quinta-feira, 18 de maio de 2006
ESTOU FARTO!
quarta-feira, 17 de maio de 2006
terça-feira, 16 de maio de 2006
PROGRAMAS E CARTAZES
Aconteceu isso com um que anuncia a realização da cerimónia de Encerramento dos IV Jogos Florais de Avis no próximo sábado: cartaz roto, cartaz reposto!
Li-o com alguma atenção e acho que quem gostar de poesia popular não deve deixar de comparecer no nosso Auditório Municipal no sábado, dia 20, a partir das 14:30. Se à poesia popular juntarmos a actuação do Grupo de Cantares do Ervedal e depois passarmos para o Salão da Junta de Freguesia onde haverá um beberete/convívio com mais poesia, penso que não será pelo facto de rasgarem os cartazes que deixaremos de lá ir.
Só mais uma coisa: é que eu conheço pessoas que andam a colar cartazes como fazendo parte das suas actividades remuneradas, mas também há alguns que eu conheço que o fazem por pura carolice.
Vá lá, vamos ter um pouco mais de respeito por esta rapaziada.
segunda-feira, 15 de maio de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA


Quem transitar em veículo automóvel na R. Dr. Manuel Lopes Varela, em Avis, encontrará no entroncamento com a Rua da Horta do Chão ( junto à oficina do Mestre Horácio) um sinal de STOP. Até aqui tudo bem. O sinal está ali devidamente colocado. No entanto, ao cumprir com a lei, quem respeitando aquele sinal olhar para a sua esquerda, terá a visibilidade da Rua que a foto da esquerda( baixo) documenta, isto é, não tem a percepção se vem ou não alguém motorizado a subir a rua. Para tal, terá que avançar e só bem no meio da Rua da Horta do Chão poderá aperceber-se da existência ou não de trânsito na referida artéria, vinda de baixo, como a foto da direita (alto) documenta.
Eu nem digo que a camioneta está ali mal estacionada, mas que condiciona e de que maneira o trânsito, ai lá isso condiciona que ainda há dias( há mais de um mês) eu mesmo ia batendo em quem vinha a subir a rua e que eu, apesar de tomar as devidas cautelas não via. E se batesse, apesar de ter parado, o culpado era eu que...até tenho lá um “stop”.
Para que conste!
domingo, 14 de maio de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA

Está bonito o Clube Náutico, bem como toda área envolvente, nomeadamente a praia fluvial, o passeio pedestre. O "Água Doce" recomenda-se. Como se pode comprovar pelo ar prazenteiro do veraneante que a foto ilustra, pssam-se ali importantes e merecidos momentos de lazer.
Parabéns à Câmara Municipal de Avis, ao empresário Gustavo Martins e à sua equipa!
quarta-feira, 10 de maio de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA

Não deixa de ser curiosa a maneira como as gentes de Valongo protestam pelo possível e mais que provável encerramento da sua escola primária. Nesta casa, por exemplo, a pasta dos livros pendurada na parede, ali bem à vista de todos, é a prova mais que evidente de que há ali gente interessada em aprender.
domingo, 7 de maio de 2006
SEM COMENTÁRIOS...
“CINCO NUM MÊS
Ao alunos do 2º Ano de uma escola do 1º Ciclo em Portalegre tiveram cinco professores diferentes num mês, entre Novembro e Dezembro.”
IMAGENS DA NOSSA TERRA
Dada a anunciada extinção de freguesias, de entre as quais sobressai a do Maranhão, quis por lá passar antes de isso acontecer. Ao chegar deparei com a placa aqui reproduzida e aquele "seja prudente" levou-me a pensar que afinal o Maranhão tinha aumentado substancialmente a sua população. E tomei as devidas precauções: devagar não vá aparecer alguém disparado. Pura ilusão: entrei naquele rectângulo que mais parece um condomínio privado e não vi vivalma na rua. As casas estão quase todas abandonadas. No Café do Baeta a mulher deste não sei se esperava algum freguês ocasional ou se esperava o marido para almoçar, dado que ele tinha ido a Avis meter o euromilhões. Bebi uma água e satisfeita a minha curiosidade regresso sempre com aquele bendito "seja prudente" na memória. E então não é que no regresso, mesmo junto à placa, vinha um caracol em passo apressado a atravessar a rua? Parei, deixei-o passar e depois de dez minutos sem que visse alguém para além do caracol a "acelerar", arranquei nas calmas.quinta-feira, 4 de maio de 2006
"RECUERDOS" DE AVIS
- Desculpe lá senhora, mas onde é que ficam estes moinhos?
- Não faço a mínima ideia, eu é que escrevi “recordação de Avis”, para ver se se vendiam...
Não sei se isto será uma boa técnica de venda nem sequer se resultará, mas tenho a certeza que se está a vender ( ou comprar) gato por lebre. Quem leva pensa que temos por aqui moinhos a funcionar quando não temos , mas temos, isso sim, coisas tão ou mais bonitas que os moinhos daqueles pratos. Expliquei isso à senhora da loja, fui tirar uma fotografia à Porta do Anjo, ofereci-lha e ela prometeu-me mandar fazer uns pratos com esse símbolo de Avis.
segunda-feira, 1 de maio de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA
O Dia do Trabalhador é comemorado em todo o mundo e é natural que quem mais gosta de o fazer é quem efectivamente tem emprego/trabalho. Cá pela nossa terra o dito trabalho não abunda, pelo que cada vez mais os nossos desempregados estão na esperança de verem uma luz ao fundo do Arco da Porta do Anjo, como se pode verificar pela foto acima.quinta-feira, 27 de abril de 2006
SAIU A ÁGUIA nº 18
quarta-feira, 26 de abril de 2006
GENTES DA NOSSA TERRA!
Quanto ao protésico parece que nunca mais lhe deu novas nem mandadas apesar de ainda haver umas contas a ajustar...como é óbvio!
terça-feira, 25 de abril de 2006
25 DE ABRIL DE 1974!!!!!
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola,vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós
domingo, 23 de abril de 2006
HOJE A EDP PRESTOU UM MAU SERVIÇO EM AVIS
Hoje, entre as oito da manhã e cerca da um da tarde não houve electricidade na minha rua. Não duvido que era necessário fazer este corte de energia para rectificar algo que estivesse menos bem. O que não posso concordar é que a EDP que é tão zelosa na cobrança das suas facturas e que não exita em cortar o fornecimento de electricidade a quem não cumprir atempadamente com as suas obrigações, não cumpra com as suas próprias obrigações pois o mínimo que se lhe pedia ( pede) é que avise os consumidores que estes cortes se vão verificar e por qual o tempo previsto. Perguntei aos meus vizinhos e nenhum deles sabia de nada. A reparação foi aqui em Avis e não acredito que tivesse sido uma emergência: aliás alguém me confirmou que não. Eu pergunto: um meu vizinho tem 30 ovos numa chocadeira. Com a falta de aquecimento de cinco horas aos ovos, se os pintos não nascerem a quem vai pedir responsabilidades? Avisado, talvez pudesse ter remediado a situação de outro modo.
