indicava não haver dinheiro disponível. Por fim o Multibanco da Caixa Agrícola, iluminada, mas em termos de dinheiro disponível…às escuras. Confesso que só agora me lembrei de que poderia ter espreitado a caixa Multibanco interna da C.G.D., mas esqueci-me dessa e como tal não sei se tinha ou não dinheiro "para dar".
Resumindo, quem precisou de levantar dinheiro por Avis a partir das 18 horas do dia 24 (ao certo, quanto tempo antes teria sido?) não teve hipóteses.
Não é a primeira vez que tal acontece. Daí o já fazer parte da tradição Natalícia como o é igualmente da tradição da Páscoa e da tradição de sempre que um feriado se cola a um fim-de-semana.
Resumindo, quem precisou de levantar dinheiro por Avis a partir das 18 horas do dia 24 (ao certo, quanto tempo antes teria sido?) não teve hipóteses.
Não é a primeira vez que tal acontece. Daí o já fazer parte da tradição Natalícia como o é igualmente da tradição da Páscoa e da tradição de sempre que um feriado se cola a um fim-de-semana.
Os “plafonds” não devem ser excedidos. Talvez. Mas penso que seria possível, ainda que a título excepcional, ter um pouco mais de respeito pelo “Zé-povinho”….
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
PROVÉBIOS ILUSTRADOS
Significa isto que os alhos devem ser semeados numa época em que, por alturas do Natal, já estejam nascidos mas ainda pequenos, assim do tamanho do bico de um pardal. Talvez que em consequência das temperaturas amenas, para a época, os do meu amigo João Narciso já sejam quase do tamanho do bico de uma cegonha. ..Mas outros que por aí vi, estão idênticos.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
FELIZ NATAL
Como não podia deixar de ser, "DO CASTELO" deseja...
"...QUE SEJA UM BOM NATAL PARA TODOS VÓS!!!!!!...."
"...QUE SEJA UM BOM NATAL PARA TODOS VÓS!!!!!!...."
sábado, 22 de dezembro de 2007
AMIGO, EU TAMBÉM NÃO GOSTO LÁ MUITO DO NATAL!
Foto 1 : "...um dos vários Pai Natal que vi em Avis..."
Foto 2: "...ou a um dos que vi em Ponte de Sor?"
Subscrevo as palavras de Aníbal Fernandes no último número do Jornal aponte: também eu não gosto do Natal.
O consumismo frenético que esta época se transformou, nada tem a ver com o Natal dos meus tempos de petiz. Não tenho pejo nenhum em afirmar que certos Subsídios de Natal são gastos inteiramente em compras desnecessárias. Após os breves segundos de curiosidade em abrir algo que permanece escondido, vai-se o encanto e o(a) menino(a) abre pressuroso outro e outro embrulho, ao fim de meia hora está farto de tanta bugiganga e começa logo ali, a pensar quando haverá outra vez Natal. Os mais velhos, chamemos-lhe adultos, além de todo esse frenesim, ainda acabam por fazer juízos de valor sobre quem ofereceu o quê e a quem… Enfim é o Natal que temos.
