segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

FELIZ NATAL

Como não podia deixar de ser, "DO CASTELO" deseja...

"...QUE SEJA UM BOM NATAL PARA TODOS VÓS!!!!!!...."

sábado, 22 de dezembro de 2007

AMIGO, EU TAMBÉM NÃO GOSTO LÁ MUITO DO NATAL!

Foto 1 : "...um dos vários Pai Natal que vi em Avis..."

Foto 2: "...ou a um dos que vi em Ponte de Sor?"


Subscrevo as palavras de Aníbal Fernandes no último número do Jornal aponte: também eu não gosto do Natal.
O consumismo frenético que esta época se transformou, nada tem a ver com o Natal dos meus tempos de petiz. Não tenho pejo nenhum em afirmar que certos Subsídios de Natal são gastos inteiramente em compras desnecessárias. Após os breves segundos de curiosidade em abrir algo que permanece escondido, vai-se o encanto e o(a) menino(a) abre pressuroso outro e outro embrulho, ao fim de meia hora está farto de tanta bugiganga e começa logo ali, a pensar quando haverá outra vez Natal. Os mais velhos, chamemos-lhe adultos, além de todo esse frenesim, ainda acabam por fazer juízos de valor sobre quem ofereceu o quê e a quem… Enfim é o Natal que temos.
Entretanto surgiu essa ideia igualmente consumista dos jantares de Natal. Aproximam as pessoas, é um facto, e vão-se multiplicando cada vez mais, quer a expensas dos patrões, quer a expensas dos que nelas querem participar. Quando há uma nova “ceia de Natal” poderá significar que tudo vai bem por aí, mas quando instituições que o fazem há vários anos o deixam de fazer, será que algo vai mal por lá? Necessariamente que não. Mas…
Outra dificuldade acrescida que eu tenho agora é a quem hei-de endereçar as cartas de pedidos. Antigamente havia apenas uma pessoa encarregue desse serviço: o Menino Jesus. Centralizador, era Ele que trazia as prendas e providenciava para que os nossos desejos fossem cumpridos. Agora essa tarefa foi delegada, não sei por quem, no Pai Natal e, imagine-se, até já nas Mãe Natal. Tenho uma carta para entregar, mas sei que já não vai chegar a tempo, por causa dessa dúvida que tenho em a entregar ao Pai Natal certo. Deveria tê-la entregues a um dos vários Pai Natal que vi em Avis ou a um dos que vi em Ponte de Sôr? O melhor deveria ser mesmo ter individualizado, do género:
(Passo a enumerar uma ínfima parte da minha relação de pedidos:)
- Ao Pai Natal responsável pela limpeza das ruas de Avis: um varredor que varra a minha rua amiudadas vezes e que não seja apenas o vento forte e a chuva a limpá-la;
Ao Pai Natal responsável pela Zona Industrial de Avis:
que obrigue aqueles que possuem ali terrenos a construírem de imediato, ou não o fazendo, que os cedam ( ao preço que lhes custaram) a quem pretenda ali construir, para que daqui a um ano a referida Zona Industrial não continue com o mesmo aspecto que tem agora;
Ao Pai Natal responsável pelos políticos deste país:
dai-lhe a clarividência necessária para que não continuemos a ser os últimos da Europa no que a coisas boas para todos os portugueses dizem respeito;
Ao Pai Natal responsável pelas árvores de natal:
que para o ano utilize a antena instalada na GNR para dela fazer a mais alta árvore de natal do Alentejo, afim de calar as bocas discordantes em relação à construção, necessidade e falta de estética da mesma;
Ao Pai Natal disto, Ao Pai Natal daquilo….
Mas não o fiz e duvido que os meus pedidos sejam cumpridos.
Resta-me a esperança, numa sofreguidão diluída por mais um ano, para ver se pelo uma das minhas ambições será satisfeita.
Quem sabe se para o ano, até eu já gostarei mais do Natal...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

EU GULOSO ME CONFESSO...

Foto: "...chegam a ter encomendas de mais de duas centenas..."
O que é de Avis é bom. Ponto final.
O melhor bolo-rei que alguma vez já comi é confeccionado na AVISPÃO.

Por alguma razão, chegam a ter encomendas de mais de duas centenas para um só dia.
“DO CASTELO” dá os parabéns a todas(os) que fazem esta grande maravilha gastronómica.
Vá por mim e prove um. Depois diga-me se não tenho razão.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

APLICANDO O SISTEMA SIMPLEX...