Uma coisa é certa: a EDP demonstrou um total desrespeito pelo menos pelos moradores da minha rua onde todos pagam as suas contas a tempo e horas. Não sei se o corte se estendeu a outras zonas.
sábado, 22 de abril de 2006
PONTO POR PONTO, CONTO POR CONTO OU VICE-VERSA
Os meus parabéns à Lena (.. da Biblioteca) pelo belo trabalho realizado em prol de um encontro de contadores e ouvidores de contos como aquele que se realizou no passado dia 20 no Auditório Municipal, e que foi o 2º da nossa vila. Eu sei que já estão a dizer: pois a Lena é que recebe os parabéns e eu é que andei lá feito cágado (tartaruga), e eu feito Pinóquio e eu feita Coelhinha e os parabéns são só para ela! É lógico que não: os parabéns são para todos os que colaboraram, mas nestas coisas há sempre um que recebe os “troféus” e depois deverá ter o cuidado de os distribuir equitativamente ( se tal fôr o caso) pelos outros elementos que o acompanharam. Dado que está bem explicito que os parabéns são para todos os que tornaram possível esta iniciativa vamos à frente. Quando lá cheguei, confesso envergonhado, pensei que iria assistir a uma sessão de fotografias para a Playboy: o Francisco Cordeiro de máquina fotográfica ao ombro, uma Coelhinha....mau, querem ver que me enganei. Mas ao deparar com a Cinderela e os outros personagens logo vi estar no sítio certo. Se a parte da manhã/tarde foi interessante de seguir ( nunca pensei que a D. Rute tivesse tanta certeza de qual a forma de um piolho, que para mim será menos redondinho) a noite foi um espectáculo: a Professora Maria Albertina esteve cinco estrelas e o Sr. Ministro esteve ao nível do que eu lhe conheço. Pena foi que não o deixassem contar mais um conto de hora e tal que todos nós teríamos adormecido e aí sim, ele concluiria que é um grande contador de contos, e que os seus 91 (noventa e um) anos são o corolário de uma vida intensamente vivida e sabida e que o seus contos tinha posto a dormir toda uma plateia de gente que poderia ser composta por netos seus. E, afinal, para que serviam os contos antigamente senão para adormecer? Digo-lhes : que medo que eu tive que o Sílvio se tivesse perdido no caminho e não tivesse encontrado a casa do sogro sua alteza real o rei...
Quanto aos contadores profissionais acho, e isto não é mais que a minha opinião pessoal, que o grupo do ano passado estava muito mais homogéneo. Este ano houve uma diferença abismal entre a Patrícia, mais ou menos principiante e o “mentiroso” ( as palavras são dele) do Fontinha. Mas no geral dou uma nota altamente positiva ao encontro. Registe-se a presença assinalável da classe dos professores, se bem que aqui me fique uma dúvida que só no próximo encontro poderei deslindar se eu e eles lá chegarmos.
Para terminar mais uma nota para a Lena ( espero que o Angelo não seja ciumento):Penso que esta “rapariga” tem umas asas de cegonha que poderia dar largos e importantes voos no campo da cultura, mas por razões que se prendem com o seu limitado habitat, apenas dá voos de milheirinha.
quarta-feira, 19 de abril de 2006
OBVIAMENTE QUE OS DEMITIA!!!!
Se tivesse poder para tal, demitia todos os deputados que na passada quarta-feira tiveram o arrojo de assinar o ponto e de imediato abandonaram a Assembleia da República sem pudor nem respeito por aqueles que, através do voto, lá os colocaram. Mas que raio de país é este, onde aqueles que deveriam dar o exemplo pela positiva, o dão pela forma mais mesquinha e negativa? Que corja colocámos na Assembleia? Aquilo era o de melhor que tínhamos para lá colocar? Pobre país que tais eleitos tem.
Seria interessante virem a público as justificações e as desculpas que aquele bando de “desertores” vão apresentar para justificarem o usurpar do erário público de modo tão escandaloso.
domingo, 16 de abril de 2006
PARABÉNS À CASA DO BENFICA EM AVIS
Continuo a pensar que a prova este ano foi muito mais linear, muito mais perceptível, menos emaranhada. Só há uma coisa que eu não percebo: então se era tudo muito mais fácil porque é que a minha equipa a complicou, a tornou difícil ao ponto de obter a pior classificação de sempre?
sexta-feira, 14 de abril de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA

Agora que você já não tem dúvidas que chegou a Aldeia Velha, "DO CASTELO" dá-lhe uma ajuda no sentido de se precaver em caso de necessidade de estacionar na imediações do Café do Cabo Corvo. Porque estes dias de férias são poucos, estude quando ali pode estacionar antes de avançar. Depois, se não foi ontem de manhã aproveitando a folga que o Sr. Presidente da Câmara nos deu ( Obrigado Sr. Presidente da Câmara!) ou a tarde que o Sr. Primeiro Ministro nos deu (Obrigado Sr. Primeiro Ministro!), ainda poderá ir hoje aproveitando a folga que Jesus Cristo nos deu (Obrigado Sr. Jesus Cristo!) ou ir amanhã aproveitando o fim de semana à Inglesa ( Obrigado Srs. Ingleses!) ou no Domingo aproveitando a folga que o Descanso nos dá (Obrigado Sr. Descanso!) ou na Segunda Feira, aproveitando o feriado que o Anterior Regime nos deixou ( Obrigado Sr. Anterior Regime - lagarto, lagarto, lagarto!).
terça-feira, 11 de abril de 2006
... O QUE É ALENTEJANO É MUITO BOM!
ALANDROAL
Saúde distinguida
O Centro de Saúde do Alandroal recebeu o prémio “E-medicina” atribuído pelo Forum “Hospital do Futuro”, vencendo a concorrência do Serviço de Cardiologia do Hospital Pediátrico de Coimbra, a Fundação AMI e o Departamento de Pneumologia do Hospital Pulido Valente.
segunda-feira, 10 de abril de 2006
sexta-feira, 7 de abril de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA
quarta-feira, 5 de abril de 2006
FCB 2 - 0 BEN(avila)
terça-feira, 4 de abril de 2006
quarta-feira, 29 de março de 2006
AVIS, A DESERTIFICAÇÃO E QUE FUTURO?
A desertificação humana está, cada dia que passa, mais presente na nossa vila, o que é aliás perfeitamente visível. Não será necessário recuar muito no tempo para nos lembrarmos como as pessoa enchiam a loja do Sr. Rui, sendo que por vezes nem cabiam todas lá dentro, donde o estratagema dele, Rui, ir “aviando” mais que uma pessoa ao mesmo tempo de modo a “segurá-las” a todas. Hoje vemos o Sr. Rui à conversa com os reformados habituais que espreitam o sol ali no Jardim do Mestre, esperando que algum freguês lhe apareça.
O “Zé Jaquim” com uma gama diversificada igualmente de produtos( materias de construção, detergentes, produtos para a pesca etc, etc.) dizia-me ontem que há uns anos, quando abria a loja, havia já sempre oito ou nove pessoas à espera que ele chegasse. Hoje é ele que espera o dia inteiro que lá vão oito ou nove clientes durante o dia todo.
A “Bita do Rodrigues” não fôra o recebimento das facturas da Electricidade e bem se podia dedicar por inteiro a fazer “casacos de malha” para o seu cão e até para vender...
