domingo, 21 de janeiro de 2007
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
EQUIPAS DA NOSSA TERRA
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
40 000 VISITAS É MUITA VISITA...
Parabéns a você que efectuou a visita nº 40 000 aqui "DO CASTELO".
Como prémio pela preferência dos seus leitores, "DO CASTELO" informa que você terá direito a uma bebida até ao valor de €2,50 (dois euros e cinquenta cêntimos) se chegar junto do Ricardo ( cervejaria A MOAGEM) e disser que foi você quem marcou a presença nº 40 000 aqui no meu blogue.
É claro que só haverá lugar ao pagamento de uma bebida. Percebido?
Com a crise que corre, garanto que não posso fazer mais nada, pelo que é de aproveitar.... ah! o prazo termina à meia-noite de quinta para sexta-feira ( 18 para 19 de Janeiro).
Certo?
Obrigado a todos que vão tendo a paciência de por aqui ir passando mesmo que não haja nada de novo...
domingo, 14 de janeiro de 2007
I BLOGUERPAPER DO CASTELO
FOTO 1
FOTO 2
FOTO 3
O I Bloguerpaper DO CASTELO destina-se a todos aqueles que usualmente passam por este blogue e consiste em responderem-me a uma pergunta muito simples. Não, não é preciso saberem quem foi "o cliente mistério que esteve aqui"(Foto 1). Basta que me digam onde se encontra colocado este dístico.
Quanto a prémios, bem, haverá um prémio à escolha do vencedor ( se houver mais que um vencedor far-se-á um sorteio) e que poderá ser: a camioneta da toto 2, em bom estado de conservação, pois há vários anos que não "anda" isto é, há vários anos que não faz quilómetros e pode ser observada na zona industrial de Avis; a carroça da foto 2, com pouco mais que a rodagem feita e que se encontra estacionada há vários meses debaixo de uma oliveira à saída de Avis na direcção do Alcórrego; por fim e se nenhum destes prémios lhe servir, poderá optar por uma "mini" fresquinha.
Como vê é fácil: você descobre o enigma e o prémio é você mesmo que escolhe!
Participe. Ajude a transformar este I Bloguerpaper DO CASTELO num sucesso!
Conto consigo!
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
PEDIRAM-ME E EU...
Pediram-me e eu anuncio que:
VENDE-SE CARRINHA PARA TRANSPORTE DE PÃO
CARACTERISTICAS:
- UM SÓ DONO
-MARCA – CITROEN
-AR CONDICIONADO
-TRÊS LUGARES
-ANO DE MATRICULA – ABRIL 2006
-KILOMETRAGEM: 22 000 KM
-COMBUSTÍVEL GASÓLEO
-TRATA O PRÓPRIO: 91 81 83 863
-MOTIVO – ENCERRAMENO DE ACTIVIDADE
Bons negócios...
VENDE-SE CARRINHA PARA TRANSPORTE DE PÃO
CARACTERISTICAS:
- UM SÓ DONO
-MARCA – CITROEN
-AR CONDICIONADO
-TRÊS LUGARES
-ANO DE MATRICULA – ABRIL 2006
-KILOMETRAGEM: 22 000 KM
-COMBUSTÍVEL GASÓLEO
-TRATA O PRÓPRIO: 91 81 83 863
-MOTIVO – ENCERRAMENO DE ACTIVIDADE
Bons negócios...
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
AVIS TEM QUE CONTINUAR A SER UMA VILA LIMPA!
As nossas ruas estão a ficar com um aspecto de muito sujinhas. Pelo menos algumas. Por exemplo, ainda são bem visíveis os restos dos despojos dos guerreiros que se aventuraram na corrida de S. Silvestre: copos e garrafas de plástico na maioria das ruas por onde passaram, dão um ar de abandono a uma terra que se quer limpa e cada dia mais bonita. E a S. Silvestre já foi há tanto tempo!
Até parece que nem todas as ruas fazem parte do perímetro urbano da vila de Avis, tal o esquecimento a que estão votadas em termos de limpeza.