Foto: "DO CASTELO" descobriu em Beja esta ternurinha de rotunda.

Há quem alinde as suas rotundas das mais diversas formas: fontanários, lagos, vinhas, monumentos, plantação de oliveiras e até há quem as utilize para fins mais necessariamente comunitários como por exemplo para parques de estacionamento.
“DO CASTELO” descobriu em Beja esta ternurinha de rotunda: pequena, simples, pintada no chão. Economia de verbas, originalidade ou simplesmente…preguiça dos nossos compadres Baixo Alentejanos?
Simplex mais Simplex é impossível….

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

OS PREÇOS E OS CÓDIGOS DE BARRAS!

Ontem fiz uma compra numa superfície comercial de Ponte de Sôr. Vi o preço, e dirigi-me à caixa tendo pago e guardado o respectivo talão no bolso. Hoje ia a deitar fora o talão quando verifiquei, casualmente, que a importância paga não correspondia àquela que eu tinha visto escrita em números. Pagara exactamente mais sete euros do que o referenciado no preço. Perante esta situação, e porque hoje tive que ir de novo a Ponte de Sôr, fui ao local onde tinha comprado o objecto e confirmei o preço em números árabes: 24,50€. Eu tinha razão. Fui ao descodificador de preços da superfície comercial e o ecrã indicava: 31,50€. A caixa tinha razão. Reclamei verbalmente na recepção e fui reembolsado, sem qualquer problema, dos sete euros pagos a mais. Chamei a atenção para a necessidade de rectificarem a situação o mais rapidamente possível e efectivamente vi que ainda antes de eu sair, já andavam a mexer na mercadoria. Não duvido que não era com intenção que este engano se estava a verificar.
A questão que se põe é a seguinte: e se eu trouxesse o carrinho das compras cheio? Saberia por acaso o preço de tudo quanto lá trazia? E quantos objectos iguais ao comprado por mim o foram por um preço superior ao legal? E quantas mais situações (involuntárias) destas se registarão?
Por isso aqui fica o meu conselho: sempre que lhe for possível, certifique-se de que o preço inscrito em números é igual ao inscrito na barra de códigos.
Agora que é Natal os enganos ainda são mais fáceis de acontecerem. Ponha-se a pau…

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

JÁ MEXE!!!!

Foto : "O Hotel...da Cortesia já mexe"



O Hotel a instalar na Herdade da Cortesia já mexe. Como a foto comprova os primeiros trabalhos já se iniciaram. Louva-se a iniciativa de se investir, como deve ser, por terras do Mestre. Oxalá ele seja um polo de emprego para os naturais do nosso concelho. Hoje, da meia dúzia de trabalhadores que por lá labutam, apenas reconheci um deles como sendo de Avis. Mas ainda é muito cedo para tirar conclusões.
"DO CASTELO" regista com agrado o início das obras deste importante empreendimento.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

O POSITIVO E O NEGATIVO

Foto: "A D. Alexandrina Matias...já tem o telhado arranjado."




O POSITIVO:

Será que à terceira é de vez? A D. Alexandrina Matias está muito contente porque já tem o telhado arranjado. O “novo” pedreiro assegurou-lhe de que ficará tudo em ordem, que já lá não voltará a chover e que “aquilo estava ali uma grande aldrabice”. Por isso teve mais trabalho do que o inicialmente previsto e levou-lhe mais caro do que combinara. Agora a D. Alexandrina não sabe como há-de pagar a mensalidade à Santa Casa.
A vida dos pobres é sempre a mesma coisa…

O NEGATIVO

Algumas ruas da nossa vila andam muito “sujinhas”. Bem sei que agora é a época da queda das folhas e que tudo se torna mais difícil em termos de manutenção de limpeza. Acontece porém que em ruas onde nem árvores existem, as folhas ( e não só) amontoam-se por lá, levadas pelo vento, dando um ar de abandono e desleixo à nossa vila, que é tão bonita.
Não se junta fotografia porque qualquer pessoa pode constatar esta realidade e para não ter que ouvir dizer:
- E porque é que não tirou a fotografia na minha rua?
A parte Baixa/Este de Avis, então, é demais…

domingo, 9 de dezembro de 2007

"À DIÁSPORA AVISENSE"

