AO MEU BENFICA - VI
MEU CORAÇÃO NÃO RESISTE
É TAMANHA A MINHA MÁGOA...
FIQUEI AINDA MAIS TRISTE
COM OS GOLOS DO “BÉBÁGUA”!
O “FERREIRA” FOI AMIGO
DEU-NOS UM PENALTY E TUDO,
MAS ACABOU INIMIGO:
VIMOS BRAGA P’LO CANUDO!
sábado, 19 de novembro de 2005
quinta-feira, 17 de novembro de 2005
CASTIGOS FÍSICOS NA EB 2,3 MESTRE DE AVIS
Não fui só eu que ouvi. Foi dito alto e em bom som: a professora da turma do 1º ano da EB 2,3 Mestre de Avis, castiga alguns dos seus alunos colocando-lhes fita-cola( adesivo?) na boca para que eles não falem. A afirmação foi feita com tal convicção por uma mãe de uma aluna dessa turma, que a mim não me restam grandes dúvidas de que tal possa ser verdade.
Este procedimento ( a ser verdade) é uma atrocidade, que merece ser denunciado publicamente, o que aliás penso já ter sido feito, inclusivamente a nível do Conselho Executivo.
Este procedimento ( a ser verdade) é uma atrocidade, que merece ser denunciado publicamente, o que aliás penso já ter sido feito, inclusivamente a nível do Conselho Executivo.
quarta-feira, 16 de novembro de 2005
AVIS VAI TER UM NOVO ESPAÇO COMERCIAL
Se as minhas fontes não me enganarem, (o que já não seria a primeira vez, como se sabe...), Avis vai ter a curto prazo um novo espaço comercial destinado à venda de pneumáticos, calibragem de rodas, alinhamento de direcções e similares. A sua localização será junto à Ziva, anexo ao espaço onde agora se transaccionam automóveis.
Vamos esperar para ver se é verdade, embora eu esteja em crer que sim!
Vamos esperar para ver se é verdade, embora eu esteja em crer que sim!
terça-feira, 15 de novembro de 2005
EM BORBA OUVIU-SE: AVIS
Tal como prometido passo a transcrever o outro trabalho de um “Avisense” premiado no Concurso de Poesia Popular de Borba/2005.
MOTE:
Borba, vila hospitaleira
Que gosto de visitar,
Tem algo de feiticeira
Que me encanta e faz voltar.
I
EXAUSTO DE CAMINHAR
INTERROMPI A VIAGEM
POISANDO A MINHA BAGAGEM
QUIS UM POUCO DESCANSAR;
E ANTES DE ME SENTAR
À SOMBRA DUMA AZINHEIRA
(PENSANDO SER DA CANSEIRA)
ADMIROU-ME O QUE LIA
NUMA PLACA QUE DIZIA:
BORBA, VILA HOSPITALEIRA!
II
TINHA QUE ESTAR ALI PERTO
ESTE MEU PORTO DE ABRIGO
ONDE QUALQUER BOM AMIGO
ME ACOLHERIA POR CERTO;
ADORMEÇO MAS DESPERTO
COM VONTADE DE ENCONTRAR
ESSA TERRA ESSE LUGAR
QUE NO MEU IMAGINÁRIO
HÁ-DE SER ITINERÁRIO
QUE GOSTO DE VISITAR!
III
LÁ DO ALTO DUM CABEÇO
VEJO A TORRE DUMA IGREJA,
NÃO HÁ NADA QUE EU NÃO VEJA
E NÃO RENDA O MEU APREÇO!
SERÁ ALI O COMEÇO
DESTA HISTÓRIA PASSAGEIRA
COMO GATA BORRALHEIRA
SEM INVEJA DE NINGUÉM,
POIS BORBA, COMO CONVÉM,
TEM ALGO DE FEITICEIRA!
IV
DEI PASSEIOS SEM TER PRESSA
NUM PASSO INCERTO INDECISO
ESBOÇO UM LEVE SORRISO
AO PASSAR NUMA TRAVESSA
E OUVIR: ENTRE, ORA ESSA,
POIS FAÇA FAVOR DE ENTRAR
QUE NÃO VEM INCOMODAR!
...É O SER TÃO DIFERENTE
E A FRANQUEZA DESTA GENTE
QUE ME ENCANTA E FAZ VOLTAR!
MOTE:
Borba, vila hospitaleira
Que gosto de visitar,
Tem algo de feiticeira
Que me encanta e faz voltar.
I
EXAUSTO DE CAMINHAR
INTERROMPI A VIAGEM
POISANDO A MINHA BAGAGEM
QUIS UM POUCO DESCANSAR;
E ANTES DE ME SENTAR
À SOMBRA DUMA AZINHEIRA
(PENSANDO SER DA CANSEIRA)
ADMIROU-ME O QUE LIA
NUMA PLACA QUE DIZIA:
BORBA, VILA HOSPITALEIRA!
II
TINHA QUE ESTAR ALI PERTO
ESTE MEU PORTO DE ABRIGO
ONDE QUALQUER BOM AMIGO
ME ACOLHERIA POR CERTO;
ADORMEÇO MAS DESPERTO
COM VONTADE DE ENCONTRAR
ESSA TERRA ESSE LUGAR
QUE NO MEU IMAGINÁRIO
HÁ-DE SER ITINERÁRIO
QUE GOSTO DE VISITAR!