Se houvesse um prémio para o melhor varredor de ruas e esse prémio fosse atribuído por mim, seria entregue sem dúvidas, ao Chico, apesar de ele “actuar” muito longe da minha casa…
Como em todos os serviços há bons e maus funcionários e o Chico, além de ser do Benfica, é dos bons.
Parabéns para ele que teima em manter a nossa terra limpa de modo a deixar boa impressão a quem nos visita.
Se houvesse um prémio para o melhor varredor de ruas e esse prémio fosse atribuído por mim, seria entregue sem dúvidas, ao Chico, apesar de ele “actuar” muito longe da minha casa…
Como em todos os serviços há bons e maus funcionários e o Chico, além de ser do Benfica, é dos bons.
Parabéns para ele que teima em manter a nossa terra limpa de modo a deixar boa impressão a quem nos visita.
Se muitos prédios se encontram em tal estado de degradação que nos tiram o título de vila branca, ao menos que a limpeza das ruas nos continue a permitir ser uma vila limpa!
domingo, 7 de janeiro de 2007
DÁ QUE PENSAR!
O último Semanário Expresso do ano passado, de 30 de Dezembro, alerta-nos para uma situação que merece a nossa melhor reflexão.
Sob o título “ DE NOVO A FOME”, José Frota conclui que “ em cada 100 alentejanos mais de 30 vivem na pobreza. A ajuda alimentar não chega a todos” e começa assim a sua crónica:
“Meio-dia de terça-feira em Évora. Junto a uma porta discreta do edifício-sede da Fundação Alentejo - Terra Mãe, jovens excluídos à procura de trabalho, adultos desempregados de longa duração e idosos com reformas muito baixas esperam numa fila ordem de entrada num pequeno refeitório, onde aquela instituição fornece, desde Setembro, uma refeição gratuita a todos os que precisam de mitigar a fome. E mal a porta se abre precipitam-se para o seu interior. Recebem uma sopa de grão e um pão com chouriço que poderão consumir ali ou levar para casa.”
Mais números:
"48% da população alentejana, segundo dados do INE, é constituída por pensionistas e reformados que auferem em média 265 euros mensais;
A taxa de desemprego (9,3%) é a mais elevada do país;
60% da população activa é composta por trabalhadores não qualificados. "
É preocupante a situação aqui denunciada e que infelizmente não é só de Évora. Mais preocupante ainda quando tentamos vislumbrar alguma saída para esta situação e não a vislumbramos, antes pelo contrário nos apercebemos que a fome e a exclusão social estão cada vez mais arreigados à maioria das vilas e aldeias do nosso Alentejo.
E Avis está nessa rota…
Sob o título “ DE NOVO A FOME”, José Frota conclui que “ em cada 100 alentejanos mais de 30 vivem na pobreza. A ajuda alimentar não chega a todos” e começa assim a sua crónica:
“Meio-dia de terça-feira em Évora. Junto a uma porta discreta do edifício-sede da Fundação Alentejo - Terra Mãe, jovens excluídos à procura de trabalho, adultos desempregados de longa duração e idosos com reformas muito baixas esperam numa fila ordem de entrada num pequeno refeitório, onde aquela instituição fornece, desde Setembro, uma refeição gratuita a todos os que precisam de mitigar a fome. E mal a porta se abre precipitam-se para o seu interior. Recebem uma sopa de grão e um pão com chouriço que poderão consumir ali ou levar para casa.”
Mais números:
"48% da população alentejana, segundo dados do INE, é constituída por pensionistas e reformados que auferem em média 265 euros mensais;
A taxa de desemprego (9,3%) é a mais elevada do país;
60% da população activa é composta por trabalhadores não qualificados. "
É preocupante a situação aqui denunciada e que infelizmente não é só de Évora. Mais preocupante ainda quando tentamos vislumbrar alguma saída para esta situação e não a vislumbramos, antes pelo contrário nos apercebemos que a fome e a exclusão social estão cada vez mais arreigados à maioria das vilas e aldeias do nosso Alentejo.