Foto : ... é assim que vão encontarar a Rua Machado dos Santos...
Em conversa tida há dias com um nosso conterrâneo, de visita a Avis, dizia-me ele para eu ir sempre escrevendo qualquer coisa no Blogue para que quem está longe se vá inteirando do que por cá se passa. Respondi-lhe de que as notícias nem sempre são assim tão abundantes que permitam uma escrita diária, ao que ele me retorquiu:
- Ao menos ponha umas fotografias de Avis que sempre mata as saudades da terra à “ Diáspora Avisense ”.
É então para essa dita “Diáspora Avisense”, (entenda-se por Diáspora Avisense, tão somente: aqueles avisenses que um dia tiveram que deixar a sua terra para poderem singrar na vida) que de quando em vez irei publicando umas fotos.
Para Silves, Pombal, Lisboa, Bélgica, Luxemburgo, Amadora e onde quer que esteja um(a) avisense que leia este Blogue, é essencialmente para eles que são dedicadas as fotos da coluna “À Diáspora Avisense”.
Quando, pelo Natal, regressarem a Avis, é assim que vão encontrar a Rua Machado dos Santos…

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

CURSO DE ESCRITA CRIATIVA


Para saber mais pormenores sobre este Curso promovido pela Folha Informativa "ÁGUIA", da Amigos do Concelho de Aviz - Associação Cultural, clique na imagem, ampliando-a e leia os pormenores.
"DO CASTELO" tem informação de que para um máximo de 20 inscrições, já existem 15 efectuadas.
Sendo assim, se estiver interessado em se inscrever, não se atrase...inscreva-se já!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

AVIS INAUGUROU HOJE O SEU PRIMEIRO MINI-CENTRO-COMERCIAL!!!

Foto 1 - JORGE TRAQUINAS : "Não quero que a minha vida seja um filme a preto e branco..."
Foto 2 - MARCELINA SOEIRO : "Aqui vejo um futuro mais promissor..."


Está inaugurado com alguma pompa e muita expectativa o primeiro MINI-CENTRO-COMERCIAL de Avis.
Situado onde antes foi a famosa “tasca do Ti Luís Pexirra” (a quem prometo dedicar um dia destes umas palavras neste blogue), eis que surge um remodelado edifício para implantação de quatro lojas.
Com entrada pela Avenida da Liberdade Nº 38-A ou pela E. N. 244, Nº 40 temos já a funcionar a AVIS FOTO, do Jorge Traquinas e com entrada pela E.N. 244, Porta Nº 42 a ÓPTICA AVIS de Marcelina Soeiro. Está prevista a curto prazo a abertura da loja de uma Companhia de Seguros e ainda uma quarta loja irá ali funcionar após concretização de arrendamento.
Os espaços são amplos, e enquanto o Jorge apresenta novas ofertas como a estampagem de fotos em tecidos, portas-chaves ou azulejos, já a Marcelina prevê a curto prazo a realização de consultas de oftalmologia, no seu espaço.
Para estes dois jovens empreendedores, que decidiram enveredar por um negócio por conta própria, contrariando assim a ideia preconcebida de que “aqui quem não fôr para a Câmara não se safa”, “DO CASTELO” endereça os mais sinceros parabéns e deseja as maiores venturas.
Só uma pequena chamada de atenção – seria de bom-tom retirar aqueles montes de terra que se situam junto à entrada da ÓPTICA AVIS. É que se assim não fôr, pobre da Marcelina que, quando começar a chover, terá que andar sempre de esfregona na mão a limpar o chão da loja…


sexta-feira, 30 de novembro de 2007

SOL E GATOS!!!

Foto 1 - Sol à janela ( R: António José de Almeida)
Foto 2 - Sol à varanda ( Rua de Santa Luzia)

Foto 3 - Sol no quintal ( Largo Sérgio de Castro)
Hoje deu-me para o sentimentalismo. Como até segunda-feira "DO CASTELO" vai estar fechado e vou ter saudades vossas, resolvi desejar a todos os meus queridos(as) leitores(as) um bom fim-de-semana com desejos de que, como os gatos da nossa vila, aproveitem convenientemente este Sol maravilhoso que continua a visitar-nos diariamente.
É que amanhã já pode ser tarde....



quinta-feira, 29 de novembro de 2007

CAMINHANDO POR AÍ...

