Avis, como povo filho de marinheiros à beira barragem plantado também já tem os seus piratas. Contaram-me e eu nem queria acreditar que isto pudesse acontecer.
Comecei por ver no dicionário o significado de “pirata” – s. m., aquele que cruza os mares para roubar os navios; fig. ladrão, malandro (lat. Pirãta, do gr. Peiratés).
Construí a imagem e realmente o nome está bem aplicado. Estes nossos piratas (e temos piratas-machos e piratas-fêmeas) não cruzam os mares para roubar os navios mas cruzam as nossas ruas para roubarem a rede da Internet, utilizando abusivamente, através dos seus computadores portáteis, um serviço pelo qual nada pagam mas que vai onerar a despesa daqueles que estando registados para poderem usufruir desse serviço, não estão salvaguardados destes ataques malandros. Mal comparado é assim a modos como os ciganos quando estavam no Alto de S. Sebastião: tinham uma ligação directa dos cabos da EDP para as barracas e não pagavam electricidade. Mas é claro que há diferenças: os piratas não têm cabos estendidos, à vista de todos e a despesa que fazem recai sobre um só utilizador legalizado com Intenet, enquanto a despesa dos ciganos era repartida por toda a comunidade.
Segundo me contaram, os piratas de Avis atacam entre outros locais, nas imediações dos Bombeiros, da Casa do Benfica e na parte Este da Rua António Alberto Ferreira Franco.
Você caro leitor e amigo, previna-se. Eu por mim estou alerta! Se virem por aí um(a) qualquer piratinha com uma pala já sabem que fui eu. É que tenho a minha pressão de ar junto ao computador e carro que se me torne suspeito nas redondezas da minha casa, o(a) condutor(a) vai levar uma chumbadela e é assim: eu vou fazer pontaria a uma “nalga” (s.f. o m.q.nádega) mas posso, inadvertidamente acertar-lhe no olho…
Comecei por ver no dicionário o significado de “pirata” – s. m., aquele que cruza os mares para roubar os navios; fig. ladrão, malandro (lat. Pirãta, do gr. Peiratés).
Construí a imagem e realmente o nome está bem aplicado. Estes nossos piratas (e temos piratas-machos e piratas-fêmeas) não cruzam os mares para roubar os navios mas cruzam as nossas ruas para roubarem a rede da Internet, utilizando abusivamente, através dos seus computadores portáteis, um serviço pelo qual nada pagam mas que vai onerar a despesa daqueles que estando registados para poderem usufruir desse serviço, não estão salvaguardados destes ataques malandros. Mal comparado é assim a modos como os ciganos quando estavam no Alto de S. Sebastião: tinham uma ligação directa dos cabos da EDP para as barracas e não pagavam electricidade. Mas é claro que há diferenças: os piratas não têm cabos estendidos, à vista de todos e a despesa que fazem recai sobre um só utilizador legalizado com Intenet, enquanto a despesa dos ciganos era repartida por toda a comunidade.
Segundo me contaram, os piratas de Avis atacam entre outros locais, nas imediações dos Bombeiros, da Casa do Benfica e na parte Este da Rua António Alberto Ferreira Franco.
Você caro leitor e amigo, previna-se. Eu por mim estou alerta! Se virem por aí um(a) qualquer piratinha com uma pala já sabem que fui eu. É que tenho a minha pressão de ar junto ao computador e carro que se me torne suspeito nas redondezas da minha casa, o(a) condutor(a) vai levar uma chumbadela e é assim: eu vou fazer pontaria a uma “nalga” (s.f. o m.q.nádega) mas posso, inadvertidamente acertar-lhe no olho…





