E Avis está nessa rota…
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
"OS PIRATAS DE AVIS" - já em exibição em qualquer rua perto de si
Avis, como povo filho de marinheiros à beira barragem plantado também já tem os seus piratas. Contaram-me e eu nem queria acreditar que isto pudesse acontecer.
Comecei por ver no dicionário o significado de “pirata” – s. m., aquele que cruza os mares para roubar os navios; fig. ladrão, malandro (lat. Pirãta, do gr. Peiratés).
Construí a imagem e realmente o nome está bem aplicado. Estes nossos piratas (e temos piratas-machos e piratas-fêmeas) não cruzam os mares para roubar os navios mas cruzam as nossas ruas para roubarem a rede da Internet, utilizando abusivamente, através dos seus computadores portáteis, um serviço pelo qual nada pagam mas que vai onerar a despesa daqueles que estando registados para poderem usufruir desse serviço, não estão salvaguardados destes ataques malandros. Mal comparado é assim a modos como os ciganos quando estavam no Alto de S. Sebastião: tinham uma ligação directa dos cabos da EDP para as barracas e não pagavam electricidade. Mas é claro que há diferenças: os piratas não têm cabos estendidos, à vista de todos e a despesa que fazem recai sobre um só utilizador legalizado com Intenet, enquanto a despesa dos ciganos era repartida por toda a comunidade.
Segundo me contaram, os piratas de Avis atacam entre outros locais, nas imediações dos Bombeiros, da Casa do Benfica e na parte Este da Rua António Alberto Ferreira Franco.
Você caro leitor e amigo, previna-se. Eu por mim estou alerta! Se virem por aí um(a) qualquer piratinha com uma pala já sabem que fui eu. É que tenho a minha pressão de ar junto ao computador e carro que se me torne suspeito nas redondezas da minha casa, o(a) condutor(a) vai levar uma chumbadela e é assim: eu vou fazer pontaria a uma “nalga” (s.f. o m.q.nádega) mas posso, inadvertidamente acertar-lhe no olho…
Comecei por ver no dicionário o significado de “pirata” – s. m., aquele que cruza os mares para roubar os navios; fig. ladrão, malandro (lat. Pirãta, do gr. Peiratés).
Construí a imagem e realmente o nome está bem aplicado. Estes nossos piratas (e temos piratas-machos e piratas-fêmeas) não cruzam os mares para roubar os navios mas cruzam as nossas ruas para roubarem a rede da Internet, utilizando abusivamente, através dos seus computadores portáteis, um serviço pelo qual nada pagam mas que vai onerar a despesa daqueles que estando registados para poderem usufruir desse serviço, não estão salvaguardados destes ataques malandros. Mal comparado é assim a modos como os ciganos quando estavam no Alto de S. Sebastião: tinham uma ligação directa dos cabos da EDP para as barracas e não pagavam electricidade. Mas é claro que há diferenças: os piratas não têm cabos estendidos, à vista de todos e a despesa que fazem recai sobre um só utilizador legalizado com Intenet, enquanto a despesa dos ciganos era repartida por toda a comunidade.
Segundo me contaram, os piratas de Avis atacam entre outros locais, nas imediações dos Bombeiros, da Casa do Benfica e na parte Este da Rua António Alberto Ferreira Franco.
Você caro leitor e amigo, previna-se. Eu por mim estou alerta! Se virem por aí um(a) qualquer piratinha com uma pala já sabem que fui eu. É que tenho a minha pressão de ar junto ao computador e carro que se me torne suspeito nas redondezas da minha casa, o(a) condutor(a) vai levar uma chumbadela e é assim: eu vou fazer pontaria a uma “nalga” (s.f. o m.q.nádega) mas posso, inadvertidamente acertar-lhe no olho…
domingo, 31 de dezembro de 2006
AS ÚLTIMAS TRÊS IMAGENS DA NOSSA TERRA EM 2006
FOTO 1
FOTO 2
FOTO 3
Se é verdade que uma imagem vale mais que mil palavras vou ser parco nelas.
Estas três fotos foram obtidas num curto espaço de cerca de 100 metros.