III
LÁ DO ALTO DUM CABEÇO
VEJO A TORRE DUMA IGREJA,
NÃO HÁ NADA QUE EU NÃO VEJA
E NÃO RENDA O MEU APREÇO!
SERÁ ALI O COMEÇO
DESTA HISTÓRIA PASSAGEIRA
COMO GATA BORRALHEIRA
SEM INVEJA DE NINGUÉM,
POIS BORBA, COMO CONVÉM,
TEM ALGO DE FEITICEIRA!
IV
DEI PASSEIOS SEM TER PRESSA
NUM PASSO INCERTO INDECISO
ESBOÇO UM LEVE SORRISO
AO PASSAR NUMA TRAVESSA
E OUVIR: ENTRE, ORA ESSA,
POIS FAÇA FAVOR DE ENTRAR
QUE NÃO VEM INCOMODAR!
...É O SER TÃO DIFERENTE
E A FRANQUEZA DESTA GENTE
QUE ME ENCANTA E FAZ VOLTAR!
segunda-feira, 14 de novembro de 2005
ONTEM, EM BORBA, OUVIU-SE AVIS
Ontem, em Borba, teve lugar a sessão de encerramento do Concurso de Poesia Popular que coincidiu com o encerramento da festa da vinha e do vinho naquela localidade. De realçar que o nome de AVIS foi realçado duas vezes aquando da distribuição de prémios pois dois “filhos” de Avis foram premiados: um com o 2º lugar e outro com o 10º lugar. Porque o que menos interessa é saber qual dos trabalhos teve uma ou outra classificação, passo a transcrever hoje um dos trabalhos premiados e amanhã o outro. O de hoje é da autoria da D. Manuela Ascensão Mendes, moradora em Silves, que mais uma vez teve oportunidade de expressar que ,apesar de viver em Silves, é de Avis. Com um mote de Maria Aliete Cavaco Penha, poetisa de Faro, eis pois o trabalho da D. Manuela, com os meus renovados parabéns:
Mote:
Borba vila hospitaleira
Que gosto de visitar,
Tem algo de feiticeira
Que me encanta e faz voltar!
I
É grande a tua nobreza,
Muito branco é o teu manto
Transbordas o teu encanto
Fruto da tua beleza.
Recebes com gentileza
Não finges és verdadeira,
Honras a tua bandeira.
Bairrista é o teu povo,
Não digo nada de novo
BORBA VILA HOSPITALEIRA.
II
Da história és mensageira,
No celeiro tens cultura,
Na luta com vida dura
Sai o mármore da pedreira
E do operário a canseira
Que merece descansar.
Tens festas sabes reinar.
Repartes o teu carinho
És do país um cantinho
QUE GOSTO DE VISITAR!
III
Nos teus vinhedos verdinhos
Pendem cachos bem dourados
P’lo povo são vindimados
E são feitos os teus vinhos,
Tanto melhores se velhinhos...
És uma vila fagueira.
Tens recepção de primeira,
Murmura quem te visita
Borba é muito bonita
TEM ALGO DE FEITICEIRA!
IV
No Alentejo situada,
Essa província tão bela,
Tua gente por ti vela
Por todos tu és amada,
Para amar foste fadada.
Borba eu te quero saudar
Os teus manjares apreciar
Sem deixar de te dizer,
Que é teu modo de viver
QUE ME ENCANTA E FAZ VOLTAR!
Mote:
Borba vila hospitaleira
Que gosto de visitar,
Tem algo de feiticeira
Que me encanta e faz voltar!
I
É grande a tua nobreza,
Muito branco é o teu manto
Transbordas o teu encanto
Fruto da tua beleza.
Recebes com gentileza
Não finges és verdadeira,
Honras a tua bandeira.
Bairrista é o teu povo,
Não digo nada de novo
BORBA VILA HOSPITALEIRA.
II
Da história és mensageira,
No celeiro tens cultura,
Na luta com vida dura
Sai o mármore da pedreira
E do operário a canseira
Que merece descansar.
Tens festas sabes reinar.
Repartes o teu carinho
És do país um cantinho
QUE GOSTO DE VISITAR!
III
Nos teus vinhedos verdinhos
Pendem cachos bem dourados
P’lo povo são vindimados
E são feitos os teus vinhos,
Tanto melhores se velhinhos...
És uma vila fagueira.
Tens recepção de primeira,
Murmura quem te visita
Borba é muito bonita
TEM ALGO DE FEITICEIRA!
IV
No Alentejo situada,
Essa província tão bela,
Tua gente por ti vela
Por todos tu és amada,
Para amar foste fadada.
Borba eu te quero saudar
Os teus manjares apreciar
Sem deixar de te dizer,
Que é teu modo de viver
QUE ME ENCANTA E FAZ VOLTAR!
domingo, 13 de novembro de 2005
AJUDA-ME "MANEL"
Manel, o que quer dizer isto... ?
Se é o que eu penso, o teu pai passou-se ou quê? Dá-lhe um puxão de orelhas por mim "porque afinal é preciso continuar a navegar". E imperioso!
Conto contigo, amigo!
Se é o que eu penso, o teu pai passou-se ou quê? Dá-lhe um puxão de orelhas por mim "porque afinal é preciso continuar a navegar". E imperioso!
Conto contigo, amigo!
quinta-feira, 10 de novembro de 2005
ACONTECEU NO HOSPITAL DE SANTA LUZIA, EM ELVAS
Se calhar esta história verdadeira, embora sem qualquer razão de ser, poder-se-ia ter passado em qualquer outro lado. Mas não. Foi aqui e foi assim. Passemos aos factos.
