Andam muitos avisenses a ficar de nariz “retorcido” com os maus cheiros que ultimamente têm assolado grande parte da vila.
- É da Dardico, dizem uns.
-É dos brócolos, especificam outros.
-Isto é um caso de saúde pública, dizem outros mais alarmistas, esquecendo-se que, se fosse assim, a autoridade sanitária concelhia já teria tido uma palavra na matéria (se é que não teve já…)
Da Dardico, dos brócolos ou lá do que seja, a verdade é que os ares de Avis têm andado empestados, depois de uma certa acalmia que se verificou durante algum tempo. Os maus cheiros, além de poluírem o ar entranham-se pelas canalizações dos esgotos indo “atacar” dentro das próprias habitações. Dizem-me que até as roupas que estão guardadas nos armários ficam empestadas com este pivete. Dizem-me, porque felizmente eu tenho-me safado a essa invasão fedorenta. Talvez por morar longe da Zona Industrial, ou da Rua Combatentes do Ultramar, ou do Bairro das Casas Pré-Fabricadas ou de outros locais muito afectados e muito infectados.
Há dias fui pagar uma conta a uma Seguradora local e qual não é o meu espanto quando deparo que ali se defumava a casa com velas de incenso para tornar um pouco mais respirável o ar daquele espaço.
Numa altura em que se pretende o ar cada vez mais puro dentro e fora de muros (veja-se a novel lei do tabaco) nós por cá vamos inalando ares malcheirosos até ao ar livre…
- É da Dardico, dizem uns.
-É dos brócolos, especificam outros.
-Isto é um caso de saúde pública, dizem outros mais alarmistas, esquecendo-se que, se fosse assim, a autoridade sanitária concelhia já teria tido uma palavra na matéria (se é que não teve já…)
Da Dardico, dos brócolos ou lá do que seja, a verdade é que os ares de Avis têm andado empestados, depois de uma certa acalmia que se verificou durante algum tempo. Os maus cheiros, além de poluírem o ar entranham-se pelas canalizações dos esgotos indo “atacar” dentro das próprias habitações. Dizem-me que até as roupas que estão guardadas nos armários ficam empestadas com este pivete. Dizem-me, porque felizmente eu tenho-me safado a essa invasão fedorenta. Talvez por morar longe da Zona Industrial, ou da Rua Combatentes do Ultramar, ou do Bairro das Casas Pré-Fabricadas ou de outros locais muito afectados e muito infectados.
Há dias fui pagar uma conta a uma Seguradora local e qual não é o meu espanto quando deparo que ali se defumava a casa com velas de incenso para tornar um pouco mais respirável o ar daquele espaço.
Numa altura em que se pretende o ar cada vez mais puro dentro e fora de muros (veja-se a novel lei do tabaco) nós por cá vamos inalando ares malcheirosos até ao ar livre…