FOTO 1 – Imediatamente antes de entrar na ponte da estrada que dá acesso a Valongo vindo de Benavila.
Que este lixo seja todo o lixo que 2006 por aí andou espalhando com corrupção, assaltos, falsas moralidades, assassínios, pedofilia. Pelo mau exemplo que representa(ou), que seja rapidamente transportado para o aterro do nosso descontentamento de modo a que nos permita perspectivar um 2007 mais limpo e menos poluído, em todos os sentidos.
FOTO 2 – Obtida sensivelmente ao meio da referida ponte. Esta imagem faz-nos compreender como o mundo é belo e que depois de um pôr-do-sol, embora venha uma noite que pode ser muito escura, seguir-se-á inevitavelmente uma nova aurora e um novo dia de esperança.
Afinal o lixo já ficou lá para trás…
Para todos vós um Feliz Ano de 2007 (ah! E para mim também…)
sábado, 30 de dezembro de 2006
IMAGENS (no mínimo) CURIOSAS DA NOSSA TERRA!
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
DOCES E LENDAS DAS NOSSAS TERRAS!
Mão amiga e não menos invejosa pela minha silhueta de manequim, fez-me chegar um doce conventual que necessariamente com as filhós, azevias e bolo-rei acaba inevitavelmente por me desfigurar um pouco. Mas qualquer dia tudo volta ao normal pois que a época das amêndoas doces só acontecerá lá para a Páscoa e conventuais só para o próximo Natal...
A caixa do referido doce traz a transcrição da sua origem e por ser deveras curiosa passo a transcrevê-la, até porque hoje não consegui inserir três fotografias que tirei e que eram oportunas colocar neste blogue. Talvez depois de pedir ajuda as consiga inserir. Mas vamos ao que para já nos interessa:
"Pastelaria Conventual – Pão de Rala
É Lenda que Embeleza a História
Corria o terceiro quartel do séc. XVI e reinava o jovem D. Sebastião. A tranquilidade das freiras xabreganas do Convento de Santa Helena do Calvário, nesta cidade de Évora, quebrou-se com a notícia da visita real.
Foi um alvoroço com a chegada da comitiva. A dada altura, um valido experimentado nas coisas protocolares, lembra à Madre Abadessa, que era uso oferecer um refrigério a Sua Majestade, sobretudo naquela tarde de Junho com o sol a zurzir na charneca. A monja respondeu com freirático sorriso, que só havia “pão ralo”, azeitonas e água. E foi o que veio. O monarca comeu e apreciou. Chegado ao Paço, despachou compensadora tença em benefício do pobre convento.
Em agradecimento, a criatividade monástica, retribuiu com esta doce alegoria conhecida por Pão de Rala, onde não faltam as azeitonas de massapão escurecidas com cacau, que fez as delícias do Régio Senhor e de todos nós. "
(Porque efectivamente é muito bom, aconselho a que o compre na Rua do Cicioso, Nº47 – Telf. 266 707 778 – 7000-658 Évora, fabrico próprio de Maria Ercília)
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
GENTE BOA DA NOSSA TERRA
TIAGO GARRINHAS foi hoje presença no programa Você naTV, programa da TVI. Cantou e encantou mostrando um à vontade quase profissional.
Pela forma como soube dignificar o nome de Avis, "DO CASTELO" endereça-lhe os parabéns e deseja que os seus sonhos de menino se concretizem já em 2007.
Força, rapaz!
"BARBATANAR" DE CARLOS CANHOTO
O “BOA MEMÓRIA” avisou-me de que já se encontravam na Biblioteca Municipal três exemplares do livro “Barbatanar” do autor do mês. E hoje mesmo lá fui eu ver se apanhava algum exemplar para matar a minha curiosidade. Em vez de um estavam lá os três! Não é novidade para ninguém que as bibliotecas no seu sistema tradicional estão a cair cada vez mais em desuso. Até o próprio livro impresso, com folhas palpáveis cada vez irá tendo menos aceitação sendo que num futuro mais ou menos próximo ninguém já “lamberá” a ponta dos dedos para mudar a página. A Net ou outro qualquer sistema encarregar-se-á de no-lo fazer por nós. Mas voltemos ao “Barbatanar”.