Foto: Ilusão óptica
Caminhando por aí, pelas ruas da nossa vila, deparei ontem com estas laranjeiras - aparentemente cheias de neve, apesar do sol que fazia - na Rua Luís de Camões ( bem sabe você onde é a Rua Luis de Camões... mas eu também não lhe digo! Descubra-a!).
Logo alguém me explicou, em surdina, que aquilo era para os ciganos não roubarem as laranjas.
Vá lá uma pessoa saber se é verdade ou não...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

A ESCOLA ÀS COSTAS


“As crianças em idade escolar andam sobrecarregadas e não é apenas em ensinamentos – é em quilos. Por culpa de mochilas demasiado pesadas, que, mais cedo ou mais tarde, se vão ressentir na saúde das costas. Há, pois, que aliviar-lhes este facto.

Façamos as contas: um manual, um livro de fichas e um caderno por cada disciplina – a partir do 5º ano, podem ser cinco ou seis no mesmo dia – estojos e outro material escolar, um dicionário ou uma gramática, o equipamento de ginástica, a carteira e um ou outro objecto supérfluo. É assim que se enche a mochila de um aluno, mesmo quando na escola tem à sua disposição um cacifo.
Podem ser muitos os quilos que um aluno suporta às costas ou ao ombro. São certamente mais do que os recomendados internacionalmente – uma mochila deverá corresponder a dez por cento do peso do aluno. O que – só para dar um exemplo – numa criança de 30 quilos significa que a mochilas deverá pesar, no máximo, três quilos.
……”
Isto e muito mais pode ler-se na Revista "Farmácia/Saúde" Nº133 de Outubro de 2007, com distribuição gratuita na sua farmácia.
Outros artigos de interesse:
Daltonismo
Tabaco - Onde há fumo há perigo
Bebés
Alopecia - cabelos frágeis
Incontinência
Troca de seringas

domingo, 25 de novembro de 2007

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE AVIS - UM ESPAÇO COM VIDA


Contrariamente ao que muitos julgam, uma biblioteca não é um espaço morto a cheirar a bolor de livros milimetricamente arrumados em prateleiras que pareecem nunca mais ter fim.
É UM ESPAÇO VIVO!
Isso mesmo tem tentado com certo sucesso a equipa que está à frente da Biblioteca Municipal de Avis. Por certo que os objectivos nunca foram alcançadas na sua plenitude, mas o esforço está lá e os resultados irão aparecendo a pouco e pouco. "DO CASTELO" apresenta os parabéns a toda essa esforçada equipa.
Neste momento e até ao fim do mês, decorre na “nossa” Biblioteca uma actividade denominada de “ Leituras à Mesa”. Trata-se de uma mostra de livros sobre gastronomia que nos apresenta mais de sessenta volumes diferentes para venda. Sabendo como é difícil por vezes escolher uma prenda de Natal, porque é que não passa por lá e compra um livro de receitas para ofertar?
Eu já o fiz e olhe que delícia não será esta “CANJA DE POMBO”, retirada da página 150 do Livro "A Caça – perspectiva histórica e receitas tradicionais”, da autoria de Alfredo Saramago:
“ Dizem que é a canja mais saborosa.
Depois de limpar os pombos, meta-os numa panela de água a ferver onde deve juntar uma cebola cortada em quatro e uma cabeça de alho inteira. Tempere de sal. Corte em pequenos bocados o fígado do pombo e ponha-o também a cozer. Deixe ferver durante uma hora até deitar o arroz para que a água absorva bem o sabor da carne do pombo. Ao fim deste tempo, retire os pombos, desfaça a carne e misture-a na canja. Deve deitar um pouco de vinagre antes de tirar a canja do lume.”
Depois deste “cheirinho” só me resta pedir-lhe que passe pela Biblioteca Municipal, que ajuda com a sua presença a que a mesma seja um lugar cada vez mais vivo servindo igualmente a sua comparência para dar mais força a todos os que tornam possíveis as diversas actividades ali desenvolvidas. Quanto a mim, porque já lá fui, vou tentar matar um pombinho (que se me afigura extremamente difícil!) para experimentar a canja.
É muito mais fácil eu voltar à Biblioteca do que matar o tal pombinho, mas enfim…
Ah! Só uma nota final: achei os preços um pouco “salgados” em termos de preço, e todos sabemos como o sal em excesso nos faz tanto mal...

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

ASSIM, SIM!

Ontem utilizei os sanitários públicos que se encontram no Jardim, nas proximidades da escola EB em Avis, e fiquei surpreendido pela positiva. A última vez que os tinha utilizado (há bastante tempo) apresentavam um total aspecto de abandono, com torneiras inoperacionais, bacias e sanitas partidas, paredes escritas e “porcamente” sujas.
Ontem pude constatar a remodelação a que as mesmas foram submetidas, e o asseio que lá se mantém. Assim, sim!
Apraz-me aqui registar este facto.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

RUAS DAS VIDEIRAS, Nº 2 - FREGUESIA DE AVIS

Foto 1 - "...alguidares de plástico que tem distribuidos pela casa..."

Foto 2 - "O telhado está roto!"

Foto 3 - " As roupas estão todas molhadas!"




Reza assim a Constituição da República Portuguesa:

Artigo 65.º (Habitação e urbanismo)


Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.

Seria ideia do legislador que a Constituição Portuguesa abrangesse todos os cidadãos? Se era, não é novidade para ninguém que tal não corresponde à realidade. E em Avis esta realidade é bem visível. Vamos a casos concretos:
Alexandrina Matias mora no nº 2 da Rua das Videiras em Avis. Desde Agosto que espera lhe venham arranjar o telhado pela terceira vez. (Que terão lá andado a fazer das duas anteriores vezes, além de ganharem o dinheiro?...) Apesar do Verão ter sido generosamente extenso, tal não aconteceu. Já uma vez aqui fiz eco dos queixumes da D. Alexandrina sobre o estado lastimoso em que fica a sua habitação sempre que chove. Hoje resolvi ir ver com os meus próprios olhos o que tinha acontecido a noite passada. Desolada, Alexandrina Matias diz que não pregou olho, passando toda a noite a despejar os alguidares de plástico que tem distribuídos pela casa para que a água não se espalhe pelo chão e cause ainda maiores estragos. Chove em todo o lado! O telhado está roto! Chove em casa como se fosse na rua! As roupas estão todas molhadas! Alexandrina Matias não tem dinheiro para mandar fazer as obras. Perguntada sobre qual o valor da reforma diz que não sabe quanto é, mas que é pouco, pois que é da Casa do Povo. Estranha que outras situações de aflição tenham sido resolvidas de um dia para o outro e que ela continue a sofrer com toda esta situação. Não acha mal que aos outros tenham acudido tão rapidamente, só não percebe é porque é que a ela demoram tanto tempo a acudir. Não chora por vergonha, por habituação, por raiva, ou porque já não tem mais lágrimas para chorar.
Em pleno século XXI, com mais de 30 anos de democracia, a Constituição Portuguesa ainda não chega a todos os portugueses.
Haja alguém, com responsabilidades, que acuda de imediato à D. Alexandrina Matias. A constituição garante-lhe (no papel) “…uma habitação…em condições de higiene e conforto…”
D. Alexandrina Matias é Portuguesa mas não lhe é aplicada a Constituição do seu país. É pobre mas é gente e a Constituição também não permite descriminações!

sábado, 17 de novembro de 2007

ENA PÁ!!!!!!

Foto 1 : A nossa torre vai alta; mais alto que a nossa torre vai o avião; mais alta que a nossa torre e mais alta que o avião vai a lua; mas mais alta que a nossa torre e mais alta que o avião e mais alta que a lua vai a coragem de quem trabalha naquelas alturas! Parabéns!
Foto 1 : A Nossa Torre não pára de crescer...sem vertingens! Quando parará???





sexta-feira, 16 de novembro de 2007

PARQUE JURÁSSICO? NÃO!!!!