E isto enche-me de tristeza e causa-me um certo pânico. Afinal para onde caminhamos? Que futuro está traçado para a nossa freguesia, para o nosso concelho? Dir-me-ão que nos concelhos limítrofes ( com excepção de Ponte de Sôr) se passa a mesma coisa. Acredito, mas a mim preocupa-me sobremaneira o que se passa aqui, e o que se passa não é nada que nos permita antever um porvir muito risonho... antes pelo contrário.
sexta-feira, 24 de março de 2006
aponte DEIXOU DE SER UMA MIRAGEM
sábado, 18 de março de 2006
A PRAGA!
Aqui só há uma maneira de dizimar a praga : é o utilizador desligar o “bichinho mau” ou pô-lo na vibração, demonstrando assim respeito por quem nos deixou e pelo sofrimento das respectivas famílias.
segunda-feira, 13 de março de 2006
SEM COMENTÁRIOS!
PUTAS AO GOVERNO, QUE OS FILHOS JÁ LÁ ESTÃO!
domingo, 12 de março de 2006
AVIZ SÉCULO XXI - ENCERROU A SEGUNDA CONFERÊNCIA
Em termos de balanço e pelo que vi e ouvi na 2ª Conferência efectuada pelos AMIGOS DO CONCELHO DE AVIZ, no Ciclo subordinado ao Tema Aviz Século XXI em que foi debatida a “Cidadania, Participação e Associativismo”, o mesmo parece-me altamente positivo. Na conferência iniciada Às 15 horas nunca terão estado mais de 50 pessoas simultaneamente, mas foi de tal modo participativa que acabou já para lá das 19 horas. Do que por lá ouvi ficou-me no “ouvido” coisas como esta: foram efectuados 80 convites por escrito sendo que todas as Associações/Colectividades/Juntas de Freguesia do nosso concelho o foram por entrega directa do convite. O Sr Vereador do Pelouro da Cultura da CMA disse que há no concelho de Avis 35 Associações, ora bem, foi lá dito igualmente que dos 80 convites ( onde constavam as tais 35 Associações locais, Colectividades, Juntas) estiveram presentes 10 Associações/Colectividades/Juntas convidadas, contando com aquelas que chegaram já no fim e com aquelas que por outros motivos se tiveram que ausentar muito antes do terminus da Conferência. ( Parece que não contaram foi com aquelas que se fizeram representar só no concerto...talvez por má interpretação do convite!). Mas sendo pouco participada, foi muito participativa como já referi. Se calhar o mal da nossa terra será igual ao das outras : se não se faz nada é comentar que nada se faz se alguém faz alguma coisa, ainda que da importância e do interesse que é o exercermos o nosso direito a uma Cidadania activa e participada, pura e simplesmente estamos nas tintas para isso. “Isso” é lá com os outros.
Também registei esta curiosidade: o presidente da Confederação Portuguesa de Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto disse que esperava vir a Avis comer uma sopa de peixe da Barragem do Maranhão e afinal comeu filetes de linguado...
E mais esta: o João Ruivo em consequência da sua candidatura à Câmara Municipal de Sousel, foi despedido dos lugares que exercia em duas Câmaras...
E mais: a Drª Manuela Magno apesar do seu “currriculum” afirmou que ali não era Doutora, era a “amiga Manuela” – o que nos deixa antever a sua maneira de exercer a cidadania!
Fernandino Lopes foi um exímio moderador na linha do que aliás já nos vem habituando há muito tempo.
Não sei que teimosia tem esta rapaziada da ACA que já têm em mente – segundo lá ouvi afirmar – a realização de uma 3ª Conferência, mais para o final do ano lectivo, versando o tema da Empregabilidade.
O concerto de acordeão foi extremamente agradável sendo que levou ao auditório mais de 150 pessoas. Algumas terão ficado surpresas pois em vez dos esperados corridinhos, valsas e tangos ouviram Piazzola e Vivaldi entre outros, como o nosso querido VITORINO MATONO.
A ACA que não esmoreça e que continue com este tipo de iniciativa ou outros que entender por bem, mas só um pequeno reparo: arranjem outro apresentador....
sexta-feira, 10 de março de 2006
AVIZ SECULO XXI - "CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO E ASSOCIATIVISMO"
Talvez que ontem tenha encontrado no para-brisas do seu automóvel uma pequena tarjeta com os seguintes dizeres:
Ciclo de Conferências AVIZ SÉCULO XXI
(Símbolo dos amigos do Concelho de Aviz)
“CIDADANIA
Cidadania é um conjunto de direitos e deveres que ligam os indivíduos a um Estado.
Entre os deveres está o de participar na vida da sua comunidade, designadamente através do associativismo. Este dever é simultaneamente um direito, de participar nas tomadas de decisões que afectam a comunidade no seu conjunto.
Ora “CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO E ASSOCIATIVISMO” é precisamente o tema da segunda Conferência do Ciclo que os Amigos do Concelho de Aviz iniciaram com “Património, Turismo e Ambiente” a que antecedeu, ainda em 2005, um concurso fotográfico sob o mesmo lema.
O programa da Cidadania encontra-se profusamente divulgado pela nossa vila bem assim como na Agenda Municipal.
Mas o que mais interessa destacar é o alcance que os Amigos de Aviz pretende alcançar com esta iniciativa. Os oradores foram seleccionados e certamente que da troca de opiniões entre todos os presentes sairão conclusões que nos levem a que, todos e cada um de per si, sejamos mais participantes na sociedade em que estamos inseridos e em que se deixa que sejam os outros a fazer tudo, ficando nós na cómoda posição de críticos.
Se puder apareça. Estou certo que a sua presença será deveras enriquecedora deste debate.
Então até amanhã no Auditório às 15 horas e depois, à noite e no mesmo local, às 21. Certo?
quarta-feira, 8 de março de 2006
AVIS: PHARMACIA VIRA FARMÁCIA?
“DO CASTELO” endereça as boas vindas à nova farmacêutica, cujo nome ainda desconhece, deseja boa “Reforma” à Drª Alzira e ao Sr. Santos e faz simultaneamente votos de que algo mude no funcionamento da dita Pharmacia, de modo a torná-la numa Farmácia. Estamos habituados há longos anos a ouvir dizer que a Farmácia de Avis é a Farmácia do “não há e...volte cá amanhã”. Confirmo essa situação por experiência própria e às vezes mais que uma vez tive que ir à farmácia, para a mesma receita e em medicamentos que aparentemente nem teriam muita razão em se esgotarem. Daí que a Farmácia de Avis tem que ser cada vez mais a Farmácia do agora já há de tudo fazendo, assim, juz ao ditado de que há de tudo como na botica.
AH! Srª Drª nova, não se importe com os gastos (como a Drª Alzira me chegou a dizer) e implante um POS para pagamentos via multibanco.
Melhorar é preciso porque parafraseando um cantor muito em voga no tempo do PREC, “para melhor está bem, está bem; para pior já basta assim!”
terça-feira, 7 de março de 2006
A ZIVA E A MORTE ANUNCIADA
segunda-feira, 6 de março de 2006
FINALMENTE ESTOU LIVRE DE NOVO!
sábado, 25 de fevereiro de 2006
AFINAL É MENTIRA: NEM NA MORTE SOMOS TODOS IGUAIS!