Fui informado que o nosso “compadre” Carlos Canhoto deu uma volta por aqui “DO CASTELO” o que muito me orgulha e que foi por ele que soube não existirem, à data, livros seus na Biblioteca, apesar de terem tido o apoio do Município de Avis para a sua feitura. Hoje trouxe pois um exemplar e claro que o li de seguida. Pensava que iria encontrar um romance e deparei com um livro que nem sei bem classificar. Para infantil acho-o demasiado grande e com uma liguagem algo rebuscada para a sua compreensão pelo que o classificarei numa camada etária um pouco mais velha, talvez “Juvenil/adulta”. Gostei do modo como o autor expõe as suas ideias, talvez com algumas situações vividas de perto, algo realistas. De tal modo que imaginei passar a ponte de Pavia, no sentido Avis-Pavia e ver a brincar a Flu do lado direito da ponte mais a meia-dúzia de centenas de irmãozinhos! Mas logo conclui que não, pois ali não há tainhas…
Depois fez-me recordar a mim também tempos passados em que contribuí para a extinção dos saramugos, comendo alguns fritos, numa altura em que eles ainda abundavam no Guadiana e seus afluentes. De tal modo eles, os saramugos, estão ligados à minha infância que guardo a página Nº 96 da Revista Visão de 6 de Abril de 2000, em que sob o título “ O fóssil-vivo – após 36 milhões de anos, o saramugo, um pequeno peixe prateado, corre perigo de vida e pode desaparecer do Guadiana” se afirma entre outras coisas, e passo a citar: “ Fóssil-vivo, o saramugo (Anaecypris hispanica) habita o planeta há 36 milhões de anos, desde muito antes do aparecimento do Homem…….Cabe a Portugal lutar pela sobrevivência do saramugo, um peixe raro cuja distribuição mundial se confina à bacia do Guadiana”. Amigo Carlos Canhoto, se me ler de novo, compreenderá que se outros motivos não houvessem, mas há evidentemente, só por isso (pelos nossos comuns amigos saramugos) já tinha sido importante ler o seu livro.
Não deixa de ser curioso que sem saber que os seu peixes “barbatanavam” também eu quis “barbatanar…”
Fiquei triste por o pai-peixe não ter respondido à pergunta da Flu: - E o que são os amores? (pág. 18)
Parabéns para si que escreveu o livro e a si que não escreveu este livro (ou outro) recomendo-lhe que passe pela nossa Biblioteca e leve este livro aqui mencionado ou outro.
Pois se eu sei que ás vezes até anda chateado sem saber o que fazer, porque não ir até à Biblioteca?
Vá lá! Apareça que não se vai arrepender.
27 DEZEMBRO 2006
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
ONTEM BRINQUEI AO FAZ DE CONTA, com alguma rima mas (propositadamente) sem métrica ou pontuação por onde se lhe pegue....
Ontem brinquei ao faz de conta dos poetas
E fiz uma quadras, umas cantigas,
Coloquei as palavras quase certas
Deitei a métrica e a pontuação às ortigas!
Ontem fiz de conta que brinquei ao faz de conta
Como se tivera precisamente sete anos
Tal e qual como quando era uma criança, meio tonta
Que desconhecia ainda da vida os desenganos!
Ontem fiz de conta que minha mãe não morreu
E que nem sequer é aquela estrela brilhante
Que a nuvem negra da morte escondeu,
E que jamais me olvidou no seu esplendor radiante!
Ontem fiz de conta que era mil nove cinquenta e sete
Que está um frio que nos faz até tremer
E que o meu paizinho ainda me promete
Que vão chegar muito boas prendas para eu ter!
Ontem fiz de conta que tu, minha mãe, fazias
Não só para mim mas para nós
Meia dúzia de azevias
Depois mais meia dúzia de filhós!
Ontem fiz de conta que o meu adorado pai
Já limpara a chaminé sem eu mesmo saber
Pois vai ser ali por ela que a apetecida prenda cai
Quando o Menino Jesus descer!