Entretanto surgiu essa ideia igualmente consumista dos jantares de Natal. Aproximam as pessoas, é um facto, e vão-se multiplicando cada vez mais, quer a expensas dos patrões, quer a expensas dos que nelas querem participar. Quando há uma nova “ceia de Natal” poderá significar que tudo vai bem por aí, mas quando instituições que o fazem há vários anos o deixam de fazer, será que algo vai mal por lá? Necessariamente que não. Mas…
Outra dificuldade acrescida que eu tenho agora é a quem hei-de endereçar as cartas de pedidos. Antigamente havia apenas uma pessoa encarregue desse serviço: o Menino Jesus. Centralizador, era Ele que trazia as prendas e providenciava para que os nossos desejos fossem cumpridos. Agora essa tarefa foi delegada, não sei por quem, no Pai Natal e, imagine-se, até já nas Mãe Natal. Tenho uma carta para entregar, mas sei que já não vai chegar a tempo, por causa dessa dúvida que tenho em a entregar ao Pai Natal certo. Deveria tê-la entregues a um dos vários Pai Natal que vi em Avis ou a um dos que vi em Ponte de Sôr? O melhor deveria ser mesmo ter individualizado, do género:
(Passo a enumerar uma ínfima parte da minha relação de pedidos:)
- Ao Pai Natal responsável pela limpeza das ruas de Avis: um varredor que varra a minha rua amiudadas vezes e que não seja apenas o vento forte e a chuva a limpá-la;
Ao Pai Natal responsável pela Zona Industrial de Avis: que obrigue aqueles que possuem ali terrenos a construírem de imediato, ou não o fazendo, que os cedam ( ao preço que lhes custaram) a quem pretenda ali construir, para que daqui a um ano a referida Zona Industrial não continue com o mesmo aspecto que tem agora;
Ao Pai Natal responsável pelos políticos deste país: dai-lhe a clarividência necessária para que não continuemos a ser os últimos da Europa no que a coisas boas para todos os portugueses dizem respeito;
Ao Pai Natal responsável pelas árvores de natal: que para o ano utilize a antena instalada na GNR para dela fazer a mais alta árvore de natal do Alentejo, afim de calar as bocas discordantes em relação à construção, necessidade e falta de estética da mesma;
Ao Pai Natal disto, Ao Pai Natal daquilo….
Mas não o fiz e duvido que os meus pedidos sejam cumpridos.
O consumismo frenético que esta época se transformou, nada tem a ver com o Natal dos meus tempos de petiz. Não tenho pejo nenhum em afirmar que certos Subsídios de Natal são gastos inteiramente em compras desnecessárias. Após os breves segundos de curiosidade em abrir algo que permanece escondido, vai-se o encanto e o(a) menino(a) abre pressuroso outro e outro embrulho, ao fim de meia hora está farto de tanta bugiganga e começa logo ali, a pensar quando haverá outra vez Natal. Os mais velhos, chamemos-lhe adultos, além de todo esse frenesim, ainda acabam por fazer juízos de valor sobre quem ofereceu o quê e a quem… Enfim é o Natal que temos.
Entretanto surgiu essa ideia igualmente consumista dos jantares de Natal. Aproximam as pessoas, é um facto, e vão-se multiplicando cada vez mais, quer a expensas dos patrões, quer a expensas dos que nelas querem participar. Quando há uma nova “ceia de Natal” poderá significar que tudo vai bem por aí, mas quando instituições que o fazem há vários anos o deixam de fazer, será que algo vai mal por lá? Necessariamente que não. Mas…
Outra dificuldade acrescida que eu tenho agora é a quem hei-de endereçar as cartas de pedidos. Antigamente havia apenas uma pessoa encarregue desse serviço: o Menino Jesus. Centralizador, era Ele que trazia as prendas e providenciava para que os nossos desejos fossem cumpridos. Agora essa tarefa foi delegada, não sei por quem, no Pai Natal e, imagine-se, até já nas Mãe Natal. Tenho uma carta para entregar, mas sei que já não vai chegar a tempo, por causa dessa dúvida que tenho em a entregar ao Pai Natal certo. Deveria tê-la entregues a um dos vários Pai Natal que vi em Avis ou a um dos que vi em Ponte de Sôr? O melhor deveria ser mesmo ter individualizado, do género:
(Passo a enumerar uma ínfima parte da minha relação de pedidos:)
- Ao Pai Natal responsável pela limpeza das ruas de Avis: um varredor que varra a minha rua amiudadas vezes e que não seja apenas o vento forte e a chuva a limpá-la;
Ao Pai Natal responsável pela Zona Industrial de Avis: que obrigue aqueles que possuem ali terrenos a construírem de imediato, ou não o fazendo, que os cedam ( ao preço que lhes custaram) a quem pretenda ali construir, para que daqui a um ano a referida Zona Industrial não continue com o mesmo aspecto que tem agora;
Ao Pai Natal responsável pelos políticos deste país: dai-lhe a clarividência necessária para que não continuemos a ser os últimos da Europa no que a coisas boas para todos os portugueses dizem respeito;
Ao Pai Natal responsável pelas árvores de natal: que para o ano utilize a antena instalada na GNR para dela fazer a mais alta árvore de natal do Alentejo, afim de calar as bocas discordantes em relação à construção, necessidade e falta de estética da mesma;
Ao Pai Natal disto, Ao Pai Natal daquilo….