Foto 1 : "...o começo da montanha russa..."
Na capa do último número do Jornal “A Ponte” pode ler-se que o Sr. Presidente da Câmara de Avis afirmou que ”Avis não pode ser um Park Jurássico”. Não sei em que contexto foi afirmado pois ainda não li a entrevista na íntegra.
Alertado pelo meu amigo “DESABAFOS” passei hoje pela Rua Infante D. Henrique onde obtive a foto acima. Ora bem, sabedores dos problemas que as antenas colocadas em meios urbanos podem causar à saúde, desculpe lá ó Desabafos, mas aquilo não pode ser uma antena de transmissões/recepções. Então se em outros locais as estão a tirar, iam colocar uma aqui que fizesse mal, bem no centro da malha urbana de Avis? O Infante D. Henrique não merecia isso, quanto mais todos nós que além de estarmos vivos desejamos ter uma cada vez melhor qualidade de vida.
Para mim aquilo deve ser a instalação de um parque de diversões, estilo antiga Feira Popular na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa. Talvez seja o ali o começo da montanha russa...
Ainda coloquei a hipótese de ser o início da construção da réplica de um dinossauro, já que a estrutura acho que vai subir aos 50 metros, mas com a afirmação do Sr. Presidente esta hipótese também já foi posta de parte: Parque “dinossáurico”, também não.
Então o que será? Uma coisa é certa: é um mamarracho igualzinho (ou pior) àquele onde se instalou em tempos um Banco que deu pelo nome de Crédito Predial Português, desenquadrado de tudo quanto é paisagem urbana alentejana.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

O IP 2 - O BOLETIM MUNICIPAL DE ALVITO - A RTP 1


O IP 2

Ontem lá tive que fazer mais uma vez o percurso Portalegre - Avis, via Monforte, ou seja lá tive que utilizar o IP2, ou seja lá tive que passar, por enquanto mais uma vez incólume ( porque me fizeram sinal de luzes) ao radar da brigada de trânsito. É uma amizade “fidagal” esta que me prende aos radares da BT ( NÃO A QUEM CUMPRE ORDENS....) Mas não posso fazer nada, a não ser desabafar. Cerca da 17h15 lá estava um carro preto afastado da estrada uns bons trinta metros, camuflado entre uma árvores, fios estendidos até à “máquina” que furtivamente ia identificando quem excedia os limites de velocidade. Não sei porquê lembrei-me do programa que a RTP 1 está a transmitir sobre a Guerra Colonial, lembrei-me de emboscadas e de outras coisas que me coíbo aqui de referenciar.
Talvez que ao quarto para as seis da (já) noite os agentes já não estivessem no tal carro preto, mas bom seria que estivessem fora do carro para ver como eu consegui ver (e felizmente que consegui ver) entre o Ervedal e Avis, primeiro uma máquina de colher azeitonas sem qualquer sinal luminoso e depois, um pouco mais adiante, um tractor igualmente sem luz. Um perigo! Tal como os elementos do carro da BT…descaracterizados!
Não tenho dúvidas nenhuma que se evitam mais acidentes por excesso de velocidade com um simples sinal de luzes (quem é que não abranda?) do que com cem máquinas escondidas…
Apareçam na estrada senhores elementos da BT. A fiscalização efectiva é deveras importante, mas por favor não se escondam!

O Boletim Municipal de Alvito

Tenho acesso regularmente o Boletim Municipal de Alvito. Se bem que os boletins Municipais sejam assim como o Jornal do Benfica, o Avante ou o Portugal Livre que só dizem bem deles próprios, gosto de lhes dar uma vista de olhos. Que terá acontecido ao de Avis que se eclipsou há tantas luas?
Mas voltemos ao Boletim Municipal de Alvito. Na página 2 informa que se registaram no concelho de Alvito dois nascimentos (em Vila Nova da Baronia), enquanto os óbitos registados foram de 4 em Vila Nova da Baronia e 8 em Alvito. Ou seja no terceiro trimestre deste ano Alvito diminuiu em 10 o número da sua população efectiva.
E vem-me ao pensamento essa febre que o nosso primeiro-ministro tem de combater esta situação, este défice: dê-se abono aos nascimentos, aumentem-se os subsídios de nascimento, de aleitamento, etc. Mas surge-me uma dúvida: então por um lado queremos mais “gente” pequena e por outro difunde-se a prática do aborto?
Afinal em que ficamos?

A RTP 1

Nas notícias de ontem da RTP 1 foi noticiado de que iria ser aumentado o preço do leite. Inevitável, …tudo aumenta. Mas este aumento é provocado pela pouca produção de leite. Mas o que me deixa um pouco perplexo é que ainda não há muito tempo, os Açores, Portugal portanto, foram multados por produção excessiva de leite. A fartura deu em miséria.Será que há cada vez mais gente a mamar???
Pode-se ou não produzir leite? Ontem éramos penalizados por excesso de produção e hoje somos penalizados por falta de produção.
Afinal em que ficamos?