Significa isto que os alhos devem ser semeados numa época em que, por alturas do Natal, já estejam nascidos mas ainda pequenos, assim do tamanho do bico de um pardal. Talvez que em consequência das temperaturas amenas, para a época, os do meu amigo João Narciso já sejam quase do tamanho do bico de uma cegonha. ..Mas outros que por aí vi, estão idênticos.
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
FELIZ NATAL
"...QUE SEJA UM BOM NATAL PARA TODOS VÓS!!!!!!...."
sábado, 22 de dezembro de 2007
AMIGO, EU TAMBÉM NÃO GOSTO LÁ MUITO DO NATAL!
Foto 1 : "...um dos vários Pai Natal que vi em Avis..."
Foto 2: "...ou a um dos que vi em Ponte de Sor?"
O consumismo frenético que esta época se transformou, nada tem a ver com o Natal dos meus tempos de petiz. Não tenho pejo nenhum em afirmar que certos Subsídios de Natal são gastos inteiramente em compras desnecessárias. Após os breves segundos de curiosidade em abrir algo que permanece escondido, vai-se o encanto e o(a) menino(a) abre pressuroso outro e outro embrulho, ao fim de meia hora está farto de tanta bugiganga e começa logo ali, a pensar quando haverá outra vez Natal. Os mais velhos, chamemos-lhe adultos, além de todo esse frenesim, ainda acabam por fazer juízos de valor sobre quem ofereceu o quê e a quem… Enfim é o Natal que temos.
Entretanto surgiu essa ideia igualmente consumista dos jantares de Natal. Aproximam as pessoas, é um facto, e vão-se multiplicando cada vez mais, quer a expensas dos patrões, quer a expensas dos que nelas querem participar. Quando há uma nova “ceia de Natal” poderá significar que tudo vai bem por aí, mas quando instituições que o fazem há vários anos o deixam de fazer, será que algo vai mal por lá? Necessariamente que não. Mas…
Outra dificuldade acrescida que eu tenho agora é a quem hei-de endereçar as cartas de pedidos. Antigamente havia apenas uma pessoa encarregue desse serviço: o Menino Jesus. Centralizador, era Ele que trazia as prendas e providenciava para que os nossos desejos fossem cumpridos. Agora essa tarefa foi delegada, não sei por quem, no Pai Natal e, imagine-se, até já nas Mãe Natal. Tenho uma carta para entregar, mas sei que já não vai chegar a tempo, por causa dessa dúvida que tenho em a entregar ao Pai Natal certo. Deveria tê-la entregues a um dos vários Pai Natal que vi em Avis ou a um dos que vi em Ponte de Sôr? O melhor deveria ser mesmo ter individualizado, do género:
(Passo a enumerar uma ínfima parte da minha relação de pedidos:)
- Ao Pai Natal responsável pela limpeza das ruas de Avis: um varredor que varra a minha rua amiudadas vezes e que não seja apenas o vento forte e a chuva a limpá-la;
Ao Pai Natal responsável pela Zona Industrial de Avis: que obrigue aqueles que possuem ali terrenos a construírem de imediato, ou não o fazendo, que os cedam ( ao preço que lhes custaram) a quem pretenda ali construir, para que daqui a um ano a referida Zona Industrial não continue com o mesmo aspecto que tem agora;
Ao Pai Natal responsável pelos políticos deste país: dai-lhe a clarividência necessária para que não continuemos a ser os últimos da Europa no que a coisas boas para todos os portugueses dizem respeito;
Ao Pai Natal responsável pelas árvores de natal: que para o ano utilize a antena instalada na GNR para dela fazer a mais alta árvore de natal do Alentejo, afim de calar as bocas discordantes em relação à construção, necessidade e falta de estética da mesma;
Ao Pai Natal disto, Ao Pai Natal daquilo….
Mas não o fiz e duvido que os meus pedidos sejam cumpridos.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
EU GULOSO ME CONFESSO...
O melhor bolo-rei que alguma vez já comi é confeccionado na AVISPÃO.
Por alguma razão, chegam a ter encomendas de mais de duas centenas para um só dia.
Vá por mim e prove um. Depois diga-me se não tenho razão.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
APLICANDO O SISTEMA SIMPLEX...

“DO CASTELO” descobriu em Beja esta ternurinha de rotunda: pequena, simples, pintada no chão. Economia de verbas, originalidade ou simplesmente…preguiça dos nossos compadres Baixo Alentejanos?
Simplex mais Simplex é impossível….
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
OS PREÇOS E OS CÓDIGOS DE BARRAS!
A questão que se põe é a seguinte: e se eu trouxesse o carrinho das compras cheio? Saberia por acaso o preço de tudo quanto lá trazia? E quantos objectos iguais ao comprado por mim o foram por um preço superior ao legal? E quantas mais situações (involuntárias) destas se registarão?
Por isso aqui fica o meu conselho: sempre que lhe for possível, certifique-se de que o preço inscrito em números é igual ao inscrito na barra de códigos.
Agora que é Natal os enganos ainda são mais fáceis de acontecerem. Ponha-se a pau…
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
JÁ MEXE!!!!