À D. Isaura, que eu conheci nos tempos em que era emigrante e agora como utente do Lar, apresento as minhas desculpas por não a ter acompanhado, por desconhecer que tinha morrido.
Porque nem todos as mortes são iguais... pois certamente que se fosse outra “Isaura” até eu teria sabido atempadamente e teria cumprido com a minha obrigação, estando presente na despedida. Desejo-lhe que descanse em paz e possa merecer o repouso que o sofrimento atroz dos últimos dias de vida não lhe permitiram.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006
AVIS É NOTÍCIA NO "LINHAS DE ELVAS"
Estaremos à beira do desmoronar da nossa identidade concelhia?
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006
SANEAMENTO EM ERVEDAL
Eis o que dizia o recorte de jornal:
SANEAMENTO DE ERVEDAL
ERVEDAL (Avis) – A população desta localidade anda deveras preocupada porque, não tendo ainda água canalizada, nem esgotos, nem sanidade de qualquer espécie, não pode cumprir as regras enunciadas pelos serviços competentes, no sentido de se acautelar das possíveis epidemias, sobretudo da apavorante cólera. Para cúmulo, acresce a circunstância de terem sido declaradas impróprias para consumo, por estarem inquinadas, as águas das duas fontes de abastecimento da população.
Por intermédio de “ O Século”, se apela para quem de direito no sentido de serem tomadas urgentes providências, tendentes a pôr cobro a tão calamitosa situação.
Este artigo não está assinado. Tem uma anotação minha feita à mão que indica: 30.10.1971. E tal como já não me lembro da neve em Elvas, confesso que também já não me lembro desta situação em Ervedal.
A você que me lê, queria pedir-lhe um favor: indague junto dos seus familiares mais antigos se assim era em 1971; e quem teria tido a “ousadia” de publicar uma notícia destas em 1971? Diga-me qualquer coisa para o meu mail. Está ao cimo da página do blogue em "contacte-me" mas eu repito-o: omixam@sapo.pt
Por tudo isto acabo por me convencer que afinal as minhas cartas de amor não eram tão ridículas assim...ou talvez não...ou antes pelo contrário...
terça-feira, 14 de fevereiro de 2006
CARTAS DE AMOR... PARA O DIA DOS NAMORADOS
Todas as Cartas de Amor são Ridículas
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
domingo, 12 de fevereiro de 2006
OS EFEITOS COLATERAIS DOS RASTREIOS!
- Então Maria como correu isso lá da “ porose”?
- Olhe vizinha nem sabe o bom bocadinho que lá passei. Afinal p´ra lá
fui com o padeiro e depois regressei só a noitinha porque o nosso autocarro a última viagem que fazia era para cá e eu só regressei nele. Olhe vizinha, faziam falta mais coisas daquelas. A sala de espera do Centro de Saúde estava cheia. Vi chegar e abalar o pessoal das freguesias todas. E olhe que já tinha vontade de falar com algumas pessoas. Faz bem haver estes convívios, até parece que nos dão mais saúde. A vizinha já reparou que a última vez que as tinha visto foi quando fomos ao comício do “Jerólimo” de Sousa lá a Lisboa? Se não fosse assim como é que eu sabia que a filha daquela que tem um filho amaricado, agora varreu-se-me o nome, deixe... a vizinha sabe quem é, já largou o marido. Também, ele era um mastronso qualquer... Ai vizinha que até lá esteve a Televisão! E eu sempre a amanhar-me para ver se aparecia e nada. Então não viu aquelas lá de Benavila? Aquilo é que foi sorte, é que até falaram para o microfone. E eu nada, embora estivesse desertinha de falar. A vizinha havia de gostar de me ver. Mas há pessoas que não têm calma nenhuma, olhe que aí por volta das seis horas estava uma que eu não conheci, não sei se mora cá há pouco tempo, a dizer que estava ali desde as duas da tarde e ainda não tinha sido atendida. E depois a Enfermeira ...olhe não sei o nome dela, para mim são todas enfermeiras, mas olhe foi aquela que também falou p´ra Televisão, disse-lhe logo, e bem dito, que ela já lá estava desde as oito e meia da manhã. Bem respondido, que a gente quando vai para estas coisas tem que se dispôr. Também soube que o filho da Joana da Barragem Nova já entrou p’rá Cambra, só o meu Jaquim é que nada. Então diga lá vizinha, se não fosse isto como é que a gente sabia estas novidades? Ai, antes que me esqueça, vi lá a filha da Genoveva Mouca, e já está de barriga outra vez. Aquela ainda é pior que eu, valha-me o Santissimo Sacramento do Altar! Ai vizinha gostei tanto de ir. Só de lá vim às seis e dez e olhe que nestas coisas nem me lembro de comer...
A Tonha do Poço, já farta de ouvir tanto falar e porque tinha mais que fazer, para arrematar a conversa perguntou-lhe:
- E ficaste contente com o resultado do exame?
- Exame? Qual exame? Então aquilo não era só preciso a gente inscrever-se, por causa das estatística ou como é que eles dizem?
.......................................................................
...Ainda observei que a Tonha do Poço, lhe virou as costas e ao mesmo tempo que ia entrando em casa ia fazendo o sinal da cruz.... vá lá a gente saber porquê!
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006
...É QUE FICAVAM LÁ TÃO BONITAS....
Bonitas as fotografias antigas de Avis que se encontram nas paredes, mas na sala do lado esquerdo de quem entra estão lá duas fotos-quadros de paisagens de uma qualquer montanha e de um qualquer porto do mundo. Aí, em sua substituição e para que as instalações dos Serviços Locais da Segurança Social em Avis ficassem efectivamente mais bonitas, deveriam ser colocadas duas fotografias da nossa linda vila de Avis, antigas ou modernas, pouco interessa. Ninguém tem dúvidas que Avis tem paisagens bem mais bonitas ( ...e conhecidas ) que aquelas.
É que ficavam lá tão bonitas....e não me digam que não tenho razão!!!!
sábado, 4 de fevereiro de 2006
ACONSELHO VIVAMENTE!
Garanto-vos que se lê muito bem e é de extrema importância conhecê-lo, pelo que aconselho vivamente a todos que possam, a perder ( ganhar?) um pouco de tempo com ele, que o façam!
domingo, 29 de janeiro de 2006
NA SEXTA-FEIRA SAIU-ME O "EUROMILHÔES"...POR DUAS VEZES!
À parte: parabéns ao Sporting que apesar de só ter acertado três números enquanto o Benfica apenas acertou uma estrela, levou o prémio dos três pontos no “Euromilhôes” da segunda circular.
E bem que o Sporting podia ter acertado os cinco números, apesar do prémio ser o mesmo...
EM CIMA DA HORA:
São dez horas e quase dez minutos minutos da manhã e caem pequeninos flocos de neve em Avis. Por certo que não vão dar para branquear o solo, mas deixam-me antever uma Serra de S. Mamede com muita neve.
Vou esperar para ver o que se passa por cá.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2006
AINDA REFLEXOS DAS PRESIDENCIAIS
domingo, 22 de janeiro de 2006
SOMOS UM PAÍS DE CINZENTÕES!
Depois regressei a casa. Pelo caminho ouvi meia dúzia de pessoas queixarem-se das dores, mais da carestia de vida, mais do facto dos ciganos já “nascerem” reformados e que isso se devia a, imagine-se, Sá Carneiro! Outro queixava-se que o desemprego da filha o obrigava a ajudá-la, embora a sua reforma mal desse para ele. Fiquei perplexo e entrei no meu quintal. Os meus canários soltavam estridentes cânticos à mãe natureza que os prendava com um lindo dia de sol. Tinham comida e água que mais precisavam? Liberdade? Mas se os pusesse em liberdade iriam morrer à fome porque nunca ninguém os ensinou a procurar comida ou a precaverem-se dos gatos. Do que ouvira lá fóra fazia agora o meu juízo: todos tinham liberdade mas alguns não tinha comida. Só água e pouca! O que fazer para inverter essa situação? Hoje é dia de votos. Para se chegar a este dia constou-me que se gastaram 10 milhões de euros. 10 milhões! Para quê? O que foi que cada um de nós aprendeu com esta campanha, que ainda não soubesse? Em qual campanha, fosse ela para que cargo fosse, nunca ninguém prometeu coisas que desde logo sabemos, assim como quem promete, serem impossíveis de cumprir? Confesso, não aprendi nada. Amanhã vou votar, cumprindo uma obrigação cívica e um direito de cidadania que me assiste. Vou votar em quem sempre pensei votar. Para mim não era preciso ter havido campanha. Os tais 10 milhões poderiam ter servido para tanta coisa necessária... Talvez fosse uma ajuda para nos tirar da cauda da Europa; talvez fosse um empurrãozito para esbater o nosso pessimismo, consubstanciado num futuro sem futuro. Somos um país de “cinzentões” e eu sou um “cinzentão”.
Irei votar, em convicção mas sem convicção de que algo mude, tudo continuará na mesma, a lamúria lusa continuará e eu continuarei a engrossar o enorme número de "cinzentões”, até que cheguem as próximas eleições com um chorrilho de promessas, com o seu dia de reflexão, e com o seu dia “after” e com uma mudança anunciada mas não cumprida!
Sou um cinzentão desencantado.
Só os meus canários me alegram...
sexta-feira, 20 de janeiro de 2006
quinta-feira, 19 de janeiro de 2006
quarta-feira, 18 de janeiro de 2006
A FRASE DO DIA 17
segunda-feira, 16 de janeiro de 2006
A FRASE DO DIA
domingo, 15 de janeiro de 2006
"DO CASTELO" VI UM "VELHO DO RESTELO"
- Eu sou um “Velho do Restelo”, daqueles que custam a perceber o porquê de certas coisas que dia a dia se cruzam no nosso caminho. Ouve-me com atenção e não me interrompas. Fico perplexo quando um Governo de um país onde dois milhões de pessoas vivem abaixo do limiar da pobreza tem o arrojo de ir construir um novo aeroporto onde vai “enterrar” literalmente milhões e milhões de contos...desculpa, ainda não me habituei a esta modernice do euro... Não concordo com isso como é lógico. Repara lá, meu filho, eu que já vi tantas coisas, tantos avanços técnicos, desde o tempo em que o Infante D. Henrique iniciou as descobertas, porque é que daqui a dez ou quinze anos os aviões não poderão descolar e aterrar na vertical, assim como os helicópteros? E se tal acontecer para quê um aeroporto novo? Outro esbanjamento de dinheiro mal gasto vai ser essa coisa do TGV. Mas para quê essas velocidades loucas? Vocês aqui no Alentejo, desculpa-me a brincadeira, mas se se descuidam já ele tem passado pelo Caia e ainda vocês estão a olhar para Lisboa à espera que ele de lá parta...Desculpa lá a gracinha.
- Mas o Sr. “Velho do Restelo” acha que os descobrimentos de nada serviram para nós? Tudo foi em vão?
- Disse-te para não me interromperes. Lembra-te dos Descobrimentos mas lembra-te de quantas vidas por lá ficaram. Ah! E não te esqueças de acrescentar as vítimas do Ultramar, alguns até teus amigos aqui de Avis e outros teus familiares. Olha, meu filho chega aqui mais para junto da Torre da Rainha. Vês ali aquelas obras na antiga Escola Primária? Então pensa lá um bocadinho comigo: a Escola 2,3 mestre de Avis não tem condições para albergar os alunos que a frequentam – deficientes instalações, falta de material didáctico e no entanto estão lá os alunos todos da Freguesia de Avis. Ora se este dinheiro gasto na remodelação da “Primária” fosse empregue na melhoria da 2,3 Mestre de Avis, se calhar ficava a ganhar toda uma comunidade escolar e com condições muito melhores para todos. A integração dos mais pequenos seria feita mais cedo no seio da Escola Mãe e com qualidade bastante.
- Mas ó Sr. “Velho do Restelo”......Olhei mas já não vi nada e fiquei a pensar naquelas palavras de alguém que eu agora já não sabia se eram reais se tinham sido fruto da minha imaginação.
Mas uma coisa é certa: deixou-me a pensar sózinho e quem sabe eu dia por lá encontrarei um qualquer D. Sebastião!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2006
SABE O QUE É E PARA QUE SERVE A CPCJ DE AVIS?
Ultimamente têm vindo a lume notícias menos abonatórias em relação a CPCJ de outras localidades. Daí a reflexão que achei por bem fazer sobre esta matéria.
Para quem não sabe devo começar por informar que a CPCJ de Avis é composta por pessoas que nada auferem pelo desempenho dessa missão. A sua função é "promover os direitos da criança e do jovem e prevenir ou pôr termo a situações susceptíveis de afectar a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento”. A competência de uma CPCJ exerce-se na área do município onde tem a sua sede. Como população alvo estão todas as crianças e jovens em perigo, sendo de salientar que se considera criança ou jovem a pessoa com menos de 18 anos ou a pessoa com menos de 21 anos que solicite a continuação da intervenção iniciada antes de atingir os 18 anos. Quanto à sua constituição pouco para aqui interessa, parecendo-me mais relevante desde logo sublinhar a dificuldade que estas comissões têm no “terreno” onde vão actuar. Não é fácil tratar com famílias que maltratam crianças ou jovens. Por vezes a violência é a resposta encontrada por parte de quem tenta solucionar estes problemas. A intervenção deverá efectuar-se tão precocemente quanto possível, sendo-o de imediato quando qualquer caso fôr detectado.
A nós todos cabe-nos uma responsabilidade acrescida na denúncia de situações anómalas. E a palavra “denúncia” não tem aqui qualquer sentido negativo, antes pelo contrário o seu significado é altamente positivo: denunciar atempadamente uma situação de maus tratos a crianças e jovens é desde logo estar a contribuir para uma melhor resolução de um problema que tratado mais tarde poderá ser de muito mais difícil resolução, se não mesmo insolúvel.
Para terminar deixo aqui os contactos da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Avis:
Câmara Municipal de Avis
Apartado 25
7480-999 Avis
Telef.: 242 412 207/ fax 242 410 209
Mail: cpcjavis@cm-avis.pt
Não exite : se tiver conhecimento ou desconfiar de alguma situação anómala, informe a CPCJ de Avis.
As primeiras pessoas a agradecer-lhe serão certamente as crianças e jovens em risco!
domingo, 8 de janeiro de 2006
ESTOU ENCAVACADO!
A minha Pré-Candidata à Presidência da República não passou disso mesmo, de pré-candidata. O processo de candidatura não foi aceite e Manuela Magno ficou-se pelas intenções. Já aqui expliquei as razões que me levaram a apoiar explicitamente esta senhora: o desencanto dos políticos sejam eles profissionais ou semi-profissionais e a esperança em algo de diferente que a Senhora Doutora pudesse trazer. É que parafraseando um meu amigo “são sempre os mesmos”. Quantas vezes é que o Garcia Pereira já tentou a sua sorte? E o Louçã, e o Soares? O “Manel” mais o Cavaco são novos nestas andanças mas são conhecidos de outras. E agora em quem vou votar? Se calhar em quem disser menos mal dos adversários. Sempre fui assim: desconfio de quem só sabe apontar os defeitos dos outros, preocupando-se menos em apontar as suas virtudes. Quem sabe se por tais serem escassas...
Tenho a convicção de que tudo se irá resolver à primeira volta o que, a acontecer, pelo menos irá poupar uma “pipa de massa” ao erário público. Com a esquerda tão fraccionada, o mais certo é o Cavaco ganhar sem grandes dificuldades, logo à primeira.
Concluindo: estou eu, e vocês, enCAVACadOs!
sábado, 7 de janeiro de 2006
RECONHECIMENTO PÚBLICO!
Bem hajam e continuem a demonstrar que ainda é possível cumprir com dignidade a profissão que cada um tem de desempenhar!
sábado, 31 de dezembro de 2005
ATÉ P'RÓ ANO E... DESENRASQUEM-SE!
Devo confessar que nunca fui muito neste tipo de palavreado e muito menos em relação a essa de desejar um melhor Ano para o que vem. Mas será possível, na actual conjuntura ou em conjunturas anteriores, eu ter um melhor ano? A situação económica vai desagravar e eu posso gerir melhor a minha vida, economicamente falando? É mentira. Não vou. Para o ano vou rejuvenescer e as minhas atrozes vão ser só recordações? É mentira, não vai ser assim. Vou estar menos preocupado com o modo como os políticos governam mal este meu país, por o passarem a fazer melhor? É mentira. Não vão. Vou seguir o rifão de que “ano novo, vida nova”?. É mentira, amanhã, ano novo, será tudo igual a hoje , ano velho. O mundo continuará a ser assaltado por uma onda de ódio transformada em morte e miséria; continuará a morrer gente inocente, incluindo muitas crianças, em guerras injustas e onde os principais responsáveis sairão sempre a salvo; a natureza irá impor a sua disciplina com novos tremores de terra, cheias, secas, devastação.
No próximo ano irá morrer, não sei quem. Mas por certo gente que eu muito amo e respeito. Tudo se repetirá. Tudo, tal como há um ano atrás. Tudo, menos uma coisa: é que eu neste ano já não vou desejar Bom Ano para ninguém. Quem quiser ser mais feliz, que seja, mas não em atenção a ser ano novo.
Desenrasquem-se!
quarta-feira, 28 de dezembro de 2005
QUE É FEITO DO GRUPO DE CANTARES DA ASRPICA?
Um Grupo de cantadores tem que ser um grupo e não poderá jamais ser um cantador ou um casal de cantadores...
Força, que o Grupo da ASRPICA faz-nos falta !
sábado, 24 de dezembro de 2005
DEIXEM-ME SONHAR E SEJAM FELIZES!
Mas deixem-me recuar no tempo. Tirem-me cinquenta anos e devolvam-me os pinheiros que revestiam as serras da freguesia de S. Julião em Portalegre e que os incêndios de 2003 destruíram. Restituam-me a minha mãe e deixem-me sonhar um pouco....
...o ano é o de 1957, ali mesmo na segunda metade do século passado. O lume, tal como os de hoje em Avis, faz fumo que sobe lentamente pelas chaminés, mas o cheiro que anda no ar é o de lenha de esteva acendida com giestas secas. O lume de 1957 tinha outro cheiro...e a consoada também. O bacalhau era menos mas certamente mais saboroso. A esta hora já as filhoses tinham sido amassadas e “tendidas” pelas mãos habilidosas da minha saudosa mãe. Sobre a trempe, a sertã fumegava com intensidade, sinal evidente que o azeite – não havia óleo nessa altura- estava quente. O meu pai ajudava no que podia e, apesar de perceber pouco do assunto, atrevia-se a comentar:
- A massa ficou muito grossa...
- É para se mastigar melhor..., argumentava a minha mãe, como
que desculpando-se por algo que não tinha corrido bem.
O serão não era muito grande pois que o Menino Jesus tinha que distribuir as prendas por todas as casas antes da meia-noite. Quando o azeite por vezes “espirrava” por qualquer motivo menos conhecido, diziam os mais velhos que era o Menino Jesus que estava a fazer chi-chi lá da chaminé. Esta tinha sido devidamente vasculhada, por mor do Menino não se sujar quando a descesse. Não havia árvore de Natal. O sapatinho, quantas vezes roto, era posto ali bem junto às brasas, pois era certo e sabido que o Menino, quando por ali passasse se iria aquecer um pouco. A noite era mal dormida. Bem cedo lá me levantava eu na esperança de que algo mudasse em termos de prendas. Mas invariavelmente elas eram sempre as mesmas: uma tablete de chocolate espanhola ( ou a fronteira não estivesse ali tão perto!), um lencinho de mão e um brinquedo confeccionado pelo meu pai. Talvez uma roda de arame com um guiador do mesmo material. E com que sofreguidão, meu Deus, eu me dirigia para a chaminé mal o dia 25 rompia: Mãe, gritava, o Menino Jesus já cá passou! E era sempre só a 25 de manhã que as prendas se abriam. E esse hábito ainda hoje se mantém em minha casa. Como eram bons esses tempos em que não havia “modas” para árvores de natal nem Pai Natal, mas havia o carinho de uns pais que delegavam noutro menino, o Jesus, a incumbência de distribuir as prendas.
Mas o sonho tem que terminar. Mãe, lá onde estiveres recebe o agradecimento de tudo aquilo que me deste e de tudo aquilo que querias e já não tiveste tempo de me dar. Estarás sempre no meu coração e não haverá Natal nenhum em que tu não estejas presente.
QUANTO A VÓS QUE ME IDES LENDO (obrigado por me terem dedicado esse vosso tempo) “DO CASTELO” ENVIA DESEJOS DE UMA SANTA E FELIZ NOITE DE NATAL, EM COMPANHIA DE QUEM MAIS DESEJAREM!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2005
POR ESTES DIAS...
Apercebi-me como é difícil comprar no comércio tradicional local, quando o nosso comércio tradicional local cobra pelos mesmos artigos quase o dobro do que cobra o comércio tradicional local de Ponte de Sôr...E não estou a falar do comércio tradicional local chinês....
Vi como o Benfica, com braços do Luisão ou sem braços do Nuno Gomes lá se foi sorrateiramente abeirando do 2º lugar da classificação geral. Já temos campeão de Inverno, mas o que conta é o campeão da Primavera...
Chamaram-me a atenção para o facto de que o nome das ruas e respectiva colocação de placas não foi de iniciativa da Junta de Freguesia mas sim da Câmara. Ao fim e ao cabo o que interessa é que estão devidamente identificadas. Há dias tive dificuldade em explicar a uma visita que tive, qual a contribuição directa do Dr. Francisco Salgado Zenha para o desenvolvimento da vila de Avis. Pensava ele, que dada a localização da Rua, tinha inaugurado o Centro de Saúde. Mas isso são contas de outro rosário.
Hoje mesmo tive conhecimento que a candidata por mim apoiada para a Presidência da República conseguiu angariar o número de votos suficientes para se candidatar. O descrédito em políticos profissionais ou semi-profissionais, levaram-me a apoiar explicitamente a Srª Drª MANUELA MAGNO, professora na Universidade de Évora.
Claro que não é para ganhar mas o exercício de cidadania é um direito que diz respeito a todos nós e há que exercê-lo...
segunda-feira, 19 de dezembro de 2005
FRANCISCO ALEXANDRE EXPÕE EM ALTER DO CHÃO!
Francisco Alexandre inaugurou hoje uma exposição de escultura em Alter do Chão, ultrapassando assim a sua fama as raias do nosso concelho. Avisense por adopção, este genial artista continua a ser um desconhecido por parte dos responsáveis pela Cultura da sua terra natal, Ponte de Sôr.
A exposição de Alter está muito bem concebida e poderá ser visitada até dia 31 de Janeiro no anfiteatro de acesso ao auditório daquela localidade.
Parabéns amigo e não pares, olha que mal a gente se descuida e já é tempo de Feira Franca outra vez!!!!!
O HOMEM ANDA CHEIO DE MEDO!
Ou será que já está desesperadamente convicto de que vai perder e logo à primeira volta?
Cá por mim, vou nessa!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2005
2 - NOVIDADES -2
Sr. Presidente da Junta, aproveite a embalagem e coloque identificação nas ruas que, embora “baptizadas”, ainda não têm cédula pessoal visível....
NEM TUDO O QUE PARECE ...É!
Como parte final da cerimónia houve a actuação do “GRUPO DE CANTARES DO ERVEDAL”, que foi para mim uma agradável surpresa. Aproveitei a ocasião para dar os parabéns ao Grupo na pessoa da “ensaiadora” bem como ao Sr. Presidente da Junta, com votos de que tal projecto não seja abandonado. Sou um “cota”, no dizer da minha afilhada, e daí gostar de ouvir música popular portuguesa. O grupo coral começou a actuação com 14 elementos adultos, sendo que 13 eram do sexo feminino e um do sexo masculino. Depois juntaram-se cinco crianças para cantar canções de Natal. Mas, o que despertou a minha curiosidade foi o facto das treze mulheres cantarem auxiliadas por uma cábula existente na pasta das canções, enquanto o cavalheiro cantava sem ser preciso tal muleta. O meu “machismo” veio ao de cima: valente homem, faz ver àquelas mulheres todas que não precisa de ler, pois sabe tudo de cor. Findo o espectáculo dirigi-me ao senhor, perguntei-lhe o nome e disse-me que se chamava Freixo ( esqueci-me do nome próprio) e dei-lhe os parabéns por actuar de maneira tão solta, sem ser preciso “muletas”. Surpresa das surpresas! A sorrir, disse-me:
- Sabe uma coisa? É que eu não sei ler e por isso ter pasta ou não ter é a mesma coisa...
Fiquei “banzado” com o caricato da situação, mas nem por isso deixei de admirar a coragem daquele “cantor” que apesar da sua proveta idade acompanha, e de que maneira!, o resto do Grupo e dei-lhe um abraço. Para todos, os renovados e repisados parabéns, mas ao Sr. Freixo aquele abraço especial de consideração!
Como se pode constatar, nem tudo o que parece, é!
quarta-feira, 14 de dezembro de 2005
O FURA GREVES!
- Tu não sejas parvo. Vai trabalhar que os gaiatos precisam de comer! Os do Sindicato andam só em grandes almoços, não os vejo fazer nada e tu é que fazes greve?
E a sua consciência a gritar-lhe:
- Faz greve, junta-te aos teus camaradas porque é a união que faz a força. Unidos vencerão!
No dia aprazado para a greve, alta madrugada, o Zé das Máquinas ainda se debatia com este terrível dilema. Não sabia o que fazer. A mulher às sete e meia lá foi para o trabalho no campo e ele indeciso entre ficar deitado, enquanto ela ia trabalhar, ou meter-se em cima da motorizada e rumar ao seu local de trabalho.
- Zé, os gaiatos precisam de comer! ...Zé a União faz a força!...que raio de baralhação a azucrinar-lhe a cabeça e o sentido!
Porque será que há dias em que é tão difícil tomarmos uma atitude minimamente aceitável? De repente, saltou da cama, bebeu o resto do que restava do caldo de farinha frio, comeu um naco de pão com toucinho e foi trabalhar. Chegado ao serviço, assinou o livro de ponto e ficou por ali sozinho, sem fazer nada ( mas isso era o menos, pois já estava habituado). Mas sentiu-se muito mal com a sua consciência. É certo que os gaiatos tinham que comer, mas os outros camaradas de serviço tinham feito greve. E se houvesse benefícios ele usufruiria deles de igual modo. A consciência “saltou-lhe” em cima:
- Zé, porque vieste?
Ao chegar a casa a mulher sentenciou:
- Assim é que tu és um bom chefe de família, a trabalhar! Já viste: então se fôssemos os dois empregados da “Cambra” descontavam-nos quatro dias? Era quase uma semanada...
Escusado será dizer que esta noite foi passada em claro. Não queria ir trabalhar por imperativos de consciência, mas tinha que o fazer por imperativos matrimoniais. Quando a mulher se levantou para ir para o campo, o Zé das Máquinas levantou-se também, convencendo assim a sua companheira que iria trabalhar, como era desejo desta. Mas não. Havia tomado uma decisão. Hoje, segundo dia da greve não iria. Estava solidário com os camaradas! Porque não tinha quintal onde, como alguns dos outros colegas, pudesse ir semear as favas e ervilhas ou pôr cinza nos alhos que já iam a ter “bico de pardal”, e nem sequer tinha nenhum outro “furo”, o Zé juntou-se casualmente com o Manel das Açordas. Foram até ao café, contaram das suas mágoas e afogaram-nas numas cervejas. “Umas”, porque lhe perderam o conto. Ah! E comeram uns chouriços assados e mais uns bocados de entremeada. Comeram muito, e beberam muito. Ao pedir das contas, o Zé disse que não tinha dinheiro e que no fim do mês logo lá iria pagar....
A mulher do Zé nem queria acreditar. Então aquele malandro além de não ter ido trabalhar para ganhar o dia ainda esbanjara o dinheiro que tanta falta fazia lá em casa? O Zé não estava em condições de perceber nada. Estava embriagado. Ouvia a mulher ralhar e ouvia a voz da consciência a elogiar-lhe a atitude de ter feito greve e ao mesmo tempo a repreendê-lo por ter gasto o que não devia. Perdera duplamente.
Ao outro dia, ao chegar ao emprego, os colegas olharam-no de soslaio e houve mesmo um que, entre dentes, lhe disse:
- Fura greves da merda....
O Zé sentiu como que um forte murro no estômago e um tremedalho nas entranhas, só por pensar que qualquer dia, quando menos esperado, poderá haver greve outra vez e ele ficará de novo entre a espada e a parede, que é como quem diz, entre a mulher e a consciência.
A vida de um pobre é muito dura!
Nota do autor: este texto é pura ficção. Qualquer semelhança com factos ou personagens reais, é pura coincidência.
domingo, 11 de dezembro de 2005
QUE É FEITO DO ESPÍRITO DE NATAL?
A habitual Estrela da Torre da Rainha deve estar a caminho.
Antes de me deitar e aproveitando os preços mais económicos, fui dar uma voltita pelos blogues da minha eleição. Como qualquer ser mortal tenho as minhas preferência. E voltei a esbarrar com o “espírito de Natal”, melhor com a tal falta de “espírito de Natal”. Então é assim, porque a Lena (da Biblioteca) tem boa memória, faça um clique na sua “boamemória” para ver os resultados da campanha de um brinquedo para as crianças mais desfavorecidas, por ela idealizada: ofereceram prendas 8 (oito) pessoas. Quanto ao número, de ofertas passem por lá para saberem. Como é possível, um evento desta natureza, tão publicitado e só oito almas se terem lembrado que há crianças que ficariam imensamente felizes se recebessem um brinquedo por este Natal.( não esquecer que nem sequer se pediam brinquedos ou livros novos!) Porque, e isto é importante que se diga, em Avis, como em tantos outros locais do mundo, há crianças que não vão receber nada! Arriscar-me-ia a dizer que muito mais de cem pessoas sabiam desta iniciativa: Referia-o o Portal de Avis, foi referido aqui “ Do Castelo” ( obrigado D. Manuela Mendes por ter respondido via correio ao pedido da Lena, referido neste espaço) e certamente na Agenda Municipal (desculpem mas não me lembro se também lá vinha). E as pessoas que habitualmente frequentam a biblioteca ou passaram na R. da Cantina, não se aperceberam de tal?
Afinal o espírito de Natal só vai existindo ( e se calhar de um modo cada vez mais esbatido) na recordação daqueles que ainda acreditaram que quem dava as prendinhas era o Menino Jesus, que descia pelas chaminés e não o Pai Natal que agora por aí chega montado num bom carro ou numa mota de quatro rodas!
Ainda falta tanto para o Natal que vai a tempo de ser solidário com os mais desfavorecidos do nosso concelho. Terá um Natal mais feliz, acredite: você e os "outros"!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2005
...E FINALMENTE A ASSOCIAÇÃO DE PAIS!
As considerações que vou fazer são de âmbito estritamente pessoal e como sempre o faço retractam única e simplesmente a minha opinião : vou então falar da Associação de Pais.
Aqui aplica-se exactamente o atrás exposto. Há muita coisa a fazer na Associação de Pais. E, dada a movimentação conseguida em torno destas eleições, penso que não se deveria agora “desligarmo-nos” todos dela (Associação) deixando que os eleitos da Lista B ( a quem endereço os meus parabéns) sejam eles a fazer tudo que, se não tiverem uma demonstração de interesse por parte de todos os envolvidos, se poderá resumir a fazer muito pouco, como aliás tem sido feito até agora. Não poucas vezes a Senhora Presidente se me queixou de que as convocatórias de reuniões, para os pais e encarregados de educação seguiam e que às ditas reuniões iam os elementos da Direcção ( ...e nem sempre todos!) e mais uma ou duas pessoas. Para ela, isso era desmotivante e compreende-se porquê. Agora que, ao contrário do que vinha sendo habitual, houve duas listas a concorrer, há que se mudar o rumo dos acontecimentos. Não compreendo, por exemplo, como é que eu, que até já cheguei a fazer parte dos Órgãos Sociais desta Associação,( o que me leva a assumir publicamente de que enquanto tal também não fiz tudo o que deveria ter feito) ontem, para votar tive que preencher uma ficha de inscrição. Há que remodelar, há que melhorar, há que aparecer quando e sempre que as Assembleias sejam convocadas sejam elas convocadas pela Direcção ou pelos Sócios. (Sócios? Eu nunca paguei qualquer quotização...)
Continuo com a firme convicção de que uma Associação de Pais, devidamente organizada, sem compadrios e que exerça a sua actividade dentro da estrita e exclusiva finalidade de defender os interesses dos alunos, tem tanta força e é tão importante em Avis, quanto o é no Porto, em Lisboa ou Faro.
Estou certo que com estas eleições e a vontade de todos, vamos ter uma nova dinâmica na Associação de Pais em Avis, que saiba responder às necessidades de toda a família escolar de Avis, não descurando, como é óbvio, também as excursões que são sempre um salutar meio de convívio, mas que sabem a muito pouco.
Assim todos nós o queiramos! Ah! se a lista a ganhar tivesse sido a "A" o meu comentário seria exactamente igual...
(Desculpem este remate a desprepósito, que não tem nada a ver com a matéria tão séria acima tratada, mas que está com toda a actualidade: sabem qual foi a chave do sucesso da vitória do Benfica sobre o Manchester?Foi uma chave inglesa!)
quarta-feira, 7 de dezembro de 2005
BENFICA - 2 MANCHESTER - 1
O BENFICA DESFALCADO
DEPOIS DE ESTAR A PERDER,
DEU A VOLTA AO RESULTADO
ACABANDO POR VENCER!
GRITAM NO ESTÁDIO DA LUZ
CHEINHO QUE NEM UM OVO:
É AQUI QUE SE PRODUZ
A ALEGRIA DUM POVO!
domingo, 4 de dezembro de 2005
A BARRAGEM VAI-SE COMPONDO!
Ah! Antes que me esqueça, dois reparos que não são mais que dois apontamentos. Vi com pena, que tinha sido colocada uma vedação, com o respectivo arame farpado na fiada superior, delimitando o acesso às figueiras junto da ponte para Valongo. Agora será muito mais difícil aos Benavilenses e não só, irem-se ali aviar de figos, com as suas rocas. Certamente que saberão contornar a situação.
Outro registo e nada mais que isso, pois de pontes e sua conservação percebo tanto como de lagares de azeite. Mas o apontamento é este: a referida ponte para Valongo apresenta ao nível do alcatrão, duas fissuras em toda a largura da mesma, uma maior à entrada no sentido Avis-Valongo e outra menor do outro lado. Neste lado de cá (Avis-Valongo) cabem à vontade dois dedos travessos na abertura transversal. Mas, como disse, que percebo eu disto? Limito-me a referir a situação sem saber no entanto se é uma situação anómala ou normal. Apenas me chamou a atenção aquele buraco ali tão à vista desarmada.
sábado, 3 de dezembro de 2005
MARÍTIMO-0 BENFICA-1
INVALIDARAM-LHE UM GOLO,
AO NOSSO PEDRO MANTORRAS;
COMO O RAPAZ NÃO É TOLO
“BISOU”...POR CAUSA DAS PORRAS!
NESTE JOGO TÃO A SÉRIO
DISPUTADO À MANEIRA,
BENFICA TROUXE O "MINÉRIO"
DO BAILINHO DA MADEIRA!
(Para que conste: PARABÉNS aos miúdos do Avisense que chegando a estar a perder por 5-1 frente ao Alter, acabaram por ganhar, imagine-se, por 9 a 7!)