No dia 7 deste mês, logo, na segunda-feira passada, a cama número 39 da enfermaria número doze da ala direita de medicina no Hospital de Santa Luzia em Elvas estava ocupado por uma doente de 75 anos de nome Eva. A D. Eva estava bastante debilitada, tendo-a eu próprio ajudado a ir à casa de banho mais do que uma vez. Na tarde desse mesmo dia 7 de Novembro de 2005 a D. Eva é transportada por uma auxiliar de acção médica numa cadeira de rodas para ir fazer um RX ao tórax. Passados alguns minutos chegou a notícia: a senhora tinha caído no local do RX, suspeitava-se de traumatismo craniano e foi transportada de urgência para o Hospital de S. José acompanhada de um médico e dois enfermeiros. A filha, desolada lamentava-se chorando. Por nos parecer a todos que se tratou de pura negligência e no sentido de apurar os factos, aconselhei-a a fazer uma reclamação no “livro” amarelo. Respondeu-me entre soluços:
- O que é que eu ganho? Além disso o meu marido está lá em baixo em S.O por estar pior do coração!
Hoje a notícia chegou bem cedo à ala direita do serviço de medicina do Hospital de Santa Luzia em Elvas: a D. Eva faleceu esta manhã em S. José. Na Rua de Olivença lá constava a sua foto na montra de uma Agência funerária: por atraso no levantamento do corpo não sabiam quando seria a missa e o funeral.
A notícia assume assim uma sobrecarga de dramatismo tanto maior por se ter passado dentro de um Hospital, onde, supostamente, alguém é internado para se curar dos seus males e vai ali encontrar a morte.
Ninguém vai ser chamado à responsabilidade. A incúria, desleixo e falta de profissionalismo de alguém, empurrou para a morte prematura uma mulher que procurou um hospital para se curar. E a filha nem pôde “protestar” porque o marido também lá está internado. Teve medo das represálias. E nós sabemos que as poderia haver.
À família enlutada que apenas conheci a partir do dia 31 de Outubro, as minhas condolências a que junto o meu sentimento de revolta e nojo pelo modo como as coisas se passaram. Ninguém jamais saberá exactamente o que aconteceu, pois a D. Eva, a única que poderia dizer a verdade, a única que poderia descrever a situação com isenção, já não está entre nós.
Paz à sua alma. Amanhã, se puder irei ao seu funeral.
No dia 7 deste mês, logo, na segunda-feira passada, a cama número 39 da enfermaria número doze da ala direita de medicina no Hospital de Santa Luzia em Elvas estava ocupado por uma doente de 75 anos de nome Eva. A D. Eva estava bastante debilitada, tendo-a eu próprio ajudado a ir à casa de banho mais do que uma vez. Na tarde desse mesmo dia 7 de Novembro de 2005 a D. Eva é transportada por uma auxiliar de acção médica numa cadeira de rodas para ir fazer um RX ao tórax. Passados alguns minutos chegou a notícia: a senhora tinha caído no local do RX, suspeitava-se de traumatismo craniano e foi transportada de urgência para o Hospital de S. José acompanhada de um médico e dois enfermeiros. A filha, desolada lamentava-se chorando. Por nos parecer a todos que se tratou de pura negligência e no sentido de apurar os factos, aconselhei-a a fazer uma reclamação no “livro” amarelo. Respondeu-me entre soluços:
- O que é que eu ganho? Além disso o meu marido está lá em baixo em S.O por estar pior do coração!
Hoje a notícia chegou bem cedo à ala direita do serviço de medicina do Hospital de Santa Luzia em Elvas: a D. Eva faleceu esta manhã em S. José. Na Rua de Olivença lá constava a sua foto na montra de uma Agência funerária: por atraso no levantamento do corpo não sabiam quando seria a missa e o funeral.
A notícia assume assim uma sobrecarga de dramatismo tanto maior por se ter passado dentro de um Hospital, onde, supostamente, alguém é internado para se curar dos seus males e vai ali encontrar a morte.
Ninguém vai ser chamado à responsabilidade. A incúria, desleixo e falta de profissionalismo de alguém, empurrou para a morte prematura uma mulher que procurou um hospital para se curar. E a filha nem pôde “protestar” porque o marido também lá está internado. Teve medo das represálias. E nós sabemos que as poderia haver.
À família enlutada que apenas conheci a partir do dia 31 de Outubro, as minhas condolências a que junto o meu sentimento de revolta e nojo pelo modo como as coisas se passaram. Ninguém jamais saberá exactamente o que aconteceu, pois a D. Eva, a única que poderia dizer a verdade, a única que poderia descrever a situação com isenção, já não está entre nós.
Paz à sua alma. Amanhã, se puder irei ao seu funeral.
terça-feira, 8 de novembro de 2005
DICIONÁRIO DE FALARES DO ALENTEJO
Ofertaram-me um Livro intitulado “ DICIONÁRIO DE FALARES DO ALENTEJO”, da autoria de Vítor Fernandes Barros e Lourivaldo Martins Guerreiro.
Passo a transcrever alguns vocábulos atribuídos a Avis, a sua “tradução” e o número da página onde os mesmos são referidos:
ABASTRUZ - Avestruz ( Pág.19)
ABESPRA - Vespa; pessoa que se irrita facilmente ( 20)
ALDRAVAZ – Trapaceiro; aldrabão ( 27)
ALMOFEIRA – Água negra que escorre da talha da azeitona ( 29)
AMINTAR – Lembrar, recordar (31)
APILHAR – Acostumar um animal a certo sítio (33)
ARRIMADOR – Semicírculo de ferro para amparar as panelas ao lume ( 36)
ASSENTE – Assento, cadeira (37)
BARRANHÃO – Tacho (44)
BURGUEXO – Pedra pequena (49)
CACARRUÇO – Qualquer vasilha pequena
CHUVINHAR – Chover pouco; chuvisco (67)
CUCÉGAS – Cócegas (71)
ENDURINHA – Andorinha (80)
ESBURRUNDAR – Cair (84)
HOME – Homem (105)
INDURINHA – Andorinha (107)
INTÉ – Até (108)
ISBURRONDAR – o m.q. Esburrundar
MALACUECOS – Fritos de massa de trigo (119)
MEDA(É) – Amontoado de molhos de trigo, cevada, etc. na eira (125)
MILHARADA – Quantidade de espigas de milho que se transportam para a eira (126)
Prometo ainda voltar a dar mais notícias deste "Dicionário de Falares do Alentejo", quando o tiver lido na sua totalidade.
Passo a transcrever alguns vocábulos atribuídos a Avis, a sua “tradução” e o número da página onde os mesmos são referidos:
ABASTRUZ - Avestruz ( Pág.19)
ABESPRA - Vespa; pessoa que se irrita facilmente ( 20)
ALDRAVAZ – Trapaceiro; aldrabão ( 27)
ALMOFEIRA – Água negra que escorre da talha da azeitona ( 29)
AMINTAR – Lembrar, recordar (31)
APILHAR – Acostumar um animal a certo sítio (33)
ARRIMADOR – Semicírculo de ferro para amparar as panelas ao lume ( 36)
ASSENTE – Assento, cadeira (37)
BARRANHÃO – Tacho (44)
BURGUEXO – Pedra pequena (49)
CACARRUÇO – Qualquer vasilha pequena
CHUVINHAR – Chover pouco; chuvisco (67)
CUCÉGAS – Cócegas (71)
ENDURINHA – Andorinha (80)
ESBURRUNDAR – Cair (84)
HOME – Homem (105)
INDURINHA – Andorinha (107)
INTÉ – Até (108)
ISBURRONDAR – o m.q. Esburrundar
MALACUECOS – Fritos de massa de trigo (119)
MEDA(É) – Amontoado de molhos de trigo, cevada, etc. na eira (125)
MILHARADA – Quantidade de espigas de milho que se transportam para a eira (126)
Prometo ainda voltar a dar mais notícias deste "Dicionário de Falares do Alentejo", quando o tiver lido na sua totalidade.
quarta-feira, 2 de novembro de 2005
DE "BAIXA"
Devido a doença de um membro do seu agregado familiar, "DO CASTELO" vai estar de baixa durante uns dias. Não fecha as portas mas vai retirar-se por uns tempos. Há situações na vida que nos tiram a vontade de quase tudo. É este o caso.
Antes de isso acontecer deixo dois recados:
1 - Apareçam sexta-feira na sede dos Amigos de Aviz para assistirem, a partir das 18 horas, à inauguração da exposição do I Concurso de Fotografia Aviz Século XXI, e distribuição dos respectivos prémios. Certamente que estarão tão curiosos quanto eu para saberem o que apareceu a concurso sobre esta temática e o modo como o júri fez a classificação.
2 - Ainda se podem inscrever para o Ciclo de Conferências Aviz Século XXI, a ter início este sábado a partir das 10 horas na Sede dos Amigos de Aviz. Se tiverem dúvidas, consultem aqui o respectivo programa.
Até um dia destes.
Antes de isso acontecer deixo dois recados:
1 - Apareçam sexta-feira na sede dos Amigos de Aviz para assistirem, a partir das 18 horas, à inauguração da exposição do I Concurso de Fotografia Aviz Século XXI, e distribuição dos respectivos prémios. Certamente que estarão tão curiosos quanto eu para saberem o que apareceu a concurso sobre esta temática e o modo como o júri fez a classificação.
2 - Ainda se podem inscrever para o Ciclo de Conferências Aviz Século XXI, a ter início este sábado a partir das 10 horas na Sede dos Amigos de Aviz. Se tiverem dúvidas, consultem aqui o respectivo programa.
Até um dia destes.
terça-feira, 1 de novembro de 2005
PEDIR OS SANTINHOS
Ao JOÃO RUIVO, por ser dos poucos que ainda se interessa pelo Dia de Santos, dedico estas quadras de autor identificado.
Um de Novembro é o dia
Dos Santinhos, venerado;
Que bem me lembro a alegria
Que havia por todo o lado!
Longe de o dia chegar
Já se ouvia a nossa prece
Aos Santinhos do Altar
P’ra que a chuva não viesse.
Nesse dia desejado
‘inda o Céu escurecia,
Já estava levantado
Para ver se não chovia!
Como era antigamente!
Dizemos nós, afinal
Quem é dif’rente é a gente
Porque o dia é sempre igual.
Nesse dia a criançada
Como bandos de andorinhas,
P’las ruas em debandada
Em suas mãos as saquinhas.
Dê os Santinhos, dizíamos
Na nossa infantilidade!
Tudo quanto mais queríamos
Nos davam e de vontade.
Maçãs, nozes ou pão,
Castanhas, pêras, romãs;
Traziam satisfação
Às nossas almas louçãs.