Ontem fiz de conta que o meu sapatinho
Vai ter poucos presentes
Por ser assim tão pequerruchinho
Só terá coisas mais urgentes.
Ontem fiz de conta que acreditava
Ainda no Menino Jesus ou Pai Natal
E que não era os meus pais quem comprava
E isso não me fez sentir nada mal.
Ontem fiz de conta que já estava deitado
À espera do meu ansiado Menino
Com um olho aberto e outro fechado
Tal qual como quando era pequenino.
Ontem fiz de conta que já era velho
Com umas enormes barbas brancas
Mirei-me no meu partido espelho
E descortinei milhões de rugas. Ena tantas…
Ontem fiz de conta que não há crianças mal tratadas
Que todas saltam e brincam felizes
Dia a dia esperançadas
Na vontade de deixarem de ser petizes.
Ontem fiz de conta que era um bom cidadão
Lembrei-me dos meus amigos
E no grande livro do coração
Li o nome dos que são mais antigos.
Ontem fiz de conta com uma prendinha
Colocada lá bem no fundo do sapatinho:
Feita de chocolate, uma sombrinha
E do mesmo doce um pequenino ratinho.
Ontem…bem, ontem fiz de conta que havia paz
Em toda a parte do mundo
E assim, finalmente, fui capaz
De entrar num sono profundo.
“DO CASTELO”, 24 de Dezembro de 2006
sábado, 23 de dezembro de 2006
BOAS FESTAS!
"DO CASTELO" DESEJA A TODOS OS SEUS LEITORES ( EM ESPECIAL A SI QUE ME ESTÁ A LER NESTE MOMENTO) UM SANTO NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO ( que falta de imaginação a minha!!!)
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
aponte o Ecos e o cidadão Dr. Taveira Pinto
Chegaram-me os dois Jornais Regionalistas que cobrem a área do nosso concelho, ao mesmo tempo à minha mão: aponte e o Ecos do Sôr. Uma Ponte menos volumosa e um Ecos mais encorpado. Por questões de hábito costumo ler aponte de fio a pavio enquanto no Ecos leio primeiro os títulos e apenas leio os artigos mais convidativos sendo que entre esses estão sempre as crónicas dos meus amigos Lino Mendes e Mariano Sabino dos Santos. Só por isso já vale a pena!
Despertou-me atenção o facto de a “posta-restante” de aponte, que era suposto ser ocupada por correspondência dos leitores, o ser por parte da Direcção. É a prova mais que evidente que os leitores são pouco colaborantes com os seus jornais. A partir desta “Posta-restante” dediquei-me a analisar as mais que justas queixas/lamentos/desabafos/ aqui vinculada(o)s e realmente tenho que dar razão à direcção de aponte. O cidadão Dr. Taveira Pinto, (que não é a mesma coisa que o Presidente da Câmara de Ponte de Sôr) efectivamente vive de costas voltado para um dos jornais editados na cidade de que temporariamente é “chefe” administrativo. Ao que julgo saber isto são ranços muito antigos que já se arrastam dos tempos em que o Dr. Santana Maia (seu opositor político) era director de aponte.
Não duvido da independência do Ecos em relação ao poder local, nem é isso que está em causa, mas estranha-se a maneira discriminatória como o cidadão Dr. Taveira Pinto (repito não o Presidente da Câmara) trata um e outro jornal: no Ecos uma página inteira paga pela Câmara (não pelo cidadão Dr. Taveira Pinto) deseja as boas festas aos Munícipes, em aponte nem uma linha…de boas festas ou de qualquer outra publicidade institucional.
O Dr. Taveira Pinto, com esta atitude está não só a marginalizar um órgão de comunicação social da sua cidade, como está a marginalizar os leitores desse mesmo órgão de comunicação social para quem deveria ter um pouco mais de consideração.
Apesar de tudo, “DO CASTELO” deseja ao Dr. Taveira Pinto, enquanto cidadão e enquanto Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sôr, um Feliz e Santo Natal e os votos de que o ano de 2007 lhe permita arrumar melhor as suas ideias democráticas.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
A BÓFIA DE AVIS(??!!)
