Passo a transcrever, deixando os comentários ao critério de cada um de vós, uma notícia retirada do Jornal Correio da Manhã do passado sábado que a páginas 20 diz o seguinte:
“CINCO NUM MÊS
Ao alunos do 2º Ano de uma escola do 1º Ciclo em Portalegre tiveram cinco professores diferentes num mês, entre Novembro e Dezembro.”
domingo, 7 de maio de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA
Dada a anunciada extinção de freguesias, de entre as quais sobressai a do Maranhão, quis por lá passar antes de isso acontecer. Ao chegar deparei com a placa aqui reproduzida e aquele "seja prudente" levou-me a pensar que afinal o Maranhão tinha aumentado substancialmente a sua população. E tomei as devidas precauções: devagar não vá aparecer alguém disparado. Pura ilusão: entrei naquele rectângulo que mais parece um condomínio privado e não vi vivalma na rua. As casas estão quase todas abandonadas. No Café do Baeta a mulher deste não sei se esperava algum freguês ocasional ou se esperava o marido para almoçar, dado que ele tinha ido a Avis meter o euromilhões. Bebi uma água e satisfeita a minha curiosidade regresso sempre com aquele bendito "seja prudente" na memória. E então não é que no regresso, mesmo junto à placa, vinha um caracol em passo apressado a atravessar a rua? Parei, deixei-o passar e depois de dez minutos sem que visse alguém para além do caracol a "acelerar", arranquei nas calmas.Concluí então: sempre faz falta ser prudente ao entrar no Maranhão...pelo menos enquanto ainda por lá se virem caracóis!
quinta-feira, 4 de maio de 2006
"RECUERDOS" DE AVIS
Há dias vi numa loja do nosso comércio tradicional um prato pintado onde se podia ler a legenda: “RECORDAÇÃO DE AVIS”. Amiudei melhor e verifiquei que se tratava de uma pintura que retratava uns cabeços no cimo dos quais existiam moinhos azuis com enormes velas. Conhecedor como penso ser de grande parte do território do nosso concelho inquiri:
- Desculpe lá senhora, mas onde é que ficam estes moinhos?
- Não faço a mínima ideia, eu é que escrevi “recordação de Avis”, para ver se se vendiam...
Não sei se isto será uma boa técnica de venda nem sequer se resultará, mas tenho a certeza que se está a vender ( ou comprar) gato por lebre. Quem leva pensa que temos por aqui moinhos a funcionar quando não temos , mas temos, isso sim, coisas tão ou mais bonitas que os moinhos daqueles pratos. Expliquei isso à senhora da loja, fui tirar uma fotografia à Porta do Anjo, ofereci-lha e ela prometeu-me mandar fazer uns pratos com esse símbolo de Avis.
- Desculpe lá senhora, mas onde é que ficam estes moinhos?
- Não faço a mínima ideia, eu é que escrevi “recordação de Avis”, para ver se se vendiam...
Não sei se isto será uma boa técnica de venda nem sequer se resultará, mas tenho a certeza que se está a vender ( ou comprar) gato por lebre. Quem leva pensa que temos por aqui moinhos a funcionar quando não temos , mas temos, isso sim, coisas tão ou mais bonitas que os moinhos daqueles pratos. Expliquei isso à senhora da loja, fui tirar uma fotografia à Porta do Anjo, ofereci-lha e ela prometeu-me mandar fazer uns pratos com esse símbolo de Avis.
Estive lá hoje mas ainda não vi nada de novo, no que aos pratos concerne, pois até os dos moinhos ainda por lá continuam...
segunda-feira, 1 de maio de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA
O Dia do Trabalhador é comemorado em todo o mundo e é natural que quem mais gosta de o fazer é quem efectivamente tem emprego/trabalho. Cá pela nossa terra o dito trabalho não abunda, pelo que cada vez mais os nossos desempregados estão na esperança de verem uma luz ao fundo do Arco da Porta do Anjo, como se pode verificar pela foto acima.Que outra esperança poderão ter?
quinta-feira, 27 de abril de 2006
SAIU A ÁGUIA nº 18
Aí está a Águia Nº. 18 dos Amigos do Concelho de Aviz – Associação Cultural.
Seis anos após a publicação do número zero aparece agora renovada na sua apresentação que passou a ser a cores.
Dedicada à Freguesia de Alcórrego não deixa de ser interessante ler artigos sobre resistentes ao antigo regime, saber da razão de ser de alguns anexins daquela localidade, e ter ainda em atenção que O Mote é o Montinho e a opinião de um emigrante...
Aconselho: veja se ainda consegue arranjar uma pois parece que esta edição vai esgotar.
quarta-feira, 26 de abril de 2006
GENTES DA NOSSA TERRA!
A D. Maria L. é uma comedora de bolos passiva. Passo a explicar: tal como há os fumadores passivos que sofrem as consequências dos fumadores propriamente ditos, a D. Maria L. não comendo bolos sofre do facto de ter que lidar com eles diariamente e daí o facto de lhe terem apodrecido quatro dentes que teve de extrair em tempos. Agora pensou e muito bem em compor a boca e para isso utilizou os serviços de um protésico de carreira “internacional”, a residir em Avis. Tiradas as medidas e as provas eis que a D. Maria L. remoçou com os seus novos dentinhos. Mas o pior veio a seguir quando pretendeu tirar os ditos dentes postiços: não saiam. O marido, a golpes de alicate lá lhe conseguiu tirar dois mas os outros dois...bem ao fim de infrutíferas tentativas e ao fim de três dias de martírio, teve que se resolver a ir ao Centro de Saúde onde um enfermeiro a muito custo e depois de ter posto a hipótese de utilizar uma chave inglesa, lá lhos conseguiu tirar o que para a Maria L. foi um alívio tamanho, segundo as suas próprias palavras.
Quanto ao protésico parece que nunca mais lhe deu novas nem mandadas apesar de ainda haver umas contas a ajustar...como é óbvio!
Quanto ao protésico parece que nunca mais lhe deu novas nem mandadas apesar de ainda haver umas contas a ajustar...como é óbvio!
Ele acontece cada uma!
terça-feira, 25 de abril de 2006
25 DE ABRIL DE 1974!!!!!
É SEMPRE BOM RECORDAR:
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola,vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola,vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós
domingo, 23 de abril de 2006
HOJE A EDP PRESTOU UM MAU SERVIÇO EM AVIS
Hoje, entre as oito da manhã e cerca da um da tarde não houve electricidade na minha rua. Não duvido que era necessário fazer este corte de energia para rectificar algo que estivesse menos bem. O que não posso concordar é que a EDP que é tão zelosa na cobrança das suas facturas e que não exita em cortar o fornecimento de electricidade a quem não cumprir atempadamente com as suas obrigações, não cumpra com as suas próprias obrigações pois o mínimo que se lhe pedia ( pede) é que avise os consumidores que estes cortes se vão verificar e por qual o tempo previsto. Perguntei aos meus vizinhos e nenhum deles sabia de nada. A reparação foi aqui em Avis e não acredito que tivesse sido uma emergência: aliás alguém me confirmou que não. Eu pergunto: um meu vizinho tem 30 ovos numa chocadeira. Com a falta de aquecimento de cinco horas aos ovos, se os pintos não nascerem a quem vai pedir responsabilidades? Avisado, talvez pudesse ter remediado a situação de outro modo.
Uma coisa é certa: a EDP demonstrou um total desrespeito pelo menos pelos moradores da minha rua onde todos pagam as suas contas a tempo e horas. Não sei se o corte se estendeu a outras zonas.
Antigamente avisavam até com anúncios públicos, agora, talvez para pouparem gastos em papéis, prestam um mau serviço.
Aqui fica o registo, apesar de eu saber que não irá servir de nada!
sábado, 22 de abril de 2006
PONTO POR PONTO, CONTO POR CONTO OU VICE-VERSA
Os meus parabéns à Lena (.. da Biblioteca) pelo belo trabalho realizado em prol de um encontro de contadores e ouvidores de contos como aquele que se realizou no passado dia 20 no Auditório Municipal, e que foi o 2º da nossa vila. Eu sei que já estão a dizer: pois a Lena é que recebe os parabéns e eu é que andei lá feito cágado (tartaruga), e eu feito Pinóquio e eu feita Coelhinha e os parabéns são só para ela! É lógico que não: os parabéns são para todos os que colaboraram, mas nestas coisas há sempre um que recebe os “troféus” e depois deverá ter o cuidado de os distribuir equitativamente ( se tal fôr o caso) pelos outros elementos que o acompanharam. Dado que está bem explicito que os parabéns são para todos os que tornaram possível esta iniciativa vamos à frente. Quando lá cheguei, confesso envergonhado, pensei que iria assistir a uma sessão de fotografias para a Playboy: o Francisco Cordeiro de máquina fotográfica ao ombro, uma Coelhinha....mau, querem ver que me enganei. Mas ao deparar com a Cinderela e os outros personagens logo vi estar no sítio certo. Se a parte da manhã/tarde foi interessante de seguir ( nunca pensei que a D. Rute tivesse tanta certeza de qual a forma de um piolho, que para mim será menos redondinho) a noite foi um espectáculo: a Professora Maria Albertina esteve cinco estrelas e o Sr. Ministro esteve ao nível do que eu lhe conheço. Pena foi que não o deixassem contar mais um conto de hora e tal que todos nós teríamos adormecido e aí sim, ele concluiria que é um grande contador de contos, e que os seus 91 (noventa e um) anos são o corolário de uma vida intensamente vivida e sabida e que o seus contos tinha posto a dormir toda uma plateia de gente que poderia ser composta por netos seus. E, afinal, para que serviam os contos antigamente senão para adormecer? Digo-lhes : que medo que eu tive que o Sílvio se tivesse perdido no caminho e não tivesse encontrado a casa do sogro sua alteza real o rei...
Quanto aos contadores profissionais acho, e isto não é mais que a minha opinião pessoal, que o grupo do ano passado estava muito mais homogéneo. Este ano houve uma diferença abismal entre a Patrícia, mais ou menos principiante e o “mentiroso” ( as palavras são dele) do Fontinha. Mas no geral dou uma nota altamente positiva ao encontro. Registe-se a presença assinalável da classe dos professores, se bem que aqui me fique uma dúvida que só no próximo encontro poderei deslindar se eu e eles lá chegarmos.
Para terminar mais uma nota para a Lena ( espero que o Angelo não seja ciumento):Penso que esta “rapariga” tem umas asas de cegonha que poderia dar largos e importantes voos no campo da cultura, mas por razões que se prendem com o seu limitado habitat, apenas dá voos de milheirinha.
Ainda assim importantes e altamente merecedores dos meus sinceros elogios.
E que venha o 3º Encontro enquanto eu por cá andar....
quarta-feira, 19 de abril de 2006
OBVIAMENTE QUE OS DEMITIA!!!!
Se tivesse poder para tal, demitia todos os deputados que na passada quarta-feira tiveram o arrojo de assinar o ponto e de imediato abandonaram a Assembleia da República sem pudor nem respeito por aqueles que, através do voto, lá os colocaram. Mas que raio de país é este, onde aqueles que deveriam dar o exemplo pela positiva, o dão pela forma mais mesquinha e negativa? Que corja colocámos na Assembleia? Aquilo era o de melhor que tínhamos para lá colocar? Pobre país que tais eleitos tem.
Seria interessante virem a público as justificações e as desculpas que aquele bando de “desertores” vão apresentar para justificarem o usurpar do erário público de modo tão escandaloso.
Para as próximas eleições garanto que vou repensar muito a sério o sentido do meu voto: estou farto de palhaçadas, salvaguardando todo o respeito que os palhaços, os verdadeiros, me merecem.
domingo, 16 de abril de 2006
PARABÉNS À CASA DO BENFICA EM AVIS
“DO CASTELO” endereça os parabéns à Casa do Benfica em Avis pela realização do seu 3º Rally Paper Nocturno e pelo enorme êxito que o mesmo alcançou. Para além da prova em si há a realçar o convívio e espirito de camaradagem que se desenvolvem durante esta prova. À meia dúzia de craques que se desdobraram em boas vontades para que tudo decorresse dentro dos parâmetros traçados as minhas homenagens.
Continuo a pensar que a prova este ano foi muito mais linear, muito mais perceptível, menos emaranhada. Só há uma coisa que eu não percebo: então se era tudo muito mais fácil porque é que a minha equipa a complicou, a tornou difícil ao ponto de obter a pior classificação de sempre?
Continuo a pensar que a prova este ano foi muito mais linear, muito mais perceptível, menos emaranhada. Só há uma coisa que eu não percebo: então se era tudo muito mais fácil porque é que a minha equipa a complicou, a tornou difícil ao ponto de obter a pior classificação de sempre?
Ai p’ró ano....
sexta-feira, 14 de abril de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA

Agora que você já não tem dúvidas que chegou a Aldeia Velha, "DO CASTELO" dá-lhe uma ajuda no sentido de se precaver em caso de necessidade de estacionar na imediações do Café do Cabo Corvo. Porque estes dias de férias são poucos, estude quando ali pode estacionar antes de avançar. Depois, se não foi ontem de manhã aproveitando a folga que o Sr. Presidente da Câmara nos deu ( Obrigado Sr. Presidente da Câmara!) ou a tarde que o Sr. Primeiro Ministro nos deu (Obrigado Sr. Primeiro Ministro!), ainda poderá ir hoje aproveitando a folga que Jesus Cristo nos deu (Obrigado Sr. Jesus Cristo!) ou ir amanhã aproveitando o fim de semana à Inglesa ( Obrigado Srs. Ingleses!) ou no Domingo aproveitando a folga que o Descanso nos dá (Obrigado Sr. Descanso!) ou na Segunda Feira, aproveitando o feriado que o Anterior Regime nos deixou ( Obrigado Sr. Anterior Regime - lagarto, lagarto, lagarto!).
Mas o tempo é sempre pouco e por isso, clique na foto e estude quando pode estacionar e beber ali o seu cafezinho tranquilamente...
terça-feira, 11 de abril de 2006
... O QUE É ALENTEJANO É MUITO BOM!
O que é Nacional, à excepção do Sérgio Conceição, é bom. Mas o que é Alentejano é muito bom. Atentem nesta notícia vinculada no último número do semanário Expresso, a páginas 22:
ALANDROAL
Saúde distinguida
O Centro de Saúde do Alandroal recebeu o prémio “E-medicina” atribuído pelo Forum “Hospital do Futuro”, vencendo a concorrência do Serviço de Cardiologia do Hospital Pediátrico de Coimbra, a Fundação AMI e o Departamento de Pneumologia do Hospital Pulido Valente.
ALANDROAL
Saúde distinguida
O Centro de Saúde do Alandroal recebeu o prémio “E-medicina” atribuído pelo Forum “Hospital do Futuro”, vencendo a concorrência do Serviço de Cardiologia do Hospital Pediátrico de Coimbra, a Fundação AMI e o Departamento de Pneumologia do Hospital Pulido Valente.
E porque não o nosso Centro de Saúde qualquer dia ganhar um qualquer prémio?...Cá estaremos para o duvulgar, como é óbvio!
segunda-feira, 10 de abril de 2006
sexta-feira, 7 de abril de 2006
IMAGENS DA NOSSA TERRA
1ª - Clique na imagem para ver as placas maiores;
2ª - Avance na estrada uns trinta metros e encontrará outra placa a desejar-lhes as boas vindas a Aldeia Velha.
Se mesmo assim tiver dúvidas não espere que lhe coloquem mais alguma placa....pois você é que é muit'a burro....
quarta-feira, 5 de abril de 2006
FCB 2 - 0 BEN(avila)
Estranho seria o Barcelona não ganhar: então com o Senhor Ronal Koeman a falar espanhol, o Barcelona tinha dois treinadores a orientá-los ...
Ora se só com um já chegava, com dois então foi de vez!
terça-feira, 4 de abril de 2006
quarta-feira, 29 de março de 2006
AVIS, A DESERTIFICAÇÃO E QUE FUTURO?
A desertificação humana está, cada dia que passa, mais presente na nossa vila, o que é aliás perfeitamente visível. Não será necessário recuar muito no tempo para nos lembrarmos como as pessoa enchiam a loja do Sr. Rui, sendo que por vezes nem cabiam todas lá dentro, donde o estratagema dele, Rui, ir “aviando” mais que uma pessoa ao mesmo tempo de modo a “segurá-las” a todas. Hoje vemos o Sr. Rui à conversa com os reformados habituais que espreitam o sol ali no Jardim do Mestre, esperando que algum freguês lhe apareça.
O “Zé Jaquim” com uma gama diversificada igualmente de produtos( materias de construção, detergentes, produtos para a pesca etc, etc.) dizia-me ontem que há uns anos, quando abria a loja, havia já sempre oito ou nove pessoas à espera que ele chegasse. Hoje é ele que espera o dia inteiro que lá vão oito ou nove clientes durante o dia todo.
A “Bita do Rodrigues” não fôra o recebimento das facturas da Electricidade e bem se podia dedicar por inteiro a fazer “casacos de malha” para o seu cão e até para vender...
E isto enche-me de tristeza e causa-me um certo pânico. Afinal para onde caminhamos? Que futuro está traçado para a nossa freguesia, para o nosso concelho? Dir-me-ão que nos concelhos limítrofes ( com excepção de Ponte de Sôr) se passa a mesma coisa. Acredito, mas a mim preocupa-me sobremaneira o que se passa aqui, e o que se passa não é nada que nos permita antever um porvir muito risonho... antes pelo contrário.
A continuarmos assim, com a saída dos jovens e a morte dos mais idosos, nem a Farmácia, que actualmente é a melhor loja de Avis, se vai aguentar!
sexta-feira, 24 de março de 2006
aponte DEIXOU DE SER UMA MIRAGEM
aponte do mês de Março já chegou a Avis. Traz novas roupagens e desde logo realça o facto de ser um “mensário dos concelhos de Avis e Ponte de Sôr” que nos leva a aguçar o apetite em (re)descobrir as notícias do nosso concelho.
Jornal muito mais interessante e completo, esta mudança está associada ao facto de para a “Redação” ter entrado um SENHOR do mundo do jornalismo que dá pelo nome de SILVA FERNANDES.
Não vou aqui dar mais pormenores pois o melhor mesmo é comprar um exemplar, ver com os seus próprios olhos e descobrir, por exemplo, quem são os “famosos no Alcórrego”.
Parabéns. O pior é que agora chegamos à última página e não nos apetece sair d’aponte...
sábado, 18 de março de 2006
A PRAGA!
Se o rendimento per capita se medisse pela quantidade de telemóveis que uma população possui, certamente que Portugal estaria entre os países mais ricos do mundo. Poderá não se ter dinheiro para algum bem essencial, mas para um telemóvel, ai lá para isso tem que haver. E claro, da última geração! Expandiram-se de tal forma que se tornaram numa autêntica praga e como praga que são “atacam” nos locais mais indesejáveis: no meio de uma reunião de trabalho, quando se respeita um minuto de silêncio em memória de alguém e, claro está, nos velórios ( como aliás já hoje pude comprovar).Num velório, quando os acompanhantes e família do defunto estão em recolhimento ( ou quase...) eis que desatam a tocar telemóveis pelos quatro cantos da Igreja. E depois há para todos os gostos: toques de valsa, passodobles e, imagine-se, até “La cucaracha!”
Aqui só há uma maneira de dizimar a praga : é o utilizador desligar o “bichinho mau” ou pô-lo na vibração, demonstrando assim respeito por quem nos deixou e pelo sofrimento das respectivas famílias.
Aqui só há uma maneira de dizimar a praga : é o utilizador desligar o “bichinho mau” ou pô-lo na vibração, demonstrando assim respeito por quem nos deixou e pelo sofrimento das respectivas famílias.
Se antes se dizia, quando algo era desnecessário ou inoportuno, de que faz tanta falta como uma viola num enterro, olhem que adaptado aos tempos modernos bem poderíamos mudar o ditado para : faz tanta falta como um telemóvel num enterro...
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