Por norma não deixo para a última hora aquilo que tenho que fazer. É um hábito que contraria a boa maioria do estilo português, mas nem por isso deixo de ser menos português. É tudo uma questão de princípio.
Na passada sexta-feira à tarde, por volta das 17:45, achei que ainda tinha no meu bolso uns euros a mais e que os deveria ir investir em novo boletim do Euromilhões. Deu-me essa febre… só que dessa febre tinham sido acometidos não sei quantas dezenas (centenas?) de Avisenses. A Agência das Apostas estava completamente cheia. Mais, havia bichas (leia-se – filas) à porta. É óbvio que desisti pois uma das razões que me leva a não deixar tudo para o fim é a aversão que tenho às ditas bichas (continue-se a ler filas). Fazem-me nervos.
- Ainda bem, foi mais esse que poupaste, dirá o meu leitor, atento. Eu contraponho: e se o boletim que eu ia tentar registar era o “tal” que teima em não ser registado? A febre dos milhões do Euro é contagiante e quanto mais “à rasca” uma pessoa anda, mais tenta investir. Por alguma razão Portugal é o maior apostador de todos os países que integram a Sociedade do Euromilhões.
Como diz um amigo meu as ideias são como as “cervejas”, seguem-se umas às outras. Milhões para lá, milhões para cá e aparece-me esta ideia que para muitos será completamente disparatada, mas que para mim não o é tanto assim, e por isso mesmo, aqui a deixo no ar e a cores:
É muito mais difícil eu acertar na chave completa do Euromilhões do que os tentáculos da operação de desmascaramento de corrupção e branqueamento de capitais, determinada em Espanha pelo Juiz Baltazar Garzón, estender os seus tentáculos até ao concelho de Avis! É que o Mundo já é uma pequena aldeia global e tarde é o que nunca chega.
Ai o que eu fui dizer!!!...
Só posso mesmo estar ainda com a ressaca da febre de sexta-feira à tarde!
Na passada sexta-feira à tarde, por volta das 17:45, achei que ainda tinha no meu bolso uns euros a mais e que os deveria ir investir em novo boletim do Euromilhões. Deu-me essa febre… só que dessa febre tinham sido acometidos não sei quantas dezenas (centenas?) de Avisenses. A Agência das Apostas estava completamente cheia. Mais, havia bichas (leia-se – filas) à porta. É óbvio que desisti pois uma das razões que me leva a não deixar tudo para o fim é a aversão que tenho às ditas bichas (continue-se a ler filas). Fazem-me nervos.
- Ainda bem, foi mais esse que poupaste, dirá o meu leitor, atento. Eu contraponho: e se o boletim que eu ia tentar registar era o “tal” que teima em não ser registado? A febre dos milhões do Euro é contagiante e quanto mais “à rasca” uma pessoa anda, mais tenta investir. Por alguma razão Portugal é o maior apostador de todos os países que integram a Sociedade do Euromilhões.
Como diz um amigo meu as ideias são como as “cervejas”, seguem-se umas às outras. Milhões para lá, milhões para cá e aparece-me esta ideia que para muitos será completamente disparatada, mas que para mim não o é tanto assim, e por isso mesmo, aqui a deixo no ar e a cores:
É muito mais difícil eu acertar na chave completa do Euromilhões do que os tentáculos da operação de desmascaramento de corrupção e branqueamento de capitais, determinada em Espanha pelo Juiz Baltazar Garzón, estender os seus tentáculos até ao concelho de Avis! É que o Mundo já é uma pequena aldeia global e tarde é o que nunca chega.
Ai o que eu fui dizer!!!...
Só posso mesmo estar ainda com a ressaca da febre de sexta-feira à tarde!



















