O último Semanário Expresso do ano passado, de 30 de Dezembro, alerta-nos para uma situação que merece a nossa melhor reflexão.
Sob o título “ DE NOVO A FOME”, José Frota conclui que “ em cada 100 alentejanos mais de 30 vivem na pobreza. A ajuda alimentar não chega a todos” e começa assim a sua crónica:
“Meio-dia de terça-feira em Évora. Junto a uma porta discreta do edifício-sede da Fundação Alentejo - Terra Mãe, jovens excluídos à procura de trabalho, adultos desempregados de longa duração e idosos com reformas muito baixas esperam numa fila ordem de entrada num pequeno refeitório, onde aquela instituição fornece, desde Setembro, uma refeição gratuita a todos os que precisam de mitigar a fome. E mal a porta se abre precipitam-se para o seu interior. Recebem uma sopa de grão e um pão com chouriço que poderão consumir ali ou levar para casa.”
Mais números:
"48% da população alentejana, segundo dados do INE, é constituída por pensionistas e reformados que auferem em média 265 euros mensais;
A taxa de desemprego (9,3%) é a mais elevada do país;
60% da população activa é composta por trabalhadores não qualificados. "
É preocupante a situação aqui denunciada e que infelizmente não é só de Évora. Mais preocupante ainda quando tentamos vislumbrar alguma saída para esta situação e não a vislumbramos, antes pelo contrário nos apercebemos que a fome e a exclusão social estão cada vez mais arreigados à maioria das vilas e aldeias do nosso Alentejo.
E Avis está nessa rota…
Sob o título “ DE NOVO A FOME”, José Frota conclui que “ em cada 100 alentejanos mais de 30 vivem na pobreza. A ajuda alimentar não chega a todos” e começa assim a sua crónica:
“Meio-dia de terça-feira em Évora. Junto a uma porta discreta do edifício-sede da Fundação Alentejo - Terra Mãe, jovens excluídos à procura de trabalho, adultos desempregados de longa duração e idosos com reformas muito baixas esperam numa fila ordem de entrada num pequeno refeitório, onde aquela instituição fornece, desde Setembro, uma refeição gratuita a todos os que precisam de mitigar a fome. E mal a porta se abre precipitam-se para o seu interior. Recebem uma sopa de grão e um pão com chouriço que poderão consumir ali ou levar para casa.”
Mais números:
"48% da população alentejana, segundo dados do INE, é constituída por pensionistas e reformados que auferem em média 265 euros mensais;
A taxa de desemprego (9,3%) é a mais elevada do país;
60% da população activa é composta por trabalhadores não qualificados. "
É preocupante a situação aqui denunciada e que infelizmente não é só de Évora. Mais preocupante ainda quando tentamos vislumbrar alguma saída para esta situação e não a vislumbramos, antes pelo contrário nos apercebemos que a fome e a exclusão social estão cada vez mais arreigados à maioria das vilas e aldeias do nosso Alentejo.
E Avis está nessa rota…