Quero contar uma história
Que comigo se passou:
Ficou-me bem na memória
Muito me sensibilizou!
Minha mãe, para os Santinhos
Tinha muita amassadura;
Confeccionava pãezinhos
Para dar naquela altura.
Sempre um modelo ajeitava
Ao pão, quando era tendido
P’ra que esse pão que ela dava
Ficasse bem conhecido.
Algumas casas da aldeia
Nos faltava visitar;
Surgiu então a ideia
De ir a casa e voltar.
Com os saquinhos repletos
Logo fomos despejar;
Satisfeitos, indiscretos
Que iríamos encontrar?
Já bem cheios os saquinhos
Por Deus querer ajudar,
Também os meus irmãozinhos
Tinham pensado em voltar.
Mas que surpresos ficámos
Porque um pão dos que a mãe deu,
Quando os sacos despejámos
Quem o trazia era eu.
Assim se desenrascavam
As mães que menos podiam;
Aos filhos das outras davam
O que os seus filhos traziam!
Da esmola, Caridade
Fazia com devoção!
Exemplo de Santidade
Que dava seu coração.
Dia dos Santos ‘inda há
Só que hoje é tão dif’rente
Que muitos não sabem já
Como era antigamente!
A Págs. 174 e 175 do livro de poesia, “O REBUSCO”, de JOSÉ DA SILVA MÁXIMO.
ERA ASSIM NO DIA DE TODOS OS SANTOS
Um de Novembro é o dia
Dos Santinhos, venerado;
Que bem me lembro a alegria
Que havia por todo o lado!
Longe de o dia chegar
Já se ouvia a nossa prece
Aos Santinhos do Altar
P’ra que a chuva não viesse.
Nesse dia desejado
‘inda o Céu escurecia,
Já estava levantado
Para ver se não chovia!
Como era antigamente!
Dizemos nós, afinal
Quem é dif’rente é a gente
Porque o dia é sempre igual.
Nesse dia a criançada
Como bandos de andorinhas,
P’las ruas em debandada
Em suas mãos as saquinhas.
Dê os Santinhos, dizíamos
Na nossa infantilidade!
Tudo quanto mais queríamos
Nos davam e de vontade.
Maçãs, nozes ou pão,
Castanhas, pêras, romãs;
Traziam satisfação
Às nossas almas louçãs.
Quero contar uma história
Que comigo se passou:
Ficou-me bem na memória
Muito me sensibilizou!
Minha mãe, para os Santinhos
Tinha muita amassadura;
Confeccionava pãezinhos
Para dar naquela altura.
Sempre um modelo ajeitava
Ao pão, quando era tendido
P’ra que esse pão que ela dava
Ficasse bem conhecido.
Algumas casas da aldeia
Nos faltava visitar;
Surgiu então a ideia
De ir a casa e voltar.
Com os saquinhos repletos
Logo fomos despejar;
Satisfeitos, indiscretos
Que iríamos encontrar?
Já bem cheios os saquinhos
Por Deus querer ajudar,
Também os meus irmãozinhos
Tinham pensado em voltar.
Mas que surpresos ficámos
Porque um pão dos que a mãe deu,
Quando os sacos despejámos
Quem o trazia era eu.
Assim se desenrascavam
As mães que menos podiam;
Aos filhos das outras davam
O que os seus filhos traziam!
Da esmola, Caridade
Fazia com devoção!
Exemplo de Santidade
Que dava seu coração.
Dia dos Santos ‘inda há
Só que hoje é tão dif’rente
Que muitos não sabem já
Como era antigamente!
A Págs. 174 e 175 do livro de poesia, “O REBUSCO”, de JOSÉ DA SILVA MÁXIMO.
domingo, 30 de outubro de 2005
TERCEIRA IDADE A IDADE MAIOR!
Agora que chegámos ao fim de mais um mês dedicado à Terceira Idade, que eu melhor diria dedicado à Idade Maior, deixo aqui dois sonetos cujos autores desconheço, mas cuja ternura me contagia.
1 – PIOR VELHICE
Sou velha e triste. Nunca o alvorecer
Dum riso são andou na minha boca!
Gritando que me acudam, em voz rouca,
Eu, náufraga da vida, ando a morrer!
A Vida, que ao nascer, enfeita a touca
De alvas rosas a fronte da mulher,
Na minha fronte mística de louca
Martírios só poisou a emurchecer!
E dizem que sou nova...A mocidade
Estará só, então, na nossa idade,
Ou está em nós e em nosso peito mora?!
Tenho a pior velhice, a que é mais triste,
Aquela onde nem sequer existe
Lembrança de ter sido nova...outrora...
2 – VELHINHA
Se os que me viram já cheia de graça
Olharem bem de frente para mim,
Talvez, cheios de dor, digam assim:
“Já está velha! Como o tempo passa!...”
Não sei rir e cantar por mais que faça!
Ó minhas mãos talhadas em marfim,
Deixem esse fio de oiro que esvoaça!
Deixem correr a vida até ao fim!
Tenho vinte e três anos! Sou velhinha!
Tenho cabelos brancos e sou crente...
Já murmuro orações...falo sozinha...
E o bando cor-de-rosa dos carinhos
Que tu me fazes, olho-os indulgente,
Como se fosse um bando de netinhos...
1 – PIOR VELHICE
Sou velha e triste. Nunca o alvorecer
Dum riso são andou na minha boca!
Gritando que me acudam, em voz rouca,
Eu, náufraga da vida, ando a morrer!
A Vida, que ao nascer, enfeita a touca
De alvas rosas a fronte da mulher,
Na minha fronte mística de louca
Martírios só poisou a emurchecer!
E dizem que sou nova...A mocidade
Estará só, então, na nossa idade,
Ou está em nós e em nosso peito mora?!
Tenho a pior velhice, a que é mais triste,
Aquela onde nem sequer existe
Lembrança de ter sido nova...outrora...
2 – VELHINHA
Se os que me viram já cheia de graça
Olharem bem de frente para mim,
Talvez, cheios de dor, digam assim:
“Já está velha! Como o tempo passa!...”
Não sei rir e cantar por mais que faça!
Ó minhas mãos talhadas em marfim,
Deixem esse fio de oiro que esvoaça!
Deixem correr a vida até ao fim!
Tenho vinte e três anos! Sou velhinha!
Tenho cabelos brancos e sou crente...
Já murmuro orações...falo sozinha...
E o bando cor-de-rosa dos carinhos
Que tu me fazes, olho-os indulgente,
Como se fosse um bando de netinhos...
sábado, 29 de outubro de 2005
NAVAL- 1 SLB-1
AO MEU BENFICA – V
AOS TREINADORES:
(da Naval)
MAS COM UM TREINADOR DESTES
NINGUÉM SABE O QUE É QUE FAÇA...
“UNS” PROIBEM OS FOGUETES
E ELE “ARRUMA-LHE” UM ...FOGAÇA!
(do Benfica)
POIS, FARTOU-SE DE FALAR,
MAS P’RA SAIR EMPATADO,
ANTES SOUBESSE TREINAR
E MANTER-SE MAIS CALADO!
AOS TREINADORES:
(da Naval)
MAS COM UM TREINADOR DESTES
NINGUÉM SABE O QUE É QUE FAÇA...
“UNS” PROIBEM OS FOGUETES
E ELE “ARRUMA-LHE” UM ...FOGAÇA!
(do Benfica)
POIS, FARTOU-SE DE FALAR,
MAS P’RA SAIR EMPATADO,
ANTES SOUBESSE TREINAR
E MANTER-SE MAIS CALADO!
A NEVIPLAS ENCERROU A SUA ACTIVIDADE
Soube hoje que a NEVIPLAS – Fábrica de Plásticos Lda. sediada em Benavila encerrou as suas portas. Digamos que foi uma morte mais ou menos anunciada. Perco uns minutos a ler a entrevista que Armindo Neves concedeu ao Jornal “A PONTE” em Setembro de 2003 e percebo que as coisas não iam já então muito bem. A dado passo diz o referido responsável pela área comercial da fábrica instalada por seu pai: “ Essa situação ( encerramento) não está nos nossos horizontes embora tenhamos consciência de que, se as principais directrizes da nossa economia não forem alteradas no sentido de ajudar as inúmeras P.M.E. que sustentam a economia deste país, o futuro possa ser ainda mais problemático”.
E foi problemático como se acaba de constatar. À altura trabalhavam na Neviplas 16 funcionários. Presentemente não sei quantos seriam. Não há dúvida é que é menos um factor de desenvolvimento para o nosso concelho. Foi a Cineiol, a Sulei, a Vegatex, a Neviplas...quem se seguirá? A Ziva?
Oxalá que não, pois caso contrário e com esta cadência, daqui a pouco só temos mesmo a Câmara como entidade empregadora, e que um dia também poderá “rebentar”.
E foi problemático como se acaba de constatar. À altura trabalhavam na Neviplas 16 funcionários. Presentemente não sei quantos seriam. Não há dúvida é que é menos um factor de desenvolvimento para o nosso concelho. Foi a Cineiol, a Sulei, a Vegatex, a Neviplas...quem se seguirá? A Ziva?
Oxalá que não, pois caso contrário e com esta cadência, daqui a pouco só temos mesmo a Câmara como entidade empregadora, e que um dia também poderá “rebentar”.
sexta-feira, 28 de outubro de 2005
OUTONO
Está uma autêntica noite de Outono. Há pouco regressei da rua e estava a cair aquele “molha parvos” silencioso e miudinho onde nem um só sopro de vento se fazia sentir. Fez-me lembrar as noites em que eu, garoto, ia às dormidas dos pardais, nos eucaliptos, a fim de os matar com uma espingarda de pressão de ar. Senti um arrepio de tão distantes estarem já esses tempos.
Peguei num livro de poesia de JOSÉ DA SILVA MÁXIMO, intitulado REBUSCOS, lançado no dia 8 deste mês pelo Município de Marvão e descobri este poema em décimas – que é a poesia mais genuinamente popular/alentejana que passo a transcrever-vos:
OUTONO
Mote:
CAI A FOLHA DA FIGUEIRA
NUM BAILADO ESTRANHO E LINDO
TAMBÉM EU, BEM QUE NÃO QUEIRA
POUCO A POUCO VOU CAINDO.
Quando o Outono aparece
Com a sua capa de bom,
Os campos mudam de tom,
O que é verde amarelece;
É sempre assim que acontece
Nem será de outra maneira.
Com o Inverno à sua beira
Dá-se a mudança do clima
O frio vem lá de cima
CAI A FOLHA DA FIGUEIRA!
Basta uma simples aragem
Embalar o ramo esguio
Horas e horas a fio
Para deslocar a folhagem;
É de tristeza a imagem
A que vamos assistindo,
Vendo as folhas ir caindo
Uma a uma, lentamente,
Ir p’ro chão suavemente
NUM BAILADO ESTRANHO E LINDO!
É no reino vegetal
Que o fenómeno é repetido,
Todo o vigor é perdido
E recuperado afinal;
É benesse sem igual
Ano a ano a vida inteira
Mas na hora derradeira
Já não será bem assim,
Tudo o que nasce tem fim
TAMBÉM EU, BEM QUE NÃO QUEIRA.!
É o chão que tudo cria
O chão onde tudo cai;
É pr’o chão que tudo vai
Se a vida acabar um dia;
Em contraste e ironia
Do chão se vai subsistindo,
Vamos aos poucos subindo
Até o cimo atingir,
Eu, sem poder mais subir
POUCO A POUCO VOU CAINDO!
Oxalá tenha gostado tanto quanto eu.
Peguei num livro de poesia de JOSÉ DA SILVA MÁXIMO, intitulado REBUSCOS, lançado no dia 8 deste mês pelo Município de Marvão e descobri este poema em décimas – que é a poesia mais genuinamente popular/alentejana que passo a transcrever-vos:
OUTONO
Mote:
CAI A FOLHA DA FIGUEIRA
NUM BAILADO ESTRANHO E LINDO
TAMBÉM EU, BEM QUE NÃO QUEIRA
POUCO A POUCO VOU CAINDO.
Quando o Outono aparece
Com a sua capa de bom,
Os campos mudam de tom,
O que é verde amarelece;
É sempre assim que acontece
Nem será de outra maneira.
Com o Inverno à sua beira
Dá-se a mudança do clima
O frio vem lá de cima
CAI A FOLHA DA FIGUEIRA!
Basta uma simples aragem
Embalar o ramo esguio
Horas e horas a fio
Para deslocar a folhagem;
É de tristeza a imagem
A que vamos assistindo,
Vendo as folhas ir caindo
Uma a uma, lentamente,
Ir p’ro chão suavemente
NUM BAILADO ESTRANHO E LINDO!
É no reino vegetal
Que o fenómeno é repetido,
Todo o vigor é perdido
E recuperado afinal;
É benesse sem igual
Ano a ano a vida inteira
Mas na hora derradeira
Já não será bem assim,
Tudo o que nasce tem fim
TAMBÉM EU, BEM QUE NÃO QUEIRA.!
É o chão que tudo cria
O chão onde tudo cai;
É pr’o chão que tudo vai
Se a vida acabar um dia;
Em contraste e ironia
Do chão se vai subsistindo,
Vamos aos poucos subindo
Até o cimo atingir,
Eu, sem poder mais subir
POUCO A POUCO VOU CAINDO!
Oxalá tenha gostado tanto quanto eu.
quarta-feira, 26 de outubro de 2005
VOLTEI!
Ora depois de curada a minha pomba "Internet" do virus gripal, estou de volta. Por causa da gripe da "pomba" é que você me ganhou na história da ´"AGUIA" que garanto não tem gripe. A propósito, por acaso sabe o que é um "zanguinho"? Não? Então adquira um exemplar da "Àguia" Nº 16 e descubra. Mais fácil ainda é tornar-se sócio dos Amigos de Aviz. Quotas a 7,50€ anuais, já não se usam.
Já que everedámos pelos Amigos de Aviz, então é assim:
Dia 27 ( Amanhã) às 20h30'na Escola 2,3 Mestre de Avis, Debate com a participação do Director Regional de Educação do Alentejo, Dr. José Bravo Nico e o Prof. João Ribeirinho Leal, subordinado ao tema " EDUCAÇÃO PARTICIPADA". Você só tem a ganhar se aparecer.
Dia 04 de Novembro - às 18h00', na Sede da ACA, inauguração da exposição das fotografias concorrentes ao I Concurso Fotográfico Aviz Século XXI, distribuição de prémios e diplomas aos concorrentes. A exposição ficará patente ao público até dia 11 de Novembro entre as 10h00' e as 12h00' e entre as 14h00' e as 18h00', para se poderem deliciar com as 23 fotos apresentadas.
Dia 05 de Novembro : Início do Ciclo de conferências "AVIZ SÉCULO XXI". Primeiro painel: PATRIMÓNIO, AMBIENTE E TURISMO. Veja o aliciante programa por aí distribuido e inscreva-se através do 96 90 15 106,de acavis@sapo.pt, ou junto de qualquer membro da Direcção da ACA.
E para hoje chega!
Até amanhã!
Já que everedámos pelos Amigos de Aviz, então é assim:
Dia 27 ( Amanhã) às 20h30'na Escola 2,3 Mestre de Avis, Debate com a participação do Director Regional de Educação do Alentejo, Dr. José Bravo Nico e o Prof. João Ribeirinho Leal, subordinado ao tema " EDUCAÇÃO PARTICIPADA". Você só tem a ganhar se aparecer.
Dia 04 de Novembro - às 18h00', na Sede da ACA, inauguração da exposição das fotografias concorrentes ao I Concurso Fotográfico Aviz Século XXI, distribuição de prémios e diplomas aos concorrentes. A exposição ficará patente ao público até dia 11 de Novembro entre as 10h00' e as 12h00' e entre as 14h00' e as 18h00', para se poderem deliciar com as 23 fotos apresentadas.
Dia 05 de Novembro : Início do Ciclo de conferências "AVIZ SÉCULO XXI". Primeiro painel: PATRIMÓNIO, AMBIENTE E TURISMO. Veja o aliciante programa por aí distribuido e inscreva-se através do 96 90 15 106,de acavis@sapo.pt, ou junto de qualquer membro da Direcção da ACA.
E para hoje chega!
Até amanhã!
quarta-feira, 19 de outubro de 2005
VAMOS TODOS ADERIR AO MOVIMENTO DO 560!
Numa altura em que o nosso país cada dia vai estando mais mergulhado na fatídica crise, lanço um apelo a todos aqueles que queiram de algum modo ajudar a que o fundo do poço seja atingido o mais tarde possível. A regra é fácil: ao comprarem qualquer produto prefiram sempre os produtos cujo código de barras comece por 560.
Isso significa que os produtos ou são de produção nacional, ou são distribuídos por empresas portuguesas. Estaremos assim a ajudar a nossa já tão débil economia.
Vá lá, não se esqueçam que o que é Nacional é bom!
Isso significa que os produtos ou são de produção nacional, ou são distribuídos por empresas portuguesas. Estaremos assim a ajudar a nossa já tão débil economia.
Vá lá, não se esqueçam que o que é Nacional é bom!
terça-feira, 18 de outubro de 2005
VILLARREAL-1 - SLB-1
AO MEU BENFICA - IV
JÁ TÍNHAMOS O MOREIRA
O QUIM, E QUE MAIS SEI EU...
E UM JOGADOR DE PRIMEIRA
QUE SE CHAMA DE NEREU?
CHEIO DE ESTRELAS A BRILHAR
O VILLARREAL COITADO,
PENSAVA QUE IA GANHAR
E EMPATOU MAL EMPATADO!
JÁ TÍNHAMOS O MOREIRA
O QUIM, E QUE MAIS SEI EU...
E UM JOGADOR DE PRIMEIRA
QUE SE CHAMA DE NEREU?
CHEIO DE ESTRELAS A BRILHAR
O VILLARREAL COITADO,
PENSAVA QUE IA GANHAR
E EMPATOU MAL EMPATADO!
sábado, 15 de outubro de 2005
FCP-0 - SLB - 2
AO MEU BENFICA - III
UM HOLANDÊS DE SEGUNDA
QUE SÓ FALA EM INGLÊS
LEVOU DOIS "TOQUES" NA BUNDA
DO QUE FALA "ESPANHOLÊS"
NA DEFESA O LUISÃO
À FRENTE O NUNO SE VÊ
É O BENFICA À CAMPEÃO
ISTO PENSO EU DE QUÊ...
UM HOLANDÊS DE SEGUNDA
QUE SÓ FALA EM INGLÊS
LEVOU DOIS "TOQUES" NA BUNDA
DO QUE FALA "ESPANHOLÊS"
NA DEFESA O LUISÃO
À FRENTE O NUNO SE VÊ
É O BENFICA À CAMPEÃO
ISTO PENSO EU DE QUÊ...
quinta-feira, 13 de outubro de 2005
HÁ-DE HAVER UMA RAZÃO...
Eu não vi mas quem me contou é pessoa idónea e assim tomo a informação como verdadeira. Tal como ele, também eu não percebo porque é que, depois do que choveu ontem, esta manhã têm andado a regar o jardim junto á Escola EBI, com o tractor a transportar água da barragem.
Se a tal razão desconhecida não existir eu direi que é, pelo menos,...CHOVER NO MOLHADO!
Se a tal razão desconhecida não existir eu direi que é, pelo menos,...CHOVER NO MOLHADO!
segunda-feira, 10 de outubro de 2005
JÁ TEMOS "MAIS", AGORA FALTA O "MELHOR"!
Tal como eu esperava, as eleições Autárquicas em Avis decorreram dentro da “normalidade” habitual, que se verifica desde 1974. A CDU ganhadora prometeu MAIS e assim temos mais quatro anos para já. Mas prometeu igualmente MELHOR e é desse melhor que nós agora ficamos pendentes. Não considero que haja vencedores e perdedores. Todos os que se propuseram a um qualquer cargo autárquico recebem os meus parabéns, uns pela frontalidade em dar a cara e o nome por um projecto em que certamente acreditavam; outros porque o fizeram por uma qualquer obrigação, e parece que houve um destes (voluntário à força) que até acabou por sair vencedor! Sei que me vou (bi)repetir, mas essa “gente” que se considera não ganhadora, não devia desaparecer da vida activa do concelho.
Fico pois na expectativa de ver o que a CDU nos vai trazer de MELHOR conforme prometido.
Lamento não saber como é que o PSD iria resolver aquela “coisa” de inovar –lixo-novos-velhos-cães-gatos! Seria para meter tudo no mesmo saco?
E como já pertenço ao grupo dos idosos, custa-me que o PS não me possa dar apoio em pequenas reparações, que se prenderiam mais com as artroses do que propriamente com o trocar da borracha da torneira.
Dúvidas à parte, parabéns aos vencedores e honra aos vencidos!
Fico pois na expectativa de ver o que a CDU nos vai trazer de MELHOR conforme prometido.
Lamento não saber como é que o PSD iria resolver aquela “coisa” de inovar –lixo-novos-velhos-cães-gatos! Seria para meter tudo no mesmo saco?
E como já pertenço ao grupo dos idosos, custa-me que o PS não me possa dar apoio em pequenas reparações, que se prenderiam mais com as artroses do que propriamente com o trocar da borracha da torneira.
Dúvidas à parte, parabéns aos vencedores e honra aos vencidos!
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