Mas não o fiz e duvido que os meus pedidos sejam cumpridos.
Resta-me a esperança, numa sofreguidão diluída por mais um ano, para ver se pelo uma das minhas ambições será satisfeita.
Quem sabe se para o ano, até eu já gostarei mais do Natal...
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
EU GULOSO ME CONFESSO...
O que é de Avis é bom. Ponto final.
O melhor bolo-rei que alguma vez já comi é confeccionado na AVISPÃO.
Por alguma razão, chegam a ter encomendas de mais de duas centenas para um só dia.
O melhor bolo-rei que alguma vez já comi é confeccionado na AVISPÃO.
Por alguma razão, chegam a ter encomendas de mais de duas centenas para um só dia.
“DO CASTELO” dá os parabéns a todas(os) que fazem esta grande maravilha gastronómica.
Vá por mim e prove um. Depois diga-me se não tenho razão.
Vá por mim e prove um. Depois diga-me se não tenho razão.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
APLICANDO O SISTEMA SIMPLEX...

Foto: "DO CASTELO" descobriu em Beja esta ternurinha de rotunda.
Há quem alinde as suas rotundas das mais diversas formas: fontanários, lagos, vinhas, monumentos, plantação de oliveiras e até há quem as utilize para fins mais necessariamente comunitários como por exemplo para parques de estacionamento.
“DO CASTELO” descobriu em Beja esta ternurinha de rotunda: pequena, simples, pintada no chão. Economia de verbas, originalidade ou simplesmente…preguiça dos nossos compadres Baixo Alentejanos?
Simplex mais Simplex é impossível….
“DO CASTELO” descobriu em Beja esta ternurinha de rotunda: pequena, simples, pintada no chão. Economia de verbas, originalidade ou simplesmente…preguiça dos nossos compadres Baixo Alentejanos?
Simplex mais Simplex é impossível….
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
OS PREÇOS E OS CÓDIGOS DE BARRAS!
Ontem fiz uma compra numa superfície comercial de Ponte de Sôr. Vi o preço, e dirigi-me à caixa tendo pago e guardado o respectivo talão no bolso. Hoje ia a deitar fora o talão quando verifiquei, casualmente, que a importância paga não correspondia àquela que eu tinha visto escrita em números. Pagara exactamente mais sete euros do que o referenciado no preço. Perante esta situação, e porque hoje tive que ir de novo a Ponte de Sôr, fui ao local onde tinha comprado o objecto e confirmei o preço em números árabes: 24,50€. Eu tinha razão. Fui ao descodificador de preços da superfície comercial e o ecrã indicava: 31,50€. A caixa tinha razão. Reclamei verbalmente na recepção e fui reembolsado, sem qualquer problema, dos sete euros pagos a mais. Chamei a atenção para a necessidade de rectificarem a situação o mais rapidamente possível e efectivamente vi que ainda antes de eu sair, já andavam a mexer na mercadoria. Não duvido que não era com intenção que este engano se estava a verificar.
A questão que se põe é a seguinte: e se eu trouxesse o carrinho das compras cheio? Saberia por acaso o preço de tudo quanto lá trazia? E quantos objectos iguais ao comprado por mim o foram por um preço superior ao legal? E quantas mais situações (involuntárias) destas se registarão?
Por isso aqui fica o meu conselho: sempre que lhe for possível, certifique-se de que o preço inscrito em números é igual ao inscrito na barra de códigos.
Agora que é Natal os enganos ainda são mais fáceis de acontecerem. Ponha-se a pau…
A questão que se põe é a seguinte: e se eu trouxesse o carrinho das compras cheio? Saberia por acaso o preço de tudo quanto lá trazia? E quantos objectos iguais ao comprado por mim o foram por um preço superior ao legal? E quantas mais situações (involuntárias) destas se registarão?
Por isso aqui fica o meu conselho: sempre que lhe for possível, certifique-se de que o preço inscrito em números é igual ao inscrito na barra de códigos.
Agora que é Natal os enganos ainda são mais fáceis de acontecerem. Ponha-se a pau…
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