Foto : "O Hotel...da Cortesia já mexe"terça-feira, 11 de dezembro de 2007
O POSITIVO E O NEGATIVO
Será que à terceira é de vez? A D. Alexandrina Matias está muito contente porque já tem o telhado arranjado. O “novo” pedreiro assegurou-lhe de que ficará tudo em ordem, que já lá não voltará a chover e que “aquilo estava ali uma grande aldrabice”. Por isso teve mais trabalho do que o inicialmente previsto e levou-lhe mais caro do que combinara. Agora a D. Alexandrina não sabe como há-de pagar a mensalidade à Santa Casa.
A vida dos pobres é sempre a mesma coisa…
O NEGATIVO
Algumas ruas da nossa vila andam muito “sujinhas”. Bem sei que agora é a época da queda das folhas e que tudo se torna mais difícil em termos de manutenção de limpeza. Acontece porém que em ruas onde nem árvores existem, as folhas ( e não só) amontoam-se por lá, levadas pelo vento, dando um ar de abandono e desleixo à nossa vila, que é tão bonita.
Não se junta fotografia porque qualquer pessoa pode constatar esta realidade e para não ter que ouvir dizer:
- E porque é que não tirou a fotografia na minha rua?
A parte Baixa/Este de Avis, então, é demais…
domingo, 9 de dezembro de 2007
"À DIÁSPORA AVISENSE"
É então para essa dita “Diáspora Avisense”, (entenda-se por Diáspora Avisense, tão somente: aqueles avisenses que um dia tiveram que deixar a sua terra para poderem singrar na vida) que de quando em vez irei publicando umas fotos.
Para Silves, Pombal, Lisboa, Bélgica, Luxemburgo, Amadora e onde quer que esteja um(a) avisense que leia este Blogue, é essencialmente para eles que são dedicadas as fotos da coluna “À Diáspora Avisense”.
Quando, pelo Natal, regressarem a Avis, é assim que vão encontrar a Rua Machado dos Santos…
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
CURSO DE ESCRITA CRIATIVA

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
AVIS INAUGUROU HOJE O SEU PRIMEIRO MINI-CENTRO-COMERCIAL!!!
Está inaugurado com alguma pompa e muita expectativa o primeiro MINI-CENTRO-COMERCIAL de Avis.
Com entrada pela Avenida da Liberdade Nº 38-A ou pela E. N. 244, Nº 40 temos já a funcionar a AVIS FOTO, do Jorge Traquinas e com entrada pela E.N. 244, Porta Nº 42 a ÓPTICA AVIS de Marcelina Soeiro. Está prevista a curto prazo a abertura da loja de uma Companhia de Seguros e ainda uma quarta loja irá ali funcionar após concretização de arrendamento.
Os espaços são amplos, e enquanto o Jorge apresenta novas ofertas como a estampagem de fotos em tecidos, portas-chaves ou azulejos, já a Marcelina prevê a curto prazo a realização de consultas de oftalmologia, no seu espaço.
Para estes dois jovens empreendedores, que decidiram enveredar por um negócio por conta própria, contrariando assim a ideia preconcebida de que “aqui quem não fôr para a Câmara não se safa”, “DO CASTELO” endereça os mais sinceros parabéns e deseja as maiores venturas.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
SOL E GATOS!!!
Foto 1 - Sol à janela ( R: António José de Almeida)
Foto 2 - Sol à varanda ( Rua de Santa Luzia)quinta-feira, 29 de novembro de 2007
CAMINHANDO POR AÍ...
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
A ESCOLA ÀS COSTAS
“As crianças em idade escolar andam sobrecarregadas e não é apenas em ensinamentos – é em quilos. Por culpa de mochilas demasiado pesadas, que, mais cedo ou mais tarde, se vão ressentir na saúde das costas. Há, pois, que aliviar-lhes este facto.
Façamos as contas: um manual, um livro de fichas e um caderno por cada disciplina – a partir do 5º ano, podem ser cinco ou seis no mesmo dia – estojos e outro material escolar, um dicionário ou uma gramática, o equipamento de ginástica, a carteira e um ou outro objecto supérfluo. É assim que se enche a mochila de um aluno, mesmo quando na escola tem à sua disposição um cacifo.
Podem ser muitos os quilos que um aluno suporta às costas ou ao ombro. São certamente mais do que os recomendados internacionalmente – uma mochila deverá corresponder a dez por cento do peso do aluno. O que – só para dar um exemplo – numa criança de 30 quilos significa que a mochilas deverá pesar, no máximo, três quilos.
……”
domingo, 25 de novembro de 2007
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE AVIS - UM ESPAÇO COM VIDA
Contrariamente ao que muitos julgam, uma biblioteca não é um espaço morto a cheirar a bolor de livros milimetricamente arrumados em prateleiras que pareecem nunca mais ter fim.
Eu já o fiz e olhe que delícia não será esta “CANJA DE POMBO”, retirada da página 150 do Livro "A Caça – perspectiva histórica e receitas tradicionais”, da autoria de Alfredo Saramago:
“ Dizem que é a canja mais saborosa.
Depois de limpar os pombos, meta-os numa panela de água a ferver onde deve juntar uma cebola cortada em quatro e uma cabeça de alho inteira. Tempere de sal. Corte em pequenos bocados o fígado do pombo e ponha-o também a cozer. Deixe ferver durante uma hora até deitar o arroz para que a água absorva bem o sabor da carne do pombo. Ao fim deste tempo, retire os pombos, desfaça a carne e misture-a na canja. Deve deitar um pouco de vinagre antes de tirar a canja do lume.”
Depois deste “cheirinho” só me resta pedir-lhe que passe pela Biblioteca Municipal, que ajuda com a sua presença a que a mesma seja um lugar cada vez mais vivo servindo igualmente a sua comparência para dar mais força a todos os que tornam possíveis as diversas actividades ali desenvolvidas. Quanto a mim, porque já lá fui, vou tentar matar um pombinho (que se me afigura extremamente difícil!) para experimentar a canja.
É muito mais fácil eu voltar à Biblioteca do que matar o tal pombinho, mas enfim…
Ah! Só uma nota final: achei os preços um pouco “salgados” em termos de preço, e todos sabemos como o sal em excesso nos faz tanto mal...
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
ASSIM, SIM!
Ontem pude constatar a remodelação a que as mesmas foram submetidas, e o asseio que lá se mantém. Assim, sim!
Apraz-me aqui registar este facto.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
RUAS DAS VIDEIRAS, Nº 2 - FREGUESIA DE AVIS
Reza assim a Constituição da República Portuguesa:
Artigo 65.º (Habitação e urbanismo)
Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.
Seria ideia do legislador que a Constituição Portuguesa abrangesse todos os cidadãos? Se era, não é novidade para ninguém que tal não corresponde à realidade. E em Avis esta realidade é bem visível. Vamos a casos concretos:
Alexandrina Matias mora no nº 2 da Rua das Videiras em Avis. Desde Agosto que espera lhe venham arranjar o telhado pela terceira vez. (Que terão lá andado a fazer das duas anteriores vezes, além de ganharem o dinheiro?...) Apesar do Verão ter sido generosamente extenso, tal não aconteceu. Já uma vez aqui fiz eco dos queixumes da D. Alexandrina sobre o estado lastimoso em que fica a sua habitação sempre que chove. Hoje resolvi ir ver com os meus próprios olhos o que tinha acontecido a noite passada. Desolada, Alexandrina Matias diz que não pregou olho, passando toda a noite a despejar os alguidares de plástico que tem distribuídos pela casa para que a água não se espalhe pelo chão e cause ainda maiores estragos. Chove em todo o lado! O telhado está roto! Chove em casa como se fosse na rua! As roupas estão todas molhadas! Alexandrina Matias não tem dinheiro para mandar fazer as obras. Perguntada sobre qual o valor da reforma diz que não sabe quanto é, mas que é pouco, pois que é da Casa do Povo. Estranha que outras situações de aflição tenham sido resolvidas de um dia para o outro e que ela continue a sofrer com toda esta situação. Não acha mal que aos outros tenham acudido tão rapidamente, só não percebe é porque é que a ela demoram tanto tempo a acudir. Não chora por vergonha, por habituação, por raiva, ou porque já não tem mais lágrimas para chorar.
Em pleno século XXI, com mais de 30 anos de democracia, a Constituição Portuguesa ainda não chega a todos os portugueses.
Haja alguém, com responsabilidades, que acuda de imediato à D. Alexandrina Matias. A constituição garante-lhe (no papel) “…uma habitação…em condições de higiene e conforto…”
D. Alexandrina Matias é Portuguesa mas não lhe é aplicada a Constituição do seu país. É pobre mas é gente e a Constituição também não permite descriminações!
sábado, 17 de novembro de 2007
ENA PÁ!!!!!!
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
PARQUE JURÁSSICO? NÃO!!!!
Alertado pelo meu amigo “DESABAFOS” passei hoje pela Rua Infante D. Henrique onde obtive a foto acima. Ora bem, sabedores dos problemas que as antenas colocadas em meios urbanos podem causar à saúde, desculpe lá ó Desabafos, mas aquilo não pode ser uma antena de transmissões/recepções. Então se em outros locais as estão a tirar, iam colocar uma aqui que fizesse mal, bem no centro da malha urbana de Avis? O Infante D. Henrique não merecia isso, quanto mais todos nós que além de estarmos vivos desejamos ter uma cada vez melhor qualidade de vida.
Para mim aquilo deve ser a instalação de um parque de diversões, estilo antiga Feira Popular na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa. Talvez seja o ali o começo da montanha russa...
Ainda coloquei a hipótese de ser o início da construção da réplica de um dinossauro, já que a estrutura acho que vai subir aos 50 metros, mas com a afirmação do Sr. Presidente esta hipótese também já foi posta de parte: Parque “dinossáurico”, também não.
Então o que será? Uma coisa é certa: é um mamarracho igualzinho (ou pior) àquele onde se instalou em tempos um Banco que deu pelo nome de Crédito Predial Português, desenquadrado de tudo quanto é paisagem urbana alentejana.




