Na passagem do 113º aniversário do nascimento de Mário Saa, foi hoje prestada uma justa homenagem a este ilustre escritor na sua terra adoptiva que foi ERVEDAL. Com o lançamento de um livro intitulado “Mário Saa – Poesia e alguma prosa” dão-se a conhecer em mais de trezentas e oitenta páginas, alguns dos muitos poemas e alguma da muita prosa deste ilustre português, graças ao trabalho apurado do Dr. João Rui de Sousa, numa compilação que durou mais de dez anos a concluir. Para além da presença do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Ervedal simultaneamente e por inerência do cargo, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Arquivo Paes Teles, fizeram parte a mesa de honra a Dra. Elizabete Pereira e o Dr. João Rui de Sousa. A cerimónia, após apresentação do Sr. Presidente da Junta, começou com a superior declamação de poemas por três elementos do Grupo de teatro do Ervedal a que se seguiram intervenções da Dra. Elizabete e do Dr. João Rui de Sousa. A cerimónia encerrou com a actuação do Grupo de Cantares de Ervedal que como vai sendo hábito colheu os merecidos louros da sua actuação isto é as palmas entusiásticas de quantos assistiram a esta cerimónia.
Permita-me reproduzir um poema de Mário Saa que consta a páginas 115 do citado livro:
“QU’IMPORTA A GLÓRIA CINGIDA...”
Qu’importa a glória cingida
À minha fronte já morta?!
Com vida interessa-me a vida.
Sem vida nada me importa.
Do Grupo de Cantares de Erveda sou fã incondicional desde a primeira audição. Em sua homenagem vou reproduzir os versos da Marcha de Ervedal com que habitualmente encerram os seus espectáculos ( O que não foi o caso de hoje...):
"ERVEDAL TERRA DE ENCANTO"
Ervedal terra de encanto
Nosso torrão natal
Com a brancura do teu manto
Coração de Portugal
A tua gente bairrista
Já de velha tradição
Lutando pela conquista
Do bem regionalista
Ervedal do coração
Cantai raparigas
Esqueçam as intrigas
Rapazes cantai
Porque o nosso povo
Antigo ou novo
P’rá frente é que vai
Vibrando assim, cuidando o jardim
Que é Portugal, sorrindo contente
Viva a nossa gente
Em frente Ervedal!
Tão grande tua beleza
Azenhas, teus arredores
Onde a mão da natureza
Aproxima os amores
Também a Quinta das Rosas
Porque da nossa alegria
Das moçoilas mais formosas
Com os seus trajos tão vaidosas
Fazem sempre romaria
Cantai raparigas
Esqueçam as intrigas
Rapazes cantai
Porque o nosso povo
Antigo ou novo
P’rá frente é que vai
Vibrando assim, cuidando o jardim
Que é Portugal, sorrindo contente
Viva a nossa gente
Em frente Ervedal!
Apesar de como disse ser fã incondicional deste grupo de cantares, permitam-me um pequenino reparo : quando interpretam aquela extraordinária série de cantigas de filmes portugueses, existe uma palavra portuguesa para substituir aquele palavrão inglês que usam e essa palavra é “rapsódia”.
Fica mais português, mais nosso...mas tudo bem!
Permita-me reproduzir um poema de Mário Saa que consta a páginas 115 do citado livro:
“QU’IMPORTA A GLÓRIA CINGIDA...”
Qu’importa a glória cingida
À minha fronte já morta?!
Com vida interessa-me a vida.
Sem vida nada me importa.
Do Grupo de Cantares de Erveda sou fã incondicional desde a primeira audição. Em sua homenagem vou reproduzir os versos da Marcha de Ervedal com que habitualmente encerram os seus espectáculos ( O que não foi o caso de hoje...):
"ERVEDAL TERRA DE ENCANTO"
Ervedal terra de encanto
Nosso torrão natal
Com a brancura do teu manto
Coração de Portugal
A tua gente bairrista
Já de velha tradição
Lutando pela conquista
Do bem regionalista
Ervedal do coração
Cantai raparigas
Esqueçam as intrigas
Rapazes cantai
Porque o nosso povo
Antigo ou novo
P’rá frente é que vai
Vibrando assim, cuidando o jardim
Que é Portugal, sorrindo contente
Viva a nossa gente
Em frente Ervedal!
Tão grande tua beleza
Azenhas, teus arredores
Onde a mão da natureza
Aproxima os amores
Também a Quinta das Rosas
Porque da nossa alegria
Das moçoilas mais formosas
Com os seus trajos tão vaidosas
Fazem sempre romaria
Cantai raparigas
Esqueçam as intrigas
Rapazes cantai
Porque o nosso povo
Antigo ou novo
P’rá frente é que vai
Vibrando assim, cuidando o jardim
Que é Portugal, sorrindo contente
Viva a nossa gente
Em frente Ervedal!
Apesar de como disse ser fã incondicional deste grupo de cantares, permitam-me um pequenino reparo : quando interpretam aquela extraordinária série de cantigas de filmes portugueses, existe uma palavra portuguesa para substituir aquele palavrão inglês que usam e essa palavra é “rapsódia”.
Fica mais português, mais nosso...mas tudo bem!