Passo a relatar o que ouvi, sem fazer qualquer comentário ou segundas intenções:
Cerca das 14:22h de hoje, na Rádio Portalegre e no programa de discos pedidos identifica-se o solicitador do disco: Florival Bragança, de Avis. Porque os discos têm dedicatória, quando tal se pretende, o Florival Bragança dedica o disco a vários familiares e…à Bófia de Avis! O locutor de serviço (José Petronilho) não entende bem (tal como eu) e o Florival Bragança explica:
-É para a GNR de Avis…
Cerca das 14:22h de hoje, na Rádio Portalegre e no programa de discos pedidos identifica-se o solicitador do disco: Florival Bragança, de Avis. Porque os discos têm dedicatória, quando tal se pretende, o Florival Bragança dedica o disco a vários familiares e…à Bófia de Avis! O locutor de serviço (José Petronilho) não entende bem (tal como eu) e o Florival Bragança explica:
-É para a GNR de Avis…
domingo, 17 de dezembro de 2006
FALECEU A D. MARIA EULÁLIA NAMORADO
Repousa a partir de hoje em jazigo da família a D. Maria Eulália Namorado. Extremamente atenciosa com todos, gozava de uma simpatia que ultrapassava aos limites do normal relacionamento entre seres humanos. Contrariamente ao comum dos mortais, que depois de falecerem passam todos a ser ”bons”, a D. Eulália era uma das excepções à regra pelo motivo invocado: antes de falecer já era uma excelente pessoa. De carácter aberto e bondoso não quero deixar de aqui registar que me desgostou o facto de poucos avisenses terem acompanhado as cerimónias fúnebres desta benemérita de Avis. Sei de pessoas que foram altamente gratificadas por ela (garanto que não estou a falar de cór) e que pura e simplesmente a ignoraram na morte. A sociedade é assim mesmo...
Ao menos que Deus não se esqueça de tudo o que ela fez pelos seus semelhantes (na Igreja, na Misericórdia, à população em geral).
À família enlutada “DO CASTELO” apresenta sentidas condolências.
Ao menos que Deus não se esqueça de tudo o que ela fez pelos seus semelhantes (na Igreja, na Misericórdia, à população em geral).
À família enlutada “DO CASTELO” apresenta sentidas condolências.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
EU QUERIA "BABRBATANAR", MAS NÃO "BARBATANEI..."
Dirigi-me hoje, por volta das 10 horas, à Biblioteca Municipal de Avis, para consultar a obra do nosso quase conterrâneo CARLOS CANHOTO, devidamente publicitado como autor do mês na Agenda Municipal de Avis do mês de Dezembro. A apresentação do escritor é-me apelativa e daí este meu interesse em conhecer a sua obra. No entanto qual não é o meu espanto quando a senhora responsável pela Biblioteca me diz que livros do autor do mês…não há, nem o "Barbatanar" mencionado na Agenda com direito a foto e tudo!
Como diria o outro, parece-me que não bate a cota com a perdigota…Então publicita-se um escritor e depois não temos nada para mostrar da sua obra? E metade do mês já está quase passado…há qualquer coisa que não está bem.
Que eu passe pelo desgosto de não poder apreciar o modo como o ilustrador MARC “mexe as duas sobrancelhas independentemente” (Agenda Municipal/Dezembro/pág. 9/ último parágrafo) ainda vá que não vá, mas não haver livro(s) do autor referenciado, isso não me soa nada bem…
Como diria o outro, parece-me que não bate a cota com a perdigota…Então publicita-se um escritor e depois não temos nada para mostrar da sua obra? E metade do mês já está quase passado…há qualquer coisa que não está bem.
Que eu passe pelo desgosto de não poder apreciar o modo como o ilustrador MARC “mexe as duas sobrancelhas independentemente” (Agenda Municipal/Dezembro/pág. 9/ último parágrafo) ainda vá que não vá, mas não haver livro(s) do autor referenciado, isso não me soa nada bem…
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