Topamos com eles todos os dias e nas mais diversas profissões, mas principalmente nos serviços públicos. Atendem-nos por favor, põem uma postura superior, olham-nos de alto a baixo com desdém, ou atendem-nos sem tirarem os olhos do computador, como quem está a fazer um grande sacrifício por nos atenderem, esquecendo-se que somos nós, contribuintes, utentes, clientes, que lhes pagamos o ordenado. São um mal que não é só do concelho de Avis, mas também o é!
Assim de repente vêm-me à ideia meia dúzia de nomes que encontrávamos por aqui e que fugiam a essa regra que agora se institucionalizou: nas Finanças o Sr. Pereira, no Cartório Notarial o Sr. Simão, felizmente ainda entre nós, mas aposentados; na Banca o Sr. Vilela de Sousa, na Câmara o Sr. José de Matos, no comércio o Sr. Maurício Arrenega e o Sr. Manuel Manata; no Centro de Saúde o Sr. Dr. Bugalho, estes, infelizmente, já todos falecidos. Outros haverá certamente que de momento não me ocorrem. Eram de outra geração, dir-me-ão. Mas eram detentores de uma saber cativador e não se importavam de ir além daquilo que agora se chama o “conteúdo funcional”, nem de fazer algum trabalho não remunerado ou com qualquer outro tipo de compensação. Muito deste mal advém do facto de a maior parte destes “empanturrados” actuais terem assentado praça como generais, não subiram a pulso, não sabem assim dar valor a essa palavra tão esventrada de sentido e por muitos deles badalada, que é HUMANIZAÇÃO.
Para todos aqueles que vivem como se tivessem o rei na barriga eu VOTO SIM no próximo referendo: abortem com a maior urgência possível a arrogância que transportam dentro de vós e afinal vos transforma em maus profissionais. Garanto que não haverá Juiz que tenha a coragem de vos condenar!
Esta será certamente a escolha mais sensata.
Assim de repente vêm-me à ideia meia dúzia de nomes que encontrávamos por aqui e que fugiam a essa regra que agora se institucionalizou: nas Finanças o Sr. Pereira, no Cartório Notarial o Sr. Simão, felizmente ainda entre nós, mas aposentados; na Banca o Sr. Vilela de Sousa, na Câmara o Sr. José de Matos, no comércio o Sr. Maurício Arrenega e o Sr. Manuel Manata; no Centro de Saúde o Sr. Dr. Bugalho, estes, infelizmente, já todos falecidos. Outros haverá certamente que de momento não me ocorrem. Eram de outra geração, dir-me-ão. Mas eram detentores de uma saber cativador e não se importavam de ir além daquilo que agora se chama o “conteúdo funcional”, nem de fazer algum trabalho não remunerado ou com qualquer outro tipo de compensação. Muito deste mal advém do facto de a maior parte destes “empanturrados” actuais terem assentado praça como generais, não subiram a pulso, não sabem assim dar valor a essa palavra tão esventrada de sentido e por muitos deles badalada, que é HUMANIZAÇÃO.
Para todos aqueles que vivem como se tivessem o rei na barriga eu VOTO SIM no próximo referendo: abortem com a maior urgência possível a arrogância que transportam dentro de vós e afinal vos transforma em maus profissionais. Garanto que não haverá Juiz que tenha a coragem de vos condenar!
Esta será certamente a escolha mais sensata